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Impactos da telemedicina no setor de saúde

Em tempos de smartphones e softwares hospitalares, a aproximação entre médicos e pacientes via internet já é uma realidade em diversos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, é possível comprar consultas por meio de apps e falar com o médico por vídeo logo em seguida.

Enquanto isso, na França, cabines tecnológicas com telas possibilitam que pacientes meçam suas temperaturas e o nível de oxigênio no sangue sem a presença física de qualquer profissional. Como resultado, observou-se 30% de economia de tempo em emergências hospitalares desde a sua implementação. É a tecnologia em seu mais alto nível em prol da saúde das pessoas.

Mas e quanto ao Brasil? Pode-se dizer que, por aqui, as coisas demoraram a acontecer, mesmo norteados por uma norma pró-telesserviço do Conselho Federal de Medicina. Com um detalhe: até então, a prática podia ser usada para assistência, educação e pesquisa em saúde, mas não para prevenir doenças e lesões. Assim, os serviços sempre se restringiram ao básico: no geral, fotos de exames trocadas entre médicos para uma segunda opinião.

No entanto, tudo deve mudar com recente nova resolução do CFM, que traz novas regras para a telemedicina no país. De número 2.227/18, a norma permite que médicos brasileiros façam consultas online, telediagnósticos, telecirurgias e demais atividades de teleorientação. Aliado a isso, claro, médicos, gestores e demais profissionais da área terão aval para compartilhar informações de procedimentos para discuti-las entre si.

Em outras palavras, um verdadeiro marco na história dos modelos de assistência médica por aqui.

Na prática, quais os impactos da telemedicina?

Aprovadas as consultas e demais procedimentos online, a telemedicina tem tudo para provocar uma revolução na forma como enxergamos os serviços médicos hoje. Confira abaixo algumas das mudanças decorrentes de sua implementação!

Democratização do acesso à saúde

Não é novidade que vivemos em um país desigual, sobretudo quando se analisa seu cenário de saúde. Afinal, não é de hoje que moradores da zona roral/localidades distantes sofrem com a dificuldade que é se deslocar até instituições médicas nos centros urbanos. A falta de condições, dessa forma, se inicia com a dúvida “como chegar no consultório?”

Nesta direção, especialistas encaram os serviços virtuais como uma forma de atenuar a dificuldade de acesso aos serviços. Isso porque, como destacado pelo Canal Rural, o uso de smartphones tem crescido nas áreas rurais, áreas que normalmente não contam com organizações médicas.

Ao permitirem que pacientes e médicos se encontrem por meio de um clique, tais práticas têm tudo para colaborar com o encurtamento da distância entre indivíduos de regiões mais simples. Dificuldades geográficas, dessa maneira, se tornam meros detalhes no contexto de uma consulta médica.

Desafios para a segurança de dados

Outro impacto da telemedicina no país diz respeito ao tratamento de dados dos pacientes. Afinal de contas, estamos falando de um contexto no qual hackers parecem se debruçar sobre os sistemas de saúde, compilando e alterando as informações dos cidadãos.

Assegurar a confidencialidade dos dados do paciente, dessa forma, é um desafio. Felizmente, a nova resolução vem junto da aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados, que prevê uma série de novas regras para a coleta de informações dos titulares por parte das empresas nacionais. A previsão é que a normativa entre em vigor no final de 2020.

Mas a própria resolução do CFM determina alguns pontos importantes para  a realização do serviço à distância: o paciente deve assinar um termo de consentimento no qual afirma concordar com o procedimento, bem como a transmissão ou gravação de seus dados, por exemplo. A ideia é que nenhum vazamento ocorra, mas só a prática mostrará suas dificuldades.

Novas formas de comunicação

Sem dúvidas, a forma como nos comunicamos será modificada com a chegada de serviços como as teleconsultas. Entre telas, caberá aos profissionais de saúde trabalharem novas percepções sobre os sujeitos, já que há o afastamento de uma série de sentidos físicos.

Importante ressaltar, também, que estamos falando sobre um novo perfil de paciente, que domina como ninguém os aparatos tecnológicos. Muitas vezes, pode acontecer desse usuário desejar tirar dúvidas simples, validar informações que encontrou no Google ou apenas confirmar o que já sabe.

Quando enxergar o processo pelo olhar de quem é atendido é sempre um desafio, a oferta de serviços online pode facilitar o contato médico/paciente… ou torná-lo ainda mais complexo. CTA (3)

 

 

 

 

 

 

 

 

Desospitalização: uma nova forma de tratar o paciente

Quem tem o mínimo de contato com a área da saúde sabe que, hoje, duas palavras parecem resumir o setor: redução de custos e humanização. De um lado, gestores estão preocupados em cuidar da saúde financeira das instituições, reduzindo gastos ao otimizarem atividades rotineiras com o uso da tecnologia. De outro, pacientes clamam por serviços que acolham e valorizem o cuidado através da segurança. A desospitalização, dessa maneira, parece uma boa forma de alinhar tais expectativas.

Isso porque a nova tendência mundial prevê o tratamento dos enfermos num ambiente fora dos hospitais, percebido que o quadro do paciente é estável ou que sua recuperação será lenta. O fenômeno vem de encontro à ideia clássica da clínica enquanto ambiente que resolverá os problemas: trata-se, portanto, de uma mudança no modelo de cuidados do paciente.

Mas, afinal, quais os desafios envolvidos num tratamento do tipo? Há muitas vantagens para o paciente?

É claro que as respostas para essas perguntas dependem da especificidade de cada negócio. Para te ajudar a respondê-las, no artigo abaixo, te introduzimos ao tema sem muito segredo. Confira!

Desospitalização em saúde: Brasil e mundo

Foi numa matéria de 1997, na Folha de São Paulo, que o jornalista Luís Nassif se referiu à desospitalização hospitalar como “o pilar central da revolução que ocorre no setor de saúde”. A definição, embora soasse exagerada, dizia respeito às primeiras experiências mundiais que reduziam os leitos das instituições. Afinal, na época, Holanda, Canadá e EstadosnUnidos davam os primeiros passos rumos à  desinstitucionalização médica.

Hoje, é o Brasil quem tenta reduzir o tempo de internação do paciente, dando prosseguimento a seus cuidados fora das organizações. Segundo a Folha, em 2015, haviam oito unidades de transição, que se tornaram 25 no ano passado. Um bom exemplo é a clínica paulista Sainte Marie, que investe não só em tais práticas, mas as alia à musicoterapia e yoga para os pacientes.

De forma similar, o gaúcho Hospital Moinhos de Vento conta com um Time de Planejamento de Alta. A equipe, à ativa desde 2013, tem o objetivo de garantir a transição entre clínica e domicílio.

Mas temos lá nossos desafios. O maior deles, talvez, gire em torno  da falta de legislação da Anvisa, reguladora vinculada ao Ministério da Saúde. Sem qualquer instrução, atividades do tipo ficam a cargo de regras municipais ou de cada estado. Também há os familiares e acompanhantes que desaprovam ideia, geralmente por não terem a estrutura necessária para o cuidado em casa.

Mas por quê?

Diante da amplitude do fenômeno, há quem diga que a desospitalização é o grande fenômeno do nosso tempo. De forma geral, aqui estão os fatos que justificam essa visão:

  • Mudança demográfica: afinal, uma pesquisa de 2018 do IBGE relevou um crescimento de 18% no número de idosos brasileiros. Algo que, definitivamente, pede um olhar mais humanizado dentro das clínicas.
  • Mudança no perfil das doenças: hoje, há uma prevalência de doenças crônicas sobre as agudas. Câncer, diabetes, hipertensão e hepatites são algumas delas. Isso significa a necessidade de acompanhamento contínuo mais que intervenções rápidas, algo que pode ser resolvido em serviços de home care.
  • Aumento dos custos em saúde: junto do crescimento da população idosa, o IBGE prevê mais gastos com o setor de saúde nacional. Como o custo assistencial da terceira idade é bem maior que dos mais novos, investir em formas alternativas de atendimento pode ser bom para o bolso do hospital (que não terá gastos com a internação, por exemplo).
  • Saúde humanizada: aparentemente, desenvolver métodos que levem em conta as necessidades psíquicas do paciente é uma tendência no país (pense no HumanizaSUS). Cada vez mais, laboratórios, clínicas e hospitais se atentam para a qualidade de vida dos pacientes, já que o novo perfil dos consultados é exigente. Trabalhar opções médicas em casa, assim, fortalece o emocional de quem está sendo atendido, já que ele estará mais próximo da família e amigos.

Os benefícios da desospitalização

Uma desospitalização segura traz consigo uma série de benefícios, como:

Mais saúde para o paciente

Há quem diga que o tratamento em casa é menos eficaz que o hospital, já que o paciente não terá todas as estruturas necessárias para o tratamento.

No entanto, a maioria dos casos de pessoas assistidas em domicílio mostra justamente o contrário. Afinal, estar em casa faz com que o paciente fique sujeito a menos riscos de infecção e outras doenças, já que o ambiente médico tende a concentrar algumas bactérias. É também uma vantagem para a instituição, porque diminui custos com eventuais tratamentos durante a internação.

Experiência profissional

Se para o paciente, a desospitalização pode ser uma forma de estar junto dos entes queridos, para os enfermeiros e médicos essa é uma oportunidade de aprender outras maneiras de se trabalhar. Mudar o local de trabalho significa, na prática, descobrir novas formas de comunicação, como lidar mais de perto com a família. No final, é aprendizado para todas as partes.

Mais leitos disponíveis

Além da diminuição dos custos com internação, há outra coisa que práticas de desospitalização reduzem: a quantidade de leitos médicos ocupados. Em uma época na qual a falta de leitos é observada na maior parte do país, a medida pode ser uma aposta diante das consequências do encolhimento dos planos e da falta de investimento público.

No final do ano passado, por exemplo, somente o Programa Estadual de Desospitalização da Bahia retirou dos hospitais de todo o estado mais de 300 pacientes crônicos, hoje tratados em suas casas pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Sabe o que isso quer dizer? Mais que a desocupação dos leitos, a oportunidade de que outros pacientes sejam atendidos… sem gastar um centavo a mais com novos móveis.

E sua instituição, já conta com alguma ação para desospitalar os pacientes? O que você pensa sobre o tema? Converse com a gente pelos comentários!CTA (3)

 

Sua instituição está pronta para lidar com o paciente 2.0?

Falar do paciente 2.0 é, antes de tudo, pensar no contexto em que estamos inseridos.

Nos últimos anos, parece impossível falar de qualquer mercado sem considerar a adesão das pessoas à tecnologia. No ramo alimentício, por exemplo, as grandes redes de fast food já começaram a perceber que o trabalho tradicional talvez não bata com o esperado pelos clientes. Por tal motivo, algumas vão além e investem em soluções high tech, como pedir o próprio sanduíche por meio de um totem e apresentar certos descontos por aplicativos.

Isso porque é inegável que o perfil de qualquer cliente, seja ele um consumidor de vídeos no Youtube ou livros, mudou. No setor de saúde, tal questão é ainda mais nítida: pensando nos pacientes, hoje, os que chegam nos consultórios sem terem procurado algo no Google  são exceção. Por outro lado, a quantidade de pessoas que vão ao médico apenas para comprovar o que já sabem só tende a crescer.

Sobre isso, um infográfico da Healthcare CommunIT mostrou que mais de 33% dos norteamericanos usam as redes sociais para pesquisar sobre suas situações de saúde, enquanto 41% afirma que tais redes impactam diretamente na escolha dos hospitais. Mesmo que o estudo se refira ao contexto estadunidense, seu resultado reflete bastante a realidade dos pacientes brasileiros, cada vez mais exigentes… e também apressados. É deles que iremos falar abaixo.

Paciente 2.0, um fruto do nosso tempo

Eles são ágeis, curiosos e dominam como ninguém os aparatos tecnológicos. Fora do ambiente médico, atuam como verdadeiros prescritores de medicamentos – juntos, claro, do amigo íntimo chamado Google. É nele que, em cliques, dores de cabeça se tornam indicativos de gripe, os motivos da tosse são descobertos e até grandes doenças vem à tona. Isso tudo graças aos canais médicos no Youtube, portais da área da saúde e artigos científicos acessíveis.

Dentro das instituições, o básico não os satisfazem. Nas salas de espera, a pressa pode resultar em situações desconfortáveis para ambas as partes. Já dentro do consultório, é provável que ele chegue dizendo algo como “doutor, eu dei uma olhada no Google e”. Filas demais e muito tempo esperando? Esqueça-os se quiser fazer deles seus fieis clientes.

Agora, se você reconhece seus atuais pacientes nas características acima, saiba que você está lidando com o famoso paciente 2.0. Fruto da evolução no comportamento digital das pessoas, esse é um perfil que tem tudo para se ampliar com o aumento do acesso à informação. Afinal, boa parte do Brasil está na Internet já faz um tempo (ao todo, mais de 100 milhões!), obtendo resultados imediatos e se automedicando.

Como lidar com o paciente digital?

Diante da mudança no comportamento, resta a dúvida: afinal, como lidar com o paciente 2.0? Aparentemente, essa parece uma preocupação comum aos gestores de saúde, já que o paciente é a razão de existir do setor.

Se sua instituição tem se questionado sobre o tema, abaixo, nós separamos quatro tópicos-chave para checar se você está indo ao encontro deste usuário… ou fazendo com que ele corra para a clínica ao lado.

Esteja onde seu paciente está

Independente da hora ou local, se de uma coisa nós temos certeza, ela é a presença dos seus pacientes na Internet.

Não é preciso muito para ver como eles se engajam nas redes sociais ou em portais como o Minha Vida, focado em saúde e bem-estar. Portanto, identificados os sites, que tal responder suas dúvidas em relação aos sintomas de doenças? Essa pode ser uma boa dica para quem não quer investir tanto no cyberespaço. Há quem também prefira aderir aos aplicativos de mensagens, como o  Whatsapp.

Agora, caso a organização tenha interesse, vale apostar nos apps como um diferencial. Nesse sentido, hoje, já há aplicativos em que o paciente consegue consultar um médico 24 horas para tirar dúvidas urgentes, por exemplo. Ainda, softwares de marcação online ou plataformas para a retirada do laudo online também são super válidos.

Se o paciente está na Internet, ele certamente preferirá agendar seu procedimento pelo site em vez de ligar.

Se atente para a sala de espera

Um bom atendimento começa pela sala de espera.O ambiente, hoje um dos maiores alvos de críticas, deve estar nas condições ideais para que o paciente volte. O que a realidade dos hospitais revela, no entanto, é um local marcado pelo caos.

Na maioria dos casos, aqui está o que os pacientes encontram logo que chegam aos hospitais: poucos assentos, dois ou três atendentes, uma infraestrutura digna de pena. Soma-se à cena as filas quilométricas e a certeza de muito tempo em recepção. O imaginário popular sobre o ambiente já não é dos melhores e afasta uma parcela da população dos hospitais só por isso. Não deixe que sua instituição sirva de exemplo negativo para quem será atendido!

Aliás, lembra que mencionamos que a pressa é uma das características do paciente 2.0? Saia do básico, oferecendo a ele soluções que otimizarão seu tempo. Nessas horas, vale contar com a ajuda de um especialista na jornada do paciente.

Invista na tecnologia!

Segundo a 19ª Pesquisa Global com CEOs, da PwC, 64% dos líderes do setor de saúde demonstraram preocupação com a forma como a alta velocidade da tecnologia tem interferido nas clínicas e hospitais – um resultado interessante, que mostra a atenção dos profissionais com o tema.

De fato, é fundamental estar atento às potencialidades tecnológicas, principalmente quando estas aprimoram a relação paciente/médico. Por exemplo, sua organização já conta com a opção de agendar um procedimento via site? E quanto ao check-in do usuário, é possível realizá-lo pela Internet? Deixar todos os procedimentos pré-consulta na mão das atendentes pode ser um tiro no pé.

Ao possibilitar que o paciente marque sua consulta ou a confirme pelo celular, você não só acompanha a revolução digital, mas desafoga a própria equipe.

Seja (ou tenha) um médico 2.0

Se você é um gestor de saúde, se certifique de seus médicos sabem lidar com o novo paciente digital. Agora, se você é médico, abandone os velhos hábitos: no novo contexto tecnológico, há muito mais a se fazer.

O médico 2.0 compreende que não dá mais para fugir da Internet. Esperto, ele marca presença online, seja por meio das redes sociais ou um site próprio. Aliás, sua página virtual é sua verdadeira marca pessoal, o lugar através do qual há a maior captação de pacientes. Gerenciar comentários, mensagens e avaliações, portanto, é algo que ganha um novo papel para ele, capaz de garantir a fidelização do internauta como nunca antes.

Além da navegação online, o novo médico entende seu público. Ele sabe que 99% dos pacientes chegarão ao seu consultório com uma série de respostas na cabeça, muitas deles fomentadas a partir da web. Diferente do tradicional, porém, tal médico usa isso para criar relações com quem está sendo atendido, sem deslegitimar a busca incessante do paciente por respostas. Aliás, o exercício de enxergar a saúde como o paciente deve ser seu propulsor, aquilo que trará respostas sem complicação.

Alinhados, tudo flui mais rápido.

Aproveitando a deixa, se o texto tirou suas dúvidas sobre o paciente 2.0, que tal nos escrever abaixo? Vamos adorar conversar sobre o tema com você!

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Laudos online: como o CM Result otimiza o trabalho da sua clínica?

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Para um pequeno grupo de pessoas, já tem um tempo desde que as instituições de saúde começaram a investir em sistemas que geram laudos médicos online. Na maioria dos casos, porém, as coisas estão bem longe do esperado com a chegada da Revolução Digital.

Isso porque, só nos últimos 60 dias, dois casos envolvendo o atraso na entrega dos diagnósticos ganharam espaço na mídia. O primeiro deles, envolvendo um hospital paulistano de renome e uma paciente de 20 anos, aconteceu no final de abril. Na ocasião, a jovem alegou aguardar dois meses para conseguir o documento – enquanto a instituição disse que o atraso seria pela falta de médicos para o assinarem.

Por coincidência, o segundo caso também envolveu uma demora de dois meses para o fornecimento do laudo. Dessa vez na região de Piracicaba (SP), a família de um paciente de outro grande hospital veio a público após aguardar tempo demais. A reclamação ganhou uma proporção maior devido à gravidade do problema: tratava-se de um diagnóstico de câncer e o paciente precisava dele para continuar o tratamento.

O resultado disso tudo? O nome das organizações estampando veículos midiáticos… mas pelas razões erradas.

Porém, se do ponto de vista comercial, as situações influenciaram negativamente a imagem das clínicas, elas podem se tornar ótimos exemplos do que não fazer por aí. Afinal, falar da entrega de laudos é considerar um importante detalhe chamado ansiedade do paciente. É preciso se certificar, assim, de que os documentos sejam enviados conforme se espera.

CM Result: uma alternativa prática

Foi justamente pensando nisso que, há alguns anos, nós nos empenhamos em criar uma ferramenta exclusiva para centralizar os resultados de exames da sua instituição. Assim, nasceu o CM Result, que, além de permitir que o paciente acesse os laudos onde e quando quiser, dá a liberdade de encaminhar os arquivos para o médico por meio do próprio portal.

A melhor parte é que tudo acontece sem segredo, já que a visualização e o compartilhamento dos resultados ocorrem na mesma plataforma da marcação de consultas. Dessa forma, o paciente não fica perdido, pois sabe bem onde encontrar seu laudo… principalmente se tiver feito o procedimento online.

Se ainda não te convencemos das potencialidades desse produto, vem com a gente. Ao longo deste artigo, te apresentaremos alguns motivos pelos quais vale a pena contar com a plataforma da CM. Então vamos para a pergunta-chave nesse ponto: Afinal, como o CM Result otimiza o trabalho da sua clínica?

Reduzindo custos

Já faz um tempo que discussões sobre o abandono do papel dentro dos hospitais têm tomado forma por aí.

Em uma matéria recente, por exemplo, a revista Exame sugere que falta pouco para instituições de saúde digitalizarem tudo o que antes era impresso, sobretudo com a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados. As consequências certamente refletirão nos custos hospitalares: a expectativa do Ministério de Saúde é que, a nível nacional, isso gere uma economia de cerca de R$ 22 bilhões.

Vale lembrar que uma mudança do tipo não afeta apenas as impressões, mas todo o gasto com o armazenamento físico dos documentos. Quer um exemplo? um dos clientes da empresa Arquivar, um hospital médio do interior de Minas, mantém 21 mil caixas de 20 quilos de documentos armazenados. Cada caixa tem, em média, 3,5 mil folhas de papel. Agora visualize quanto espaço seria ganho com as informações de uma organização como essa convertidas em arquivos na nuvem.

Nesse sentido, uma ferramente de emissão de laudos online coopera – e muito! – para menos gastos com papeis, tinta a papelão, o que te permitirá direcionar esse valor para outras áreas.

Ainda, ao disponibilizar o laudo do paciente uma plataforma virtual, você não só acompanha a revolução tecnológica, como facilita a vida do paciente. Aliás, é sobre isso que falaremos a seguir.

Facilitando a vida do paciente

Agora, esqueça as questões meramente econômicas e pense em quem, em 2019, ainda prefere se dirigir a um hospital para pegar seu resultado. Muito pouca gente, certo? Pois bem. Portanto, antes de decidir se vale a pena investir em uma ferramenta do tipo, o mais indicado é abstrair a própria profissão e enxergar os processos como um paciente.

Isso porque, atualmente, já se fala no que seria o paciente 3.0, completamente distinto de suas gerações anteriores. Antenado, ele se dá bem com seu site institucional e, em alguns casos, até envereda pelas redes sociais da clínica. É fácil detectá-lo: logo que entra em consulta, provavelmente disparará um “oi, doutor, eu vi no Google que…”. Já após o procedimento, a relação com a conectividade culminará no interesse imediato por seu laudo médico.

Portanto, investir nos resultados online é algo fundamental para agradá-lo. Duvida? Então diga a ele que é preciso ir ao consultório para retirar seu resultado e se prepare para a resposta.

Desafogando o trabalho dos profissionais

Se a emissão de laudos online representa conforto para o paciente, para o atendente, ela significa mais agilidade.

Isso porque, em períodos nos quais há uma alta procura por exames, ter que imprimir disgnóstico por diagnóstico demanda muito tempo dos profissionais. Assim, o colaborador acaba tendo que escolher entre se dedicar à impressão (ou digitalização manual) dos exames e fazer outras atividades, como atender demais pacientes.

É por isso que afirmamos que o CM Result é um forte aliado na melhoria do rendimento da sua equipe. Ao permitir que seus profissionais se dediquem a atividades que realmente precisam do contato humano, ele evita o desperdício de tempo e de trabalho. Teste e observe: a produtividade diária tem tudo para crescer!

Agilizando o trabalho médico

Que história é essa de que o CM Result agiliza o trabalho dos médicos?

Ora, uma de suas funcionalidades-chave é o fato de que dá para encaminhar o resultado online para o médico imediatamente! Assim, o paciente não precisa ligar na instituição e marcar uma nova consulta só para mostrar o resultado, o que facilita a atividade também do profissional de saúde. Com isso, o médico tem mais tempo para analisar as informações com calma e mais espaço na agenda.

No fim das contas, todo mundo sai ganhando!

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Como o CMConfirma reduz os custos operacionais da sua instituição!

CTA CM CONFIRMA

À primeira vista, lidar com pacientes que não comparecem às consultas parece um problema comum a todas as instituições de saúde.

O tema, justamente por sua importância, ganha destaque nos jornais de tempos em tempos. Em fevereiro, por exemplo, o Jornal do Povo evidenciou que metade dos pacientes não comparece aos exames e consultas médicas em Três Lagoas. Os números relativos a 2018 impressionam: foram 60.212 exames e 47.737 consultas marcados, mas sem sucesso.

Em março, foi a vez de o G1 entrar na pauta, destacando que quase 23% dos pacientes não comparecem às consultas em Poços de Caldas – porcentagem que afeta milhares de pessoas na fila para serem atendidas. Em números, dos 22 mil atendimentos, cerca de 4.900 processos envolveram pacientes ausentes. Preocupante, não?

Por fim, no início de maio, o portal O Ribanense foi enfático ao afirmar que quase 20 mil pacientes agendaram e desperdiçaram suas vagas em clínicas e hospitais de Linhares. Isso significa que, semanalmente, cerca de 300 pacientes não compareceram, o que certamente causou prejuízos às instituições.

Agora observe este cenário, composto por regiões diferentes, mas fenômenos similares. Em todos os casos, trata-se de organizações que não receberam com antecedência o comunicado de ausência do paciente. A curto prazo, como mudá-lo? A resposta é mais simples do que se imagina.

O que você sabe sobre o CMConfirma?

Se essa é a primeira vez que você ouve falar na nossa ferramenta, talvez o próprio nome te diga algo. Afinal, ele se refere a um módulo exclusivo para confirmação automática de exames e consultas.

O software funciona basicamente dessa maneira: com 48 horas de antecedência, um e-mail é enviado para o seu paciente. Caso ele não responda com um sim ou não, em 24 horas, enviamos outra mensagem, dessa vez por SMS. Assim, ele tem a opção de confirmar ou cancelar sua presença… isso tudo a apenas um toque de distância.

Vale lembrar que as respostas são gravadas automaticamente em seu sistema de gestão. Assim, é possível não só rearranjar a agenda nos casos de desistência, mas ter uma média da quantidade de pacientes que de fato comparece à sua clínica.

Legal, né? Para te ajudar a compreendê-lo ainda mais, ao longo desta leitura, compartilharemos alguns motivos para contar com nosso software no seu trabalho. É provável que, se você ainda não se convenceu sobre investir no produto, sua opinião mude até o final.

Por que o CMConfirma é a escolha certa para sua instituição?

Porque a confirmação de consulta é gratuita

Você, mais do que ninguém, sabe que as atendentes costumam ter que ligar para cada paciente a fim de confirmar um procedimento agendado. Este é um trabalho que, além de cansativo, envolve questões como encontrar a linha telefônica do paciente ocupada ou correr o risco de o atrapalhar durante uma atividade importante.

Se evitar ligações invasivas é um ótimo argumento para confirmar presenças via software, reduzir os custos de tais ligações é ainda melhor. Afinal, por atuar via e-mail/SMS, o CMConfirma é a garantia de que sua instituição não terá faturas altas de telefone no final do mês, principalmente se as chamadas até então forem realizadas por meio de telefone fixo.

Além disso, ao fazer o disparo simultâneo das confirmações, você certamente receberá a as respostas em um prazo menor de tempo. Ponto para sua instituição, que gasta menos, e para sua atendente, com mais tempo para tarefas que realmente necessitem dela.

Porque o software não precisa de operador

Ainda pensando no esforço humano, vale lembrar que um software do tipo opera de forma autônoma, ou seja, sem a necessidade de um operador.

Em outras palavras, ao optar por ele, sua instituição acaba não precisando contratar mais profissionais para realizar chamadas e confirmar os procedimentos. Assim, além de uma alternativa high tech, o CMConfirma gera uma boa economia para o seu negócio, que não precisa se preocupar com os encargos envolvidos em uma admissão, por exemplo.

Porque você evita o absenteísmo

Como bem lembrado no início desse post, pacientes faltantes costumam ser o maior inimigo do faturamento de clínicas e hospitais. O estimado é que, a nível nacional, o número desse fenômeno seja algo em torno de 30%.

Aqui, vale lembrar que a ausência de quem marca uma consulta nunca é apenas um ato de má fé, mas pode significar que a pessoa não foi informada da data do procedimento. Acontece muito de, em meio à correria, boa parte dos pacientes acabar se esquecendo do agendado, algo que só se potencializa quando a clínica não o contata para relembrá-lo. Como resultado, nada de comparecer no consultório como se espera… e o aumento da taxa de absenteísmo.

Em situações como essa, a tecnologia pode ser uma grande aliada. O timing do CMConfirma, por exemplo, é bastante assertivo: ao enviarmos mensagens de confirmação 48h e 24h antes do procedimento, garantindo que seu paciente confirme ou desmarque a consulta/exame previamente. Os números da ferramenta também são animadores: 50% de índice médio de resposta, com 90% das mensagens lidas após três minutos do envio  – e o no-show para marcações confirmadas reduzido de 40% a 60%.

Aliás, essa é uma ótima alternativa para os que não se sentem à vontade para ligar na clínica e desmarcar no boca a boca.

Porque vem novidade por aí!

Cmconfirma wpp2

Além do SMS e e-mail, em breve, mais um canal adicional de comunicação estará disponível em nossa ferramenta: o Whatsapp. A escolha vem num contexto em que a rede social é usada por cerca de 1,5 bilhão de pessoas no mundo, milhões destes brasileiros.

A ideia é que o cliente fique à vontade para escolher os canais que deseja (e-mail, SMS, Whatsapp ou os três juntos) e criar uma workflow de prioridade de envio por canal. Com o tempo e por meio do software, será possível determinar em quais meios os pacientes se sentem mais confortáveis, proporcionando envios mais assertivos com base no perfil mapeado!

Se você ficou interessado no nosso software, já sabe: é só nos contatar!

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Telemedicina: saiba mais sobre essa tendência de saúde

A tecnologia tem avançado cada vez mais, proporcionando melhorias em muitas áreas e aspectos da nossa vida. No setor de saúde, por exemplo, acabou provocando avanços que até pouco tempo eram inimagináveis. Um deles, apesar de não ter sido uma invenção recente, é a telemedicina.

Esse tipo de serviço, aperfeiçoado há pouco tempo, fez com que um conceito antigo ganhasse novas dimensões, revolucionando o atendimento médico ao proporcionar respostas mais rápidas (algo crucial para a sua saúde). Pensando nisso, explicamos tudo o que você precisa saber sobre a tecnologia. Confira!

O que é telemedicina?

A telemedicina já existe desde meados dos anos 50 e acredita-se que teve início em Israel. A prática refere-se ao tratamento médico à distância, independente do meio que está sendo utilizado para realizar este acompanhamento diferenciado.

Contudo, os avanços tecnológicos das últimas décadas proporcionaram que essa alternativa chegasse a novos patamares. Com equipamentos mais modernos e modelos de comunicação mais rápidos, é possível acompanhar pacientes nos quatro cantos do mundo, além da maior capacidade de armazenamento das informações médicas.

A tecnologia e o eHealth

Com computadores mais rápidos e maior capacidade de armazenamento e processamento, é possível ter todas as informações do paciente na rede. Além da facilidade dos médicos para acessar os documentos, este extenso banco de dados tem permitido que os profissionais cheguem a diagnósticos cada vez mais precisos, tendo a possibilidade de comparar casos semelhantes e estabelecer padrões.

A telemedicina se encaixa em um conceito relativamente novo, o eHealth. A ideia por trás disso é, utilizando toda a tecnologia disponível e os conceitos de Inteligência Artificial, criar processos e ferramentas que melhorem cada vez mais a experiência dos pacientes, além de agilizar o diagnóstico.

Rapidez no diagnóstico

Uma das funcionalidades mais utilizadas é a emissão de laudos médicos à distância. Caso você realize um raio-x ou um eletrocardiograma, este exame será enviado para uma equipe de uma das empresas de telemedicina, que será responsável por distribuí-lo de maneira segura e sigilosa para médicos especialistas de todo o país.

Os profissionais que recebem os exames conseguem emitir laudos, que podem sair no mesmo dia ou, em casos mais urgentes, apenas minutos depois. Por também ser uma tecnologia restrita, as empresas de telemedicina fornecem a locação de aparelhos para laboratórios e hospitais que ainda não possuem a estrutura adequada.

Como a telemedicina pode ser aplicada

A possibilidade de fazer tudo à distância e com muita rapidez permite uma troca de informações mais dinâmica entre as instituições de saúde, sendo que essa velocidade pode ser um grande diferencial em emergências. Além disso, proporciona maior interação entre profissionais, tornando possível a consulta e debate de ideias com especialistas do mundo inteiro.

Outra aplicação comum é o acompanhamento de pacientes como doentes crônicos, idosos ou mulheres com gravidez de risco. O orientação médica à distância não exige deslocamento, porém consegue ser feita com muita frequência, engajando cada vez mais o paciente no seu tratamento.

Isso contribui para que ele não esqueça a medicação e fique mais auto-consciente do seu bem-estar.

Outras aplicações para a telemedicina

Apesar de muitos acreditarem que a prática está ligada apenas ao armazenamento dos laudos médicos e atendimento à distância, existem outras formas nas quais a medicina tem se utilizado desta tecnologia ao seu favor.

Cirurgias à distância

Pode até parecer cena de filme de ficção científica, mas já é possível realizar intervenções complexas através da telemedicina com o auxílio dos robôs cirúrgicos. Foi-se o tempo em que era necessário viajar para realizar aquela cirurgia importante com um médico em específico. Mas para tornar este feito possível, é preciso uma equipe presencial competente e sistemas de dados e segurança muito avançados.

Formar novos profissionais

Com o desaparecimento das barreiras físicas, é possível também investir na formação de médicos cada vez mais capazes. Assim, é possível que profissionais de todo o mundo possam transmitir seu conhecimento para jovens médicos em formação que estão longe dos grandes centros urbanos.

A telemedicina vai substituir o atendimento presencial?

Se você acha que as consultas cara a cara com o seu médico estão com os dias contados, saiba que isso provavelmente não irá acontecer. A telemedicina visa dar um suporte ao atendimento médico tradicional, bem como proporcionar maior envolvimento do médico e do paciente durante o processo de acompanhamento.

A prática é uma maneira de conseguir diagnósticos mais rápidos e precisos, porém não descarta a importância do contato no tratamento e identificação de doenças. As novas técnicas são uma combinação do conhecimento humano com as novas tecnologias, sem deixar de lado o cuidado e a empatia.

Quais as vantagens da telemedicina?

Uma das maiores vantagens da telemedicina é fornecer mais escolhas ao paciente, sendo que existe a possibilidade de consultar especialistas em qualquer outro hospital, além da descentralização do atendimento. No Brasil, por exemplo, o maior centro de atendimento médico é na cidade de São Paulo e a telemedicina possibilita que pacientes de outras localidades possam ter acesso a esses profissionais.

Além disso, a qualidade e agilidade na emissão de laudos têm sido um fator revolucionário na medicina, permitindo criar uma base de dados que possa identificar padrões doenças com mais agilidade. Em geral, a telemedicina tem se mostrado um meio de não somente transpor barreiras geográficas, mas também sociais e econômicas, tornando o acesso à saúde de qualidade mais democrático.

Telemedicina no Brasil

Muito mais difundida em países como Canadá e Estados Unidos, a telemedicina tem se expandido cada vez mais no Brasil. Vale lembrar que ela já era utilizada por aqui desde os anos 90, porém com um número de adeptos muito pequeno. Cada vez mais, os hospitais e laboratórios têm se modernizado e as instituições de ensino já possuem centros voltados apenas para seu estudo.

Se no início o Brasil adotou os critérios internacionais de regulamentação, com a expansão  da tecnologia surgiram algumas regras que são aplicadas apenas aqui. De acordo com a legislação brasileira, a empresa prestadora precisa de um médico responsável registrado no Conselho Regional de Medicina, além de se assegurar que os dados do paciente estarão seguros e serão utilizados apenas para fins médicos de maneira responsável.

Este conteúdo foi produzido pela Amil Saúde, parceira de conteúdo da CM Tecnologia. Você pode conhecer mais sobre a empresa clicando aqui.

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CMOnline: como o software de agendamento online afeta a rotina da sua instituição!

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Hoje, ninguém tem dúvidas de que o agendamento online é o futuro das instituições de saúde.

Isso porque, em um contexto no qual os pacientes anseiam por praticidade e os call centers são marcados pelo acúmulo de funções, a marcação de consultas tem se tornado um verdadeiro caos.

De um lado, as atendentes não dão conta da quantidade de demandas diárias: as ligações, ininterruptas, pedem uma atenção integral. Do outro, quem está prestes a se consultar tem que dar a sorte de encontrar a linha telefônica livre. Só assim será possível garantir que o procedimento marcado vai, de fato, acontecer.

Além do stress gerado no próprio paciente, essa é uma situação que contribui tanto para a lentidão do trabalho quanto para uma onda de profissionais insatisfeitos.

Assim, contar com uma ferramenta que otimiza o agendamento de exames/consultas parece não só um diferencial, mas uma verdadeira necessidade de laboratórios, hospitais e clínicas.

Pois saiba que um de nossos softwares, o CMOnline (carinhosamente apelidado de CMO!), vem justamente para resolver esse tipo de questão. Integrado ao sistema da organização, ele permite que o paciente acesse seu site institucional, clique em um link e seja direcionado para uma área exclusiva para marcar um procedimento. Simples, não?

Na verdade, é bem mais do que você pode imaginar. Mas, afinal, como será que ele pode afetar a rotina de trabalho do seu hospital?

Se você ainda tem dúvidas, no artigo abaixo, nós te mostramos quatro caminhos afetados quando você decide abraçar nosso carro-chefe. Confira!

O CMO moderniza a sua instituição

Pelo menos para o consultor em T.I. Ethevaldo Siqueira, o que vivemos hoje já pode ser chamado de Quarta Revolução Industrial.

De acordo com o conceituado pesquisador, é impossível falar da indústria sem mencionar a constante assimilação da realidade virtual, inteligência artificial, computação em nuvem e Internet das Coisas pelas empresas. E ele adianta: o que temos agora é apenas o começo da maior revolução tecnológica já experimentada pela humanidade.

E sua instituição, como tem se posicionado frente à modernização do setor de saúde?

Pensando no segmento, cada vez mais, este fenômeno se reflete na quantidade de clínicas que apostam no digital como aquilo que trará novos pacientes. Esse é o caso de hospitais que oferecem laudos online, programas de telemedicina e outras inovações tecnológicas que prometem salvar vidas.

As marcações online, nesse sentido, também tem sido uma aposta das instituições, já que a era da informação transformou o paciente em alguém exigente tecnologicamente.

E falando nisso, todos sabemos que ligar para um call center, sobretudo em horários de pico, pode ser bem estressante. No fim das contas, a tarefa dá tanta dor de cabeça que o paciente desiste das marcações antes de realizá-las.

Invista no CMOline e esteja pronto para atendê-lo.

O CMO facilita a vida do paciente

A praticidade entregue ao paciente é, provavelmente, a maior vantagem do CMO.

Afinal, em meio a uma rotina atarefada, as pessoas não costumam encontrar tempo para ligarem ou se dirigirem a um estabelecimento para agendar um procedimento. Junte isso à quantidade de pacientes ligando para um hospital no horário de almoço e você terá o caos como resultado.

Em contrapartida, a ferramenta permite que o próprio paciente tenha os horários disponíveis para consulta literalmente na palma da sua mão. Assim, logo que outro usuário desmarca, o horário é liberado para que outra pessoa possa selecioná-lo.

Quer coisa mais prática que, em poucos segundos, acessar o site da instituição e realizar todo o processo de marcação sem depender de um terceiro? Empodere o seu paciente dando a ele mais poder de escolha.

O CMO gera menos custos

Parece óbvio dizer que uma ferramenta de agendamento online reduzirá muitos custos. A afirmação parte de duas ideias que se relacionam: os gastos com muitas atendentes mais o gasto com ligações telefônicas.

Quando pensamos no setor de call center, é muito comum que empresas, independente do ramo, possuam um time grande de atendentes. Nada mais justo, já que, sem uma ferramenta de agendamento online, a única opção é contratar pessoas específicas para ficarem ao telefone agendando os procedimentos.

Traduzindo para o financeiro, contar com essas pessoas é investir em múltiplas contratações e correr o risco de não fazer boas escolhas com o tempo. Aliás, entre uma ligação e outra, o tempo no telefone também resultará em mais gastos.

Vale lembrar que, no fim das contas, as ligações para remarcar procedimentos e confirmar horários também pesam no bolso da sua instituição.

Será que num contexto de modernização das empresas, vale a pena manter uma cara estrutura de call center que não funciona 24/7? Com um valor mais em conta, o CMO resolve todas essas questões – sem correr o risco de não atender toda a demanda.

O CMO garante informações exatas

No dia a dia, o que mais acontece são informações se perderem, seja no momento em que a atendente pede as informações do paciente ou ao procurá-las depois.

O CMO, aqui, funciona como um incentivo para que o usuário preencha seus próprios dados. Além de diminuir o trabalho dos profissionais, isso cooperará para informações 100% corretas de quem vai à sua clínica. Ou seja, nada do paciente dizer à atendente que se chama “Helen” e ver que ela salvou seu cadastro com um “Helena”.

Ainda sobre a eficácia das informações, como gestor de saúde, a plataforma facilitará pesquisas sobre seu público, já que você poderá checar quais são os serviços mais procurados, os horários favoritos dos indivíduos e dados demográficos que podem influenciar a forma como você o encara.

Por fim, sua instituição se certificará de que detalhes como os preparos pré-exame foram passados para o usuário, visto que estes aparecerão na tela logo que a marcação for finalizada. Por escrito, a funcionalidade evita mal entendimentos, pessoas desavisadas e, portanto, a eficácia da examinação do paciente.

Ah, e nosso sistema de agendamento online é compatível com os ERPs mais usados no mercado, integrando o software de saúde em um único sistema!

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Técnicas infalíveis de gestão empresarial na área da saúde

Uma boa gestão empresarial é um fator determinante para uma empresa da área da saúde conseguir alcançar o sucesso. Existem técnicas desenvolvidas para auxiliar o dia a dia dos gestores e contribuir para o aumento da produtividade da equipe como um todo. Dentre todas as possibilidades se destacam:

Liderança de equipes

Uma das principais técnicas de gestão empresarial para a área da saúde é conseguir ter o controle das tarefas executadas pela equipe. Mas se não tiver certeza de que está delegando para um pessoa capaz de realizar a tarefa, você pode prejudicar o andamento do trabalho e um membro do seu time. Por isso, em empresas como a Doutores da Web processos e pessoas são analisadas constantemente.

Nesse sentido, 5 perguntas são de grande ajuda para o gestor conseguir se organizar em relação a delegação de tarefas:

  • O que está sendo feito?;
  • Por quem?;
  • Com qual objetivo?;
  • Para ser entregue quando?;
  • Atendendo a quais critérios?

Cada vez mais sistemas de automação capazes de auxiliar na gestão empresarial têm surgido no mercado e ajudam empresas, como na Doutores da Web processos otimizados devido a estas ferramentas. O Trello, por exemplo, com seus quadros  intuitivos e práticos de usar proporcionam maior organização nas demandas permitindo que tudo flua com mais assertividade, evitando retrabalhos e atrasos.

Adaptação de sistemas

Falamos das vantagens de poder contar com ferramentas que otimizam o trabalho de todos, mas os sistemas podem cometer erros e acabar interferindo na troca de informações. Pensando nisso, se vê a importância da boa comunicação entre as pessoas que compõem a sua equipe.

Uma informação, por mais simples, às vezes pode ser o suficiente para comprometer a integridade de uma empresa da área da saúde, gerando inclusive um processo por parte do consumidor. E por isso, a empresa e o departamento jurídico precisam estar preparados para as ações. Na empresa Doutores da Web, processos não são comuns, mas quando acontecem, a equipe responsável entra em ação rapidamente,  a fim de solucionar o problema do cliente o quanto antes com um gestão empresarial mai eficiente.

Invista em inovação

É preciso avaliar constantemente se as tendências do mercado podem contribuir com o seu negócio. Mais uma vez citando o exemplo da Doutores da Web processos que ajudem a reduzir os custos, são os mais avaliados e levados em conta, principalmente quando beneficiam empresa e consumidor.

Esse tipo de análise deve fazer parte também do dia a dia do seu negócio, principalmente no que diz respeito à saúde. Afinal, para oferecer as melhores soluções para os seus clientes é preciso estar atento às novas técnicas, tratamentos e equipamentos. Pois assim será possível observar quais ferramentas podem ser implementadas e, realmente, vão ajudar a empresa a crescer e atingir os resultados esperados.

Mantenha um bom relacionamento com clientes

É o cliente quem sustenta uma empresa, não podemos nos esquecer disso nunca. Faz parte da boa gestão empresarial manter sempre um bom relacionamento com os mesmos  resolvendo o mais rápido possível algum tipo de problema que ele tenha relacionado a empresa.

Treine sua equipe para oferecer um atendimento rápido e eficaz, prezando sempre pela transparência na hora de passar informações e valores para os clientes. Um atendimento diferenciado que busque o bem-estar do cliente pode ser o grande diferencial da sua empresa na área da saúde.

Voltando ao exemplo, quando acontecem na Doutores da Web processos a equipe já está treinada para agir de forma rápida, para que o problema da pessoa seja resolvido com  seriedade. Desta maneira, também devem agir os seus colaboradores diante de algo errado, evitando a perda de confiança por parte deles. Seguindo essas dicas a sua gestão na área da saúde vai ser um sucesso.

Quer saber mais? Siga a Doutores da Web nas redes sociais: Facebook, Twitter, Youtube, LinkedIn, Pinterest, LoveMondays e Blog.

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Tech: 5 principais tendências no mercado de saúde em 2019!

Não é segredo para ninguém que, nos últimos anos, o mercado de saúde foi amplamente marcado pelas novas tecnologias. Do atendimento aos resultados de exames, passando pelo fenômeno da telemedicina, o tech parece ter chegado para ficar.

Mas, afinal, o que mais espera o setor durante 2019?

As projeções são muitas e variam de veículo para veículo, mas certos processos e ferramentas parecem sempre se repetir. Esse é o caso, por exemplo, da inteligência artificial, coleta de dados a partir de Big Data e personalização dos serviços.

Se você tem interesse pelo tema e ficou curioso(a) para saber o que mais nos aguarda durante esse ano, no artigo abaixo, te contamos quais são as cinco principais tendências para o mercado de saúde em 2019. Vamos lá?

Tendências no mercado de saúde: o que acontece em 2019

Mais tecnologia com a Internet das Coisas (IoT)

Hoje, a relação entre saúde e a chamada Internet das Coisas tem se materializado em diversas iniciativas inovadoras: dentre os dispositivos, já contamos com camisetas que monitoram a frequência cardíaca do paciente, chips biosensores e geladeiras que checam a temperatura das vacinas.

O surgimento de empresas dedicadas ao segmento, nesse sentido, chama atenção. Na Ásia, por exemplo, a novata Cyrcadia Health colhe os frutos da ITBra, um produto que chegou para ficar.

A criação, um top repleto de microssensores, consegue detectar a presença do câncer de mama já em seu estágio inicial.

Através da variação de temperatura no seio da paciente, ele cruza seus dados e envia todas as informações para o médico — ou para o próprio celular de quem está sendo atendido.

No resto do mundo, para os próximos dois anos, o esperado é que 50% dos dispositivos em redes de cuidado em saúde sejam IoT, que devem vir na forma de ferramentas portáteis para registros clínicos e equipamentos médicos.

Na prática, isso significará diagnósticos remotos e mais rápidos, uma monitoragem precisa e dados facilmente gerenciáveis. Imagine só como tudo fica mais fácil (para o médico e seu paciente) quando se tem uma ferramenta de supervisão 24h conectada ao Wi-fi hospitalar?

Marketing digital aplicado à saúde

Chegamos em uma época na qual ninguém mais nega: a cultura digital está aí para quem quiser ver.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google (que entrevistou cerca de 2.400 pessoas em 28 cidades nacionais), sete em cada 10 brasileiros fazem parte de alguma rede social, enquanto nove em cada 10 acessam o Youtube para aprender sobre novos assuntos.

Porém, mais que marcar presença online, as pessoas têm dedicado boas horas do dia navegando – um total de nove, o que coloca o Brasil na terceira posição de países que passam mais horas do dia na Internet.

Fatos como esse, aliados à ascensão da tecnologia mobile e um novo perfil de cliente, só comprovam a importância do marketing em saúde atualmente.

Para a equipe do portal Setor Saúde, é fundamental que o mercado hospitalar repense os métodos tradicionais de divulgação de seus serviços, o que requer uma mudança na abordagem ao paciente.

Dessa forma, a tendência é que, durante todo o ano, instituições de saúde se voltem para o poder do website próprio, blog, redes sociais, inbound marketing, além das potências do mailing.  Aguardemos.

Inteligência artificial firmando terreno

Não é novidade para ninguém que essa área da computação tem trazido diversos avanços para o setor de saúde brasileiro. Enquanto isso, lá fora, pesquisas já comprovam que o trabalho desempenhado pelos robôs apresenta melhor desempenho que o humano.

Mas o que isso significa? 

Um cenário que caminha para o diagnóstico de doenças, eficácia de medicamentos e prevenção de enfermidades com base na aprendizagem das máquinas.

Isso porque, segundo pesquisas do ano passado da revista de ciências Nature, os robôs já possuem poder de previsão suficiente para guiar atividades dentro de instituições médicas.

De forma similar, no âmbito econômico, a consultora de negócios Frost & Sullivan  prevê que o faturamento global com sistemas de Inteligência Artificial para saúde salte para US$ 6,7 bilhões em 2021.

Para se ter noção, em 2015, o número era de US$ 811 milhões.

Os benefícios são inúmeros e vão desde a possibilidade de os médicos darem mais atenção ao paciente (enquanto a precisão do diagnóstico fica a cargo dos softwares) até a facilidade de determinar os focos de doenças com base em dados geográficos.

Pensando no Brasil, um ótimo exemplo é o Robô Laura, fundado pelo analista de sistemas Jacson Fressatto.

A partir de monitoramentos em 3,8 segundos, o sistema coleta dados do paciente e informa ao médico quais pessoas se encontram no pior estado, prevenindo eventuais mortes por infecção.

Hoje, ele é o primeiro robô do mundo que pode identificar riscos desse tipo nos pacientes.

Já a nível mundial, diversas empresas no Reino Unido permitem ao usuário fazer consultas sem sair de casam usando como base relatos diários e seu histórico médico.

Daqui para a frente, o que será que a Transformação Digital e a saúde nos prometem?

Telemedicina na prática

Ao longo dos últimos meses, a assistência médica feita pela Internet foi tema de discussões no debate, ganhou destaque nos jornais populares e dividiu opiniões dos especialistas.

Isso porque a telemedicina, que já é praticada em outros países (inclusive aqui no Brasil, mas sem regulamentação), causa polêmica ao prever que médicos realizem atendimentos online.

Porém, recentemente, a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que sugeria a permissão da teleconsulta, telediagnóstico e telecirurgia foi devidamente regulamentada, podendo ser praticada a partir de maio.

A decisão pode significar um acompanhamento contínuo (e prático!) do paciente, menos tempo desperdiçado no trânsito/sala de espera, além de todas as potencialidades que só a Internet possui.

Vale lembrar que, no momento, diversos casos de sucesso podem ser encontrados mundo afora.

Um exemplo interessante é o Hospital Gregorio Marañón Geral de Madrid, que criou um projeto para o treinamento dos profissionais de saúde e monitoramento dos pacientes à distância. A ferramenta se chama Telessaúde e promete melhorar a qualidade de vida de quem está envolvido no setor.

Já nos Estados Unidos, as coisas parecem tão assimiladas que o país já conta com um órgão específico para regular a modalidade.

O ATA, American Telemedicine Association, foi fundado em 1993 e tem como objetivo promover o acesso a cuidados médicos por meio da telecomunicação. Para isso, conta com uma rede de mais de 10.000 líderes da indústria e profissionais do mercado healthcare. Interessante, não é mesmo?

Os avanços das impressões 3D

Muita gente tem encarado as impressões 3D como o grande avanço da Medicina nos últimos anos.

A técnica remonta aos anos 1980, quando a indústria automobilística começou a fabricar peças rápidas para a linha de produção, o que deu origem a uma série de criações por parte do equipamento.

Depois do plástico e do metal, chegou a hora da indústria médica utilizá-la para produzir implantes corporais: de ossos a réplicas de órgãos, a ideia é conseguir substituir partes afetadas do organismo sem as filas de espera para transplantes.

Para a companhia de pesquisas Transparent Marketing Research, a ideia é que o mercado de dispositivos 3D cresça em 2025.

A revista Forbes também publicou que, no período de até três anos, a tecnologia tridimensional deve valer um total de US$ 1,3 bilhões. Acredita-se que a maior demanda esteja relacionada a implantas ortopédicos e restaurações dentárias.

E sua instituição, como tem se preparado para esses fenômenos? Conte para a gente nos comentários.

Aliás, aproveite para baixar nossa lista inédita com as melhores ferramentas de gestão em saúde!

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5 dicas para melhorar o acesso ao seu site (e dar um gás nas marcações online!)

Vamos combinar: tem sido cada vez mais difícil fazer com que as pessoas acessem um site – principalmente da área de saúde – e tenham suas atenções capturadas. Ainda mais em um contexto no qual pacientes possuem pouca relação com os locais de consulta, parece óbvio dizer que são pouquíssimos os indivíduos que conhecem o portal de uma clínica e se enveredam na leitura de seus conteúdos. Mas, afinal, isso pode pesar nas suas marcações online?

Para o bem ou para o mal, a resposta é sim. Fato é que pacientes que não ficam em sua página se materializarão em menos agendamentos de consultas e exames, o que, por sua vez, pode pesar muito na eficiência da sua instituição.

No entanto, se esse tem sido o seu caso, não há com o que se preocupar: com a ajuda da nossa equipe de marketing, elegemos cinco pontos-chave para melhorar o acesso ao seu site e, com ele, dar um gás nas marcações online. Confira abaixo!

5 dicas para melhorar o acesso ao seu site

1) Crie conteúdos relevantes

O primeiro passo pode parecer óbvio, mas não é uma realidade para muitas clínicas e hospitais. Mas vamos aos fatos: não dá para falar em agendamento online se o site da sua instituição não recebe visitas.

Pensando nisso, é fundamental que sua equipe coloque em ação táticas para que o paciente o entenda como principal veículo de comunicação – vale chamar o usuário para conhecer o site através das redes sociais, abrir um blog específico para assuntos da área da saúde e até mesmo repaginar o portal para algo que agradará mais os visitantes.

Mas e o SEO?

A sigla internacional para Search Engine Optimization (Otimização para motores de busca) diz respeito a um conjunto de técnicas que fazem com os sites sejam melhor posicionados no Google. O tema é amplo e está longe de se esgotar, mas aqui vão algumas dicas iniciais para ficar de olho e garantir a visibilidade do seu site:

  1. Título chamativo é a porta de entrada;
  2. Uso de boas palavras-chave te garantirão altas posições;
  3. O carregamento da página está lento? A ferramente PageSeed é gratuita é pode te ajudar.

2) Repense a navegabilidade

Ao acessarem seu portal, será que os pacientes conseguem transitar bem entre links, abas e menus? Um dos grandes problemas entre usuários da Internet diz respeito ao carregamento das páginas e seu acesso interno. Comece checando se o site carrega todas as informações de forma rápida e se, com poucos cliques, quem procura algo é capaz de encontrá-lo.

Por exemplo, quanto tempo pode demorar até que um usuário encontre o botão de agendamento online logo ao abrir sua página? Pense no quanto destacar tal funcionalidade pode influenciar no comportamento dos navegantes. Aproveite para analisar se vale a pena continuar mantendo aquele antigo pop-up, mesmo com o risco de atrapalhar a experiência do paciente.

Destaque para o botão de agendamento online

Para conseguir um fluxo alto de marcações online, o botão de marcações tem que ser muito bem posicionado de modo a facilitar a atenção do usuário.

Nesse sentido, alguns de nossos clientes optam por incluir uma barra lateral na página ou um banner chamativo que diz “sabia que você consegue marcar sua consulta online?”. Algo simples, prático e com grandes chances de se converter em novas consultas. Você pode tentar uma alternativa similar por aí.

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3) Faça um trabalho com CTAs

Você já ouviu falar no termo CTA? Sigla para Call to Action, ele diz respeito a uma série de recursos usados para induzir uma ação em quem acessa uma página online.

Ícones de carrinho em lojas virtuais ou convites para acessar um banner, por exemplo, são ótimas formas de exemplificar um termo que, pensando na navegação dos usuários, possui uma importância consensual entre profissionais de Marketing.

Pense bem: qual a chance de alguém que não foi direcionado a uma página específica do seu site chegar lá de primeira? Agora, reanalise esse cenário quando, ao final de um texto, há um banner convidativo que diz “Já que está por aqui, que tal dar uma olhada nesse outro texto?”. É difícil discordar de que a segunda opção gera muito mais resultado. Viu só como um simples convite (em formato de imagem, link ou texto comum) pode reforçar um hábito no usuário? Faça o teste.

4) Imagens e vídeos sem peso

Ficar de olho na quantidade de imagens e vídeos do seu site é muito importante quando pensamos no carregamento da página. Por serem os arquivos de maior peso, estes podem atrapalhar o acesso quando a sobrecarregam, o que afetará negativamente seu ranking nos motores de busca.

Portanto, faça o exercício de checar se todos os arquivos em imagem estão funcionando corretamente e se há a possibilidade de reduzir seu número no portal institucional. Um boa alternativa para deixar o site mais leve é por meio de ferramentas de compressão de imagens, que compactuam seus dados facilmente.

5) Redes sociais a seu favor

É impossível ignorar o impacto que as mídias sociais têm hoje na vida das pessoas – e isso é ótimo! Sabe por quê? Porque isso significa mais possibilidades de atingir em cheio o seu cliente.

Aliás, como anda sua página no Facebook: atualizada diariamente ou nada de posts? Só nesta rede, é possível impulsionar publicações e fazer anúncios personalizados, direcionando seus conteúdos a potenciais pacientes. Abaixo, algumas potencialidades de cada rede para acertar em cheio o cliente!

Facebook

Instagram

E então…

Viu só como não é nada difícil trabalhar melhor o acesso do seu site? Com alguns ajustes aqui e ali, é possível facilitar o acesso do paciente sem muito segredo, além de reforçar o comportamento de agendar uma consulta/exame online por meio das redes sociais.

Aliás, se sua instituição ainda não investe em um software de marcação virtual, mas tem certo interesse no tema, saiba que preparamos um conteúdo super especial para você. Nele, te provaremos de uma vez por todas porque o agendamento via Internet é a melhor alternativa se comparado ao trabalho dos Call Centers. CTA