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Técnicas infalíveis de gestão empresarial na área da saúde

Uma boa gestão empresarial é um fator determinante para uma empresa da área da saúde conseguir alcançar o sucesso. Existem técnicas desenvolvidas para auxiliar o dia a dia dos gestores e contribuir para o aumento da produtividade da equipe como um todo. Dentre todas as possibilidades se destacam:

Liderança de equipes

Uma das principais técnicas de gestão empresarial para a área da saúde é conseguir ter o controle das tarefas executadas pela equipe. Mas se não tiver certeza de que está delegando para um pessoa capaz de realizar a tarefa, você pode prejudicar o andamento do trabalho e um membro do seu time. Por isso, em empresas como a Doutores da Web processos e pessoas são analisadas constantemente.

Nesse sentido, 5 perguntas são de grande ajuda para o gestor conseguir se organizar em relação a delegação de tarefas:

  • O que está sendo feito?;
  • Por quem?;
  • Com qual objetivo?;
  • Para ser entregue quando?;
  • Atendendo a quais critérios?

Cada vez mais sistemas de automação capazes de auxiliar na gestão empresarial têm surgido no mercado e ajudam empresas, como na Doutores da Web processos otimizados devido a estas ferramentas. O Trello, por exemplo, com seus quadros  intuitivos e práticos de usar proporcionam maior organização nas demandas permitindo que tudo flua com mais assertividade, evitando retrabalhos e atrasos.

Adaptação de sistemas

Falamos das vantagens de poder contar com ferramentas que otimizam o trabalho de todos, mas os sistemas podem cometer erros e acabar interferindo na troca de informações. Pensando nisso, se vê a importância da boa comunicação entre as pessoas que compõem a sua equipe.

Uma informação, por mais simples, às vezes pode ser o suficiente para comprometer a integridade de uma empresa da área da saúde, gerando inclusive um processo por parte do consumidor. E por isso, a empresa e o departamento jurídico precisam estar preparados para as ações. Na empresa Doutores da Web, processos não são comuns, mas quando acontecem, a equipe responsável entra em ação rapidamente,  a fim de solucionar o problema do cliente o quanto antes com um gestão empresarial mai eficiente.

Invista em inovação

É preciso avaliar constantemente se as tendências do mercado podem contribuir com o seu negócio. Mais uma vez citando o exemplo da Doutores da Web processos que ajudem a reduzir os custos, são os mais avaliados e levados em conta, principalmente quando beneficiam empresa e consumidor.

Esse tipo de análise deve fazer parte também do dia a dia do seu negócio, principalmente no que diz respeito à saúde. Afinal, para oferecer as melhores soluções para os seus clientes é preciso estar atento às novas técnicas, tratamentos e equipamentos. Pois assim será possível observar quais ferramentas podem ser implementadas e, realmente, vão ajudar a empresa a crescer e atingir os resultados esperados.

Mantenha um bom relacionamento com clientes

É o cliente quem sustenta uma empresa, não podemos nos esquecer disso nunca. Faz parte da boa gestão empresarial manter sempre um bom relacionamento com os mesmos  resolvendo o mais rápido possível algum tipo de problema que ele tenha relacionado a empresa.

Treine sua equipe para oferecer um atendimento rápido e eficaz, prezando sempre pela transparência na hora de passar informações e valores para os clientes. Um atendimento diferenciado que busque o bem-estar do cliente pode ser o grande diferencial da sua empresa na área da saúde.

Voltando ao exemplo, quando acontecem na Doutores da Web processos a equipe já está treinada para agir de forma rápida, para que o problema da pessoa seja resolvido com  seriedade. Desta maneira, também devem agir os seus colaboradores diante de algo errado, evitando a perda de confiança por parte deles. Seguindo essas dicas a sua gestão na área da saúde vai ser um sucesso.

Quer saber mais? Siga a Doutores da Web nas redes sociais: Facebook, Twitter, Youtube, LinkedIn, Pinterest, LoveMondays e Blog.

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Tech: 5 principais tendências no mercado de saúde em 2019!

Não é segredo para ninguém que, nos últimos anos, o mercado de saúde foi amplamente marcado pelas novas tecnologias. Do atendimento aos resultados de exames, passando pelo fenômeno da telemedicina, o tech parece ter chegado para ficar.

Mas, afinal, o que mais espera o setor durante 2019?

As projeções são muitas e variam de veículo para veículo, mas certos processos e ferramentas parecem sempre se repetir. Esse é o caso, por exemplo, da inteligência artificial, coleta de dados a partir de Big Data e personalização dos serviços.

Se você tem interesse pelo tema e ficou curioso(a) para saber o que mais nos aguarda durante esse ano, no artigo abaixo, te contamos quais são as cinco principais tendências para o mercado de saúde em 2019. Vamos lá?

Tendências no mercado de saúde: o que acontece em 2019

Mais tecnologia com a Internet das Coisas (IoT)

Hoje, a relação entre saúde e a chamada Internet das Coisas tem se materializado em diversas iniciativas inovadoras: dentre os dispositivos, já contamos com camisetas que monitoram a frequência cardíaca do paciente, chips biosensores e geladeiras que checam a temperatura das vacinas.

O surgimento de empresas dedicadas ao segmento, nesse sentido, chama atenção. Na Ásia, por exemplo, a novata Cyrcadia Health colhe os frutos da ITBra, um produto que chegou para ficar.

A criação, um top repleto de microssensores, consegue detectar a presença do câncer de mama já em seu estágio inicial.

Através da variação de temperatura no seio da paciente, ele cruza seus dados e envia todas as informações para o médico — ou para o próprio celular de quem está sendo atendido.

No resto do mundo, para os próximos dois anos, o esperado é que 50% dos dispositivos em redes de cuidado em saúde sejam IoT, que devem vir na forma de ferramentas portáteis para registros clínicos e equipamentos médicos.

Na prática, isso significará diagnósticos remotos e mais rápidos, uma monitoragem precisa e dados facilmente gerenciáveis. Imagine só como tudo fica mais fácil (para o médico e seu paciente) quando se tem uma ferramenta de supervisão 24h conectada ao Wi-fi hospitalar?

Marketing digital aplicado à saúde

Chegamos em uma época na qual ninguém mais nega: a cultura digital está aí para quem quiser ver.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google (que entrevistou cerca de 2.400 pessoas em 28 cidades nacionais), sete em cada 10 brasileiros fazem parte de alguma rede social, enquanto nove em cada 10 acessam o Youtube para aprender sobre novos assuntos.

Porém, mais que marcar presença online, as pessoas têm dedicado boas horas do dia navegando – um total de nove, o que coloca o Brasil na terceira posição de países que passam mais horas do dia na Internet.

Fatos como esse, aliados à ascensão da tecnologia mobile e um novo perfil de cliente, só comprovam a importância do marketing em saúde atualmente.

Para a equipe do portal Setor Saúde, é fundamental que o mercado hospitalar repense os métodos tradicionais de divulgação de seus serviços, o que requer uma mudança na abordagem ao paciente.

Dessa forma, a tendência é que, durante todo o ano, instituições de saúde se voltem para o poder do website próprio, blog, redes sociais, inbound marketing, além das potências do mailing.  Aguardemos.

Inteligência artificial firmando terreno

Não é novidade para ninguém que essa área da computação tem trazido diversos avanços para o setor de saúde brasileiro. Enquanto isso, lá fora, pesquisas já comprovam que o trabalho desempenhado pelos robôs apresenta melhor desempenho que o humano.

Mas o que isso significa? 

Um cenário que caminha para o diagnóstico de doenças, eficácia de medicamentos e prevenção de enfermidades com base na aprendizagem das máquinas.

Isso porque, segundo pesquisas do ano passado da revista de ciências Nature, os robôs já possuem poder de previsão suficiente para guiar atividades dentro de instituições médicas.

De forma similar, no âmbito econômico, a consultora de negócios Frost & Sullivan  prevê que o faturamento global com sistemas de Inteligência Artificial para saúde salte para US$ 6,7 bilhões em 2021.

Para se ter noção, em 2015, o número era de US$ 811 milhões.

Os benefícios são inúmeros e vão desde a possibilidade de os médicos darem mais atenção ao paciente (enquanto a precisão do diagnóstico fica a cargo dos softwares) até a facilidade de determinar os focos de doenças com base em dados geográficos.

Pensando no Brasil, um ótimo exemplo é o Robô Laura, fundado pelo analista de sistemas Jacson Fressatto.

A partir de monitoramentos em 3,8 segundos, o sistema coleta dados do paciente e informa ao médico quais pessoas se encontram no pior estado, prevenindo eventuais mortes por infecção.

Hoje, ele é o primeiro robô do mundo que pode identificar riscos desse tipo nos pacientes.

Já a nível mundial, diversas empresas no Reino Unido permitem ao usuário fazer consultas sem sair de casam usando como base relatos diários e seu histórico médico.

Daqui para a frente, o que será que a Transformação Digital e a saúde nos prometem?

Telemedicina na prática

Ao longo dos últimos meses, a assistência médica feita pela Internet foi tema de discussões no debate, ganhou destaque nos jornais populares e dividiu opiniões dos especialistas.

Isso porque a telemedicina, que já é praticada em outros países (inclusive aqui no Brasil, mas sem regulamentação), causa polêmica ao prever que médicos realizem atendimentos online.

Porém, recentemente, a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que sugeria a permissão da teleconsulta, telediagnóstico e telecirurgia foi devidamente regulamentada, podendo ser praticada a partir de maio.

A decisão pode significar um acompanhamento contínuo (e prático!) do paciente, menos tempo desperdiçado no trânsito/sala de espera, além de todas as potencialidades que só a Internet possui.

Vale lembrar que, no momento, diversos casos de sucesso podem ser encontrados mundo afora.

Um exemplo interessante é o Hospital Gregorio Marañón Geral de Madrid, que criou um projeto para o treinamento dos profissionais de saúde e monitoramento dos pacientes à distância. A ferramenta se chama Telessaúde e promete melhorar a qualidade de vida de quem está envolvido no setor.

Já nos Estados Unidos, as coisas parecem tão assimiladas que o país já conta com um órgão específico para regular a modalidade.

O ATA, American Telemedicine Association, foi fundado em 1993 e tem como objetivo promover o acesso a cuidados médicos por meio da telecomunicação. Para isso, conta com uma rede de mais de 10.000 líderes da indústria e profissionais do mercado healthcare. Interessante, não é mesmo?

Os avanços das impressões 3D

Muita gente tem encarado as impressões 3D como o grande avanço da Medicina nos últimos anos.

A técnica remonta aos anos 1980, quando a indústria automobilística começou a fabricar peças rápidas para a linha de produção, o que deu origem a uma série de criações por parte do equipamento.

Depois do plástico e do metal, chegou a hora da indústria médica utilizá-la para produzir implantes corporais: de ossos a réplicas de órgãos, a ideia é conseguir substituir partes afetadas do organismo sem as filas de espera para transplantes.

Para a companhia de pesquisas Transparent Marketing Research, a ideia é que o mercado de dispositivos 3D cresça em 2025.

A revista Forbes também publicou que, no período de até três anos, a tecnologia tridimensional deve valer um total de US$ 1,3 bilhões. Acredita-se que a maior demanda esteja relacionada a implantas ortopédicos e restaurações dentárias.

E sua instituição, como tem se preparado para esses fenômenos? Conte para a gente nos comentários.

Aliás, aproveite para baixar nossa lista inédita com as melhores ferramentas de gestão em saúde!

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5 dicas para melhorar o acesso ao seu site (e dar um gás nas marcações online!)

Vamos combinar: tem sido cada vez mais difícil fazer com que as pessoas acessem um site – principalmente da área de saúde – e tenham suas atenções capturadas. Ainda mais em um contexto no qual pacientes possuem pouca relação com os locais de consulta, parece óbvio dizer que são pouquíssimos os indivíduos que conhecem o portal de uma clínica e se enveredam na leitura de seus conteúdos. Mas, afinal, isso pode pesar nas suas marcações online?

Para o bem ou para o mal, a resposta é sim. Fato é que pacientes que não ficam em sua página se materializarão em menos agendamentos de consultas e exames, o que, por sua vez, pode pesar muito na eficiência da sua instituição.

No entanto, se esse tem sido o seu caso, não há com o que se preocupar: com a ajuda da nossa equipe de marketing, elegemos cinco pontos-chave para melhorar o acesso ao seu site e, com ele, dar um gás nas marcações online. Confira abaixo!

5 dicas para melhorar o acesso ao seu site

1) Crie conteúdos relevantes

O primeiro passo pode parecer óbvio, mas não é uma realidade para muitas clínicas e hospitais. Mas vamos aos fatos: não dá para falar em agendamento online se o site da sua instituição não recebe visitas.

Pensando nisso, é fundamental que sua equipe coloque em ação táticas para que o paciente o entenda como principal veículo de comunicação – vale chamar o usuário para conhecer o site através das redes sociais, abrir um blog específico para assuntos da área da saúde e até mesmo repaginar o portal para algo que agradará mais os visitantes.

Mas e o SEO?

A sigla internacional para Search Engine Optimization (Otimização para motores de busca) diz respeito a um conjunto de técnicas que fazem com os sites sejam melhor posicionados no Google. O tema é amplo e está longe de se esgotar, mas aqui vão algumas dicas iniciais para ficar de olho e garantir a visibilidade do seu site:

  1. Título chamativo é a porta de entrada;
  2. Uso de boas palavras-chave te garantirão altas posições;
  3. O carregamento da página está lento? A ferramente PageSeed é gratuita é pode te ajudar.

2) Repense a navegabilidade

Ao acessarem seu portal, será que os pacientes conseguem transitar bem entre links, abas e menus? Um dos grandes problemas entre usuários da Internet diz respeito ao carregamento das páginas e seu acesso interno. Comece checando se o site carrega todas as informações de forma rápida e se, com poucos cliques, quem procura algo é capaz de encontrá-lo.

Por exemplo, quanto tempo pode demorar até que um usuário encontre o botão de agendamento online logo ao abrir sua página? Pense no quanto destacar tal funcionalidade pode influenciar no comportamento dos navegantes. Aproveite para analisar se vale a pena continuar mantendo aquele antigo pop-up, mesmo com o risco de atrapalhar a experiência do paciente.

Destaque para o botão de agendamento online

Para conseguir um fluxo alto de marcações online, o botão de marcações tem que ser muito bem posicionado de modo a facilitar a atenção do usuário.

Nesse sentido, alguns de nossos clientes optam por incluir uma barra lateral na página ou um banner chamativo que diz “sabia que você consegue marcar sua consulta online?”. Algo simples, prático e com grandes chances de se converter em novas consultas. Você pode tentar uma alternativa similar por aí.

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3) Faça um trabalho com CTAs

Você já ouviu falar no termo CTA? Sigla para Call to Action, ele diz respeito a uma série de recursos usados para induzir uma ação em quem acessa uma página online.

Ícones de carrinho em lojas virtuais ou convites para acessar um banner, por exemplo, são ótimas formas de exemplificar um termo que, pensando na navegação dos usuários, possui uma importância consensual entre profissionais de Marketing.

Pense bem: qual a chance de alguém que não foi direcionado a uma página específica do seu site chegar lá de primeira? Agora, reanalise esse cenário quando, ao final de um texto, há um banner convidativo que diz “Já que está por aqui, que tal dar uma olhada nesse outro texto?”. É difícil discordar de que a segunda opção gera muito mais resultado. Viu só como um simples convite (em formato de imagem, link ou texto comum) pode reforçar um hábito no usuário? Faça o teste.

4) Imagens e vídeos sem peso

Ficar de olho na quantidade de imagens e vídeos do seu site é muito importante quando pensamos no carregamento da página. Por serem os arquivos de maior peso, estes podem atrapalhar o acesso quando a sobrecarregam, o que afetará negativamente seu ranking nos motores de busca.

Portanto, faça o exercício de checar se todos os arquivos em imagem estão funcionando corretamente e se há a possibilidade de reduzir seu número no portal institucional. Um boa alternativa para deixar o site mais leve é por meio de ferramentas de compressão de imagens, que compactuam seus dados facilmente.

5) Redes sociais a seu favor

É impossível ignorar o impacto que as mídias sociais têm hoje na vida das pessoas – e isso é ótimo! Sabe por quê? Porque isso significa mais possibilidades de atingir em cheio o seu cliente.

Aliás, como anda sua página no Facebook: atualizada diariamente ou nada de posts? Só nesta rede, é possível impulsionar publicações e fazer anúncios personalizados, direcionando seus conteúdos a potenciais pacientes. Abaixo, algumas potencialidades de cada rede para acertar em cheio o cliente!

Facebook

Instagram

E então…

Viu só como não é nada difícil trabalhar melhor o acesso do seu site? Com alguns ajustes aqui e ali, é possível facilitar o acesso do paciente sem muito segredo, além de reforçar o comportamento de agendar uma consulta/exame online por meio das redes sociais.

Aliás, se sua instituição ainda não investe em um software de marcação virtual, mas tem certo interesse no tema, saiba que preparamos um conteúdo super especial para você. Nele, te provaremos de uma vez por todas porque o agendamento via Internet é a melhor alternativa se comparado ao trabalho dos Call Centers. CTA

Mapa de Risco hospitalar: entenda como fazer

O Mapa de Risco hospitalar é uma representação gráfica utilizada para que todos dentro da entidade tenham uma percepção maior da estrutura do local. As instituições de saúde, como já se sabe, possuem diversos fatores de ameaça, principalmente pelo seu segmento.

Dessa forma, ele se torna primordial neste ambiente. A visualização que o mecanismo proporciona ajuda significativamente na implantação de precauções em locais considerados perigosos. Por isso, esse recurso é considerado um dos meios mais eficientes para garantir a segurança do paciente.

Em cada espaço na planta há um círculo que indica as prováveis ameaças daquele meio. Os riscos ocupacionais, segundo a Portaria Federal 25/1994, são divididos nos tipos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, podendo ser grau pequeno, médio ou grande.

Como as ameaças listadas acima são inevitáveis, o objetivo deste post é mostrar como o Mapa de Risco hospitalar pode atenuá-las. E, além disso, expor como essa delineação demonstra organização, planejamento e cuidados com usuários e funcionários.

Como fazer o Mapa de Risco hospitalar?

A elaboração do Mapa de Risco hospitalar pode ser feita pela Comissão Interna de Prevenção de Acidente (CIPA), com colaboração da Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (SOST). Outra opção é contratar pessoas para essa tarefa que possuam formação em proteção do ofício.

Montar um catálogo contendo todos os ambientes do hospital aparentemente é muito trabalhoso, porém, esse projeto diminui consideravelmente acidentes. De acordo com a Organização Mundial do Trabalho, no país, acontecem em média 700 mil casos dessa espécie. E, conforme o Ministério da Previdência, o Brasil gasta, anualmente, cerca de 70 bilhões de reais com eventualidades trabalhistas.

Qual a finalidade do mapa?

A função principal do Mapa de Risco hospitalar é identificar e evidenciar aos colaboradores quais as possíveis ameaças no local de trabalho. Outro importante benefício é o aumento da cautela por toda a equipe ao transitar pela instituição.

A entidade, por sua vez, passa a proporcionar equipamentos de segurança adequados aos espaços determinados. Contudo, para que essa ferramenta cumpra seu papel, é imprescindível executar um excelente planejamento e, para isso, estudar.

O gestor deve se fazer perguntas como: “quais os riscos preciso eliminar com urgência?” e “quais os acidentes ocorrem na instituição com frequência?”. Após responder essas perguntas e entender a realidade de sua instituição, será mais fácil executar um bom trabalho.

Quais perigos o mapa deve conter?

As principais ameaças são classificadas por cores para facilitar o entendimento, abaixo cada um dos grupos:

  • Grupo 01: delimitado pela cor verde. Contém riscos físicos no ambiente hospitalar, como forte calor ou frio, umidade em excesso e ruído;
  • Grupo 02: definido como vermelho. Marca os riscos químicos, como exposição a odores desagradáveis ou tóxicos, fumaça e gases;
  • Grupo 03: representado pela cor marrom. Apresenta riscos biológicos, como a presença de insetos ou outros animais nocivos;
  • Grupo 04: determinado pela cor amarela. Possui ameaças ergonômicas, como necessidade de levantamento de peso e lesão por esforço repetitivo;
  • Grupo 05: demarcado pela cor azul. Corresponde à má preparação do ambiente de trabalho, como iluminação inadequada e não utilização de equipamentos de segurança.

Como funciona o grau de risco?

No desenho do Mapa de Risco hospitalar, é necessária a utilização de círculos grandes, médios e pequenos. O tamanho de cada um determina a dimensão do risco, podendo ser leve, moderado ou elevado.

Essa legenda torna a visualização do mapa mais clara, principalmente porque é preciso que seja de fácil entendimento para todos. Essa planta deve ser refeita caso haja alguma alteração no ambiente como, novas máquinas, saídas, entradas.

Vale lembrar que, de acordo com a Norma Regulamentadora 1, descumprir o protocolo pode gerar multas para a instituição.

Como o mapa pode beneficiar a organização?

Para uma instituição de saúde, investir em mecanismos como o Mapa de Risco é imprescindível. Afinal, o profissional de saúde precisa se sentir seguro e ter sua saúde preservada, para assim conseguir prestar um boa assistência aos usuários.

O bem estar dos pacientes deve vir em primeiro lugar, visto que a confiança dos enfermos não é fácil de conquistar; por esse motivo, após criá-la é necessário mantê-la. É bom ressaltar que são os pequenos detalhes na gestão de riscos que fazem com que alguém escolha uma organização e não outra.

Um bom método para fazer um ótimo Mapa de Risco hospitalar é perceber como funciona a logística interna das instituições brasileiras.

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Teoria das filas: entenda como funciona no cotidiano

A Teoria das filas é uma área da matemática que estuda a probabilidade da formação de filas por meio de pesquisas exatas. Esta teoria também analisa congestionamentos decorrentes da interrupção do fluxo normal e possíveis esperas.

Esse ramo da probabilidade possui um conjunto de modelos que trabalha com problemas de atrasos, investigando, por exemplo, quais as razões que fizeram pacientes aguardarem por atendimentos em uma unidade de saúde.

As filas, como sabemos, estão muito presentes no nosso dia a dia, seja em lojas, no banco, trânsito ou qualquer local no qual necessitamos esperar por um serviço. Diante de tanto stress na hora da espera, o objetivo desse post é te mostrar porque a teoria é tão importante para a Jornada do Paciente e como aplicá-la na prática. Confira!

Classificações de conceitos

Não é novidade para ninguém que as filas são resultado da falta de programação, afinal, se fosse possível organizar o fluxo de chegadas e os serviços, seria possível evitar completamente a espera dos usuários. Infelizmente, na maioria dos casos, parece impossível programar… assim, as filas, embora não desejadas, acabam se tornando inevitáveis.

O processo de fila é composto por três elementos:

  • regime de chegada;
  • regime de serviço;
  • disciplina da fila.

O regime de chegada inclui os seguintes elementos:

  • especificação da população de pacientes; finita ou infinita;
  • distribuição da probabilidade do intervalo de tempo entre chegadas.

No regime de serviço existem três aspectos a ser considerados:

  • a disponibilidade do serviço: alguns sistemas só atendem durante um certo intervalo de tempo, enquanto outros estão sempre disponíveis;
  • a capacidade do sistema, isto é, o número de clientes atendidos simultaneamente;
  • a duração do tempo de serviço de cada cliente, que pode ser constante ou aleatória, com distribuição de probabilidade estacionária ou não, dependendo, inclusive, do tamanho da fila.

A disciplina da fila são várias normas que definem a ordem em que os pacientes serão atendidos. Existem diversas possibilidades: atendimento pela ordem de chegada, atendimento aleatório, prioridade para certas categorias de clientes, etc. Isto é  determinado pela própria gestão do hospital.

Modelos de chegada

Se forem conhecidos o número de chegadas e os instantes de tempo em que elas acontecem, esse processo é denominado determinístico; caso contrário, tem-se um comportamento aleatório, constituindo um processo estocástico caracterizado por uma distribuição de probabilidade.

Para essa distribuição, é necessária a especificação de um parâmetro denominado taxa de chegadas, que representa o número médio de usuários que chegam ao sistema por unidade de tempo.

Modelos de atendimento

O atendimento deve ser especializado pelo comportamento do fluxo de usuários atendidos e a sua caracterização é análoga à do processo de chegadas.

Usualmente, nos modelos de atendimento, usa-se o parâmetro e, assim como nos modelos de chegadas, existem duas nomenclaturas comumente utilizadas: número de atendimentos na unidade de tempo e tempo decorrido entre dois atendimentos consecutivos.

Cada uma dessas grandezas apresenta uma distribuição de probabilidade, como é ilustrado na tabela abaixo:

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Não sabe o que é Poisson? Entenda.

Modelos de atendimento podem apresentar diversas configurações: canal único, canal múltiplo, atendimento único, atendimento múltiplo. O canal único se configura por ter apenas uma instalação de atendimento, podendo ter um ou mais postos de atendimento, porém em série. O canal múltiplo apresenta mais de um canal de atendimento em paralelo, atuando de forma independente.

O atendimento múltiplo é realizado por mais de uma instalação de atendimento em série, dependente uma da outra. Já o atendimento único consiste na realização do atendimento feita integralmente em um posto, independente de qualquer outro posto.

Modelo básico da Teoria das filas

A maior parte dos modelos de filas de espera baseia-se no processo de nascimento e morte (markoviano).

No contexto das filas de espera, um nascimento corresponde à chegada de um novo paciente e uma morte corresponde à partida de um usuário. Alguns exemplos:

  • Modelo M/M/1//FIFO : Existe um único posto de atendimento, não existe limitação de capacidade no espaço reservado para a fila de espera, sendo que a ordem de acesso de usuários ao serviço segue a ordem de chegada dos mesmos ao sistema (FIFO).
  • Modelo M/M/1/K/FIFO : Apresenta um único posto de atendimento, porém existe uma limitação de capacidade no espaço reservado para a fila de espera, sendo que a ordem de acesso de usuários ao serviço segue a ordem de chegada dos mesmos ao sistema (FIFO).
  • Modelo M/M/C//FIFO: Existem “N” postos de atendimento, não existe limitação de capacidade no espaço reservado para a fila de espera, sendo que a ordem de acesso de usuários ao serviço segue a ordem de chegada dos mesmos ao sistema (FIFO).
  • Modelo M/M/C/K/FIFO: Existem diversos pontos de atendimento, contudo há uma limitação de capacidade no espaço reservado para a fila de espera, sendo que a ordem de acesso de usuários ao serviço segue a ordem de chegada dos mesmos ao sistema (FIFO).

Importância da Teoria das filas na saúde

Diante da constante insatisfação dos pacientes em relação às filas em atendimentos, as instituições de saúde precisam buscar alternativas para que as filas diminuam. Sabemos que é pouco provável que uma unidade consiga acabar com todas as filas, mas existem estratégias de diminuir essa realidade. O primeiro passo para isso, como sugestão, é justamente estudar e compreender a Teoria das Filas.

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Prontuário do paciente: o que você precisa saber sobre

O prontuário do paciente é um importante instrumento no cotidiano dos profissionais da saúde. Além de ser obrigatório para todos os usuários, é indispensável para uma assistência de qualidade e para a segurança dos pacientes.

Por isso, o objetivo deste post é apresentar a legislação e a ética que existem no preenchimento da ficha do usuário, visando sempre garantir a segurança de todos.

A princípio, vamos falar sobre a história dos registros de saúde do paciente, para em seguida avançarmos para as questões legais e éticas que os envolvem.

Como surgiram os primeiros registros?

É possível encontrar documentos sobre doenças de pacientes desde 4.000 a.C. Já foram descobertos até mesmo diagnósticos do Egito Antigo e anotações de Hipócrates, com embasamento científico, de sinais e sintomas diversos.

Ao longo da história, ainda que lentamente, estruturar o prontuário dos usuários tornou-se uma prática cada vez mais habitual.

No Brasil,  a primeira instituição a integrar o serviço de arquivo médico foi o Hospital da Universidade de São Paulo, em 1943. Logo após a Santa Casa de Santos, e depois o Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro.

Em 1952 a Lei Alípio Correa Netto entrou em vigor, passando a exigir que principalmente os hospitais públicos arquivassem os registros. Evidentemente de forma adequada, para receberem a contribuição do governo.

Anteriormente os familiares e os pacientes não tinham uma preocupação grande com os registros clínicos. Entretanto, a medicina moderna exige prontuários satisfatórios e acessíveis. Além do mais, para uma unidade de saúde ser certificada pelo Programa Brasileiro de Acreditação Hospitalar, a instituição deve possuir um sistema de prontuário.

O que deve constar no prontuário do paciente?

O prontuário do usuário para ser organizado e compreensível a todos, necessita conter:

  • protocolo de identificação do paciente: é comum as entidades de saúde, utilizar dois itens principais para compor o reconhecimento, como: o nome completo e a data de nascimento;
  • anamnese: é uma lista de perguntas respondidas com dados obtidos do paciente (físico ou histórico), realizados no momento da admissão. Neste questionário normalmente consta possíveis alergias, tratamentos com medicamentos, entre outros;
  • plano terapêutico: são diversas alternativas terapêuticas estabelecidas por um especialista, a partir da avaliação de cada caso. O enfoque precisa ser  multiprofissional e interdisciplinar;
  • laudos de exames: é necessário conter análises complementares (urina, sangue, etc.), imagens ultrassonografia, RX, ressonância, entre outras;
  • prescrição médica: registro de todas as medidas indicadas ao paciente, como cuidados gerais, precaução para reabilitação e o uso de medicamentos;
  • evolução médica e da enfermagem: incluir dados dos sinais vitais, sintomas, alteração físico patológica, diagnóstico e necessidades especiais;
  • termos de consentimentos: estes termos são referentes a acordos assinados pelo usuário ou responsável para qualquer procedimento invasivo como: anestesia, cirurgia, etc;
  • motivos de transferência, alta ou óbito: declarações da causa da transferência, registros das condições de alta e plano do óbito;
  • documentos diversos: descrição cirúrgica, laudos de consultoria, atestados de quimioterapia, radioterapia, hemodiálise, entre outros.

Os documentos podem ser reproduzidos?

Cópias do prontuário só podem ser fornecidas mediante uma autorização do paciente. Por mais que haja uma solicitação judicial, cabe à comissão de prontuários decidir se deve ou não ser acatada.

A Resolução 1.605/2000 do CFM (Conselho Federal de Medicina) afirma que:

  • Art. 1º: O médico não pode, sem o consentimento do paciente, revelar o conteúdo do prontuário ou ficha médica;
  • Art. 2º: Nos casos do art. 269 do Código Penal, onde a comunicação de doença é compulsória, o dever do médico restringe-se exclusivamente a comunicar tal fato à autoridade competente, sendo proibida a remessa do prontuário médico do paciente;
  • Art. 3º: Na investigação da hipótese de cometimento de crime, o médico está impedido de revelar algo que possa expor o paciente a processo criminal;
  • Art. 4º: Se na instrução de processo criminal for requisitada, por autoridade judiciária competente, a apresentação do conteúdo do prontuário ou da ficha médica, o médico disponibilizará os documentos ao perito nomeado pelo juiz, para que neles seja realizada perícia restrita aos fatos em questionamento;
  • Art. 5º: Se houver autorização expressa do paciente, tanto na solicitação como em documento diverso, o médico poderá encaminhar a ficha ou prontuário médico diretamente à autoridade requisitante;
  • Art. 6º: O médico deverá fornecer cópia da ficha ou do prontuário desde que solicitado pelo paciente ou requisitado pelos Conselhos Federal ou Regional de Medicina;
  • Art. 7º: Para sua defesa judicial, o médico poderá apresentar a ficha ou o registro hospitalar à autoridade competente, solicitando que a matéria seja mantida em segredo de justiça;
  • Art. 8º: Nos casos não previstos nesta resolução e sempre que houver conflito no tocante à remessa ou não dos documentos à autoridade requisitante, o médico deverá consultar o Conselho de Medicina, onde mantém sua inscrição, quanto ao procedimento a ser adotado.

Como funciona o prontuário eletrônico?

O Conselho Federal de Medicina (CFM), em 2002, definiu a necessidade de uma elaboração do prontuário de maneira digital.

A  CFM 1.639/2002(3), decidiu que:

  • Art. 1°: Aprovar as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”, anexas à esta resolução, possibilitando a elaboração e o arquivamento do prontuário em meio eletrônico;
  • Art. 2°: Estabelecer a guarda permanente para os prontuários médicos arquivados eletronicamente em meio óptico ou magnético e microfilmados;
  • Art. 5°: Autorizar, no caso de emprego da microfilmagem, a eliminação do suporte de papel dos prontuários microfilmados, de acordo com os procedimentos previstos na legislação arquivística em vigor (Lei nº 5.433/68 e Decreto nº 1.799/96), após análise obrigatória da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo;
  • Art. 6°: Autorizar, no caso de digitalização dos prontuários, a eliminação do suporte de papel dos mesmos, desde que a forma de armazenamento dos documentos digitalizados obedeça à norma específica de digitalização contida no anexo desta resolução e após análise obrigatória da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo;
  • Art. 7°: O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), mediante convênio específico, expedirão, quando solicitados, a certificação dos sistemas para guarda e manuseio de prontuários eletrônicos que estejam de acordo com as normas técnicas especificadas no anexo a esta resolução.

Existem diversos benefícios agregados ao prontuário eletrônico e, vamos falar de alguns a seguir.

Espaço físico

Os registros por lei devem ser guardados pela instituição por, no mínimo, 20 anos. No decorrer de duas décadas, esses documentos ocuparão um espaço físico significativo. Espaço este, que poderia ser utilizado para armazenar outros recursos.

Sigilo

O sigilo médico como já se sabe é um dever ético e moral. Sua quebra é prevista legalmente somente quando é de interesse maior da sociedade ou para proteger a saúde do paciente.

O prontuário eletrônico por sua vez, auxilia diretamente em  manter segura as informações do usuário. Além de não revelar os dados dos pacientes a terceiros, o registro digital permanece devidamente armazenado e minimiza possíveis erros.

A confidência hospitalar é garantida por legislação:

  • Art. 154: criminaliza a ação de “Revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem”– pena de 3 meses a 1 ano;
  • Art. 207: “São proibidas de depor as pessoas que, em razão de função, ministério, ofício ou profissão, devam guardar segredo, salvo se, desobrigadas pela parte interessada, quiserem dar o seu testemunho”;
  • Art. 406, inciso II: “a testemunha não é obrigada a depor de fatos a cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar sigilo”;
  • Art. 102: Revelar o fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente.

Parágrafo único – Permanece essa proibição:

– Mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido.

– Quando do depoimento como testemunha. Nessa hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento;

  • Art. 103: Revelar segredo profissional referente a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente;
  • Art. 104: Fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou suas fotografias em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos em programas de rádio, televisão ou cinema, e em artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações legais;
  • Art. 105 : Revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade;
  • Art. 106 : Prestar a empresas seguradoras qualquer informação sobre as circunstâncias da morte de paciente seu, além daquelas contidas no próprio atestado de óbito, salvo por expressa autorização do responsável legal ou sucessor;
  • Art. 107: Deixar de orientar seus auxiliares e de zelar para que respeitem o segredo profissional a que estão obrigados por lei;
  • Art. 108: Facilitar manuseio e conhecimento dos prontuários, papeletas e demais folhas de observações médicas sujeitas ao segredo profissional, por pessoas não obrigadas ao mesmo compromisso;
  • Art. 109: Deixar de guardar o segredo profissional na cobrança de honorários por meio judicial ou extrajudicial.

Diminuição de erros

Ao transcrever algo, de maneira rápida e à mão, facilmente um profissional de saúde pode cometer erros ortográficos ou a letra não ser legível.  Esse é um risco que entidades que ainda utilizam o prontuário de papel correm diariamente.

Ao possuir um prontuário eletrônico, as informações tornam-se muito mais claras facilitando consideravelmente para o paciente entender a receita médica, por exemplo.

Quais as dúvidas mais frequentes sobre o prontuário do paciente?

Existem algumas questões comuns entre as entidades que ainda utilizam o prontuário de papel, como:

Alguém pode ser penalizado por falhas no preenchimento do prontuário?

Sim, após serem determinadas as regras e normas oficiais, elas precisam ser

seguidas como qualquer outra lei. O não cumprimento destes regulamentos, pode resultar em uma infração e penalidades de acordo a legislação, incluindo processos éticos.

O prontuário é do paciente ou do hospital?

De acordo com a lei, as informações pertencem ao usuário. E a entidade é a encarregada legalmente por guarda e conservar os dados.

Por que essas informações ficam no hospital?

Por lei, os hospitais são os responsáveis de preservar tudo que diz respeito à doenças, tratamentos e exames. O objetivo é garantir que essas informações estejam disponíveis sempre que forem requisitadas.

Além do mais, o prontuário contém informações científicas e jurídicas. Ou seja, o recomendável, é que permaneça na instituição. Pois poucos pacientes conseguem organizar e manter uma pasta completa sobre o seu caso.

Como o paciente acessa o conteúdo das suas informações se ficam no hospital?

A entidade tem o dever de fornecer ao usuário ou a seu representante os dados do seu prontuário. É garantido pela constituição que qualquer cidadão tem o direito ao acesso de todo e qualquer dado a seu respeito.

Quem define o conteúdo do prontuário?

A Comissão de Revisão do Prontuário (CRP) é quem oficialmente é encarregada de  definir o conteúdo e as informações necessárias segundo as Boas Práticas Clínicas.

Como a CRP determina o que é necessário anotar no prontuário?

Através de dois mecanismos:

a) análise do processo;

b) obrigação de atender as normas e solicitações dos usuários ou da diretoria.

Qual o papel da CEM (Comissão de Ética Médica) e qual sua relação com o Prontuário?

A CEM é uma extensão do CRM (Conselho Regional de Medicina), responsável pelo trabalho preventivo junto aos médicos dos grandes hospitais. Encarregado também pelas sindicâncias frente a indícios de infração dos prontuários.

Além do prontuário físico e do eletrônico, existe algum outro tipo?

Não, contudo existem diversas maneiras de organizar os documentos

dentro no prontuário: não estruturado (livre) ou estruturado.

O não estruturado é semelhante aos processos judiciais, onde os documentos mais recentes são arquivados por cima dos mais antigos. Ao longo do processo, numa linha de tempo em que ninguém escreve nada, apenas se arquiva cada documento.

Este modelo de registro precisa de uma numeração sequencial de todas as folhas dos documentos, carimbo com data e assinatura para assegurar a autenticidade.

A quem cabe a responsabilidade pelo preenchimento correto do prontuário?

Esta função normalmente é dada ao profissional assistente e aos demais colaboradores que auxiliam no atendimento. Alguns atestados ou observações são de caráter exclusivo, como o diagnóstico de doenças, que precisa ser feito por um médico.

Qual a importância de um bom prontuário do paciente?

O prontuário é uma documentação de grande valor para todos, tanto para os pacientes quanto para a instituição. Abaixo veja as vantagens específicas para ambos:

  • paciente: os dados proporcionam um atendimento, diagnóstico e tratamento mais rápidos, eficientes e econômicos. E, facilidade para transferências de setores de outras especialidades. Os registros dispensam os interrogatórios e exames complementares, reduzindo assim o custo da assistência e o tempo. Para o usuário é também, uma forte ferramenta de defesa, em caso de possíveis reivindicações de direitos perante o hospital.
  • hospital: a existência de bons prontuários, permite maior rotatividade de pacientes, baixando a média de permanência. Reduz o uso indevido dos equipamentos e serviços, evitando a repetição desnecessária de exames.
  • equipe de saúde: todos os profissionais que mantêm contato com o paciente, precisam trabalhar em conjunto. O ideal, seria que a equipe tomasse as decisões importantes em grupo. Entretanto isso não é possível, neste caso o prontuário torna-se primordial, pois por meio dele facilita a comunicação entre os especialistas.

Porquê a tecnologia é fundamental para o prontuário?

A tecnologia tem o papel de facilitar o cotidiano dos seres humanos e o prontuário eletrônico é uma prova disso. Ele é uma excelente opção para a entidade que busca aprimorar seus processos, evoluir e fidelizar seus pacientes.

Contudo, lembre-se o primeiro passo, é implantar o Enterprise Resource Planning (ERP) ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial, para implantar o prontuário eletrônico.

Estude sobre os processos internos das instituições brasileiras e veja como o prontuário do paciente faz toda a diferença na qualidade do atendimento dos usuários.

CBIS 2018 propôs reflexão sobre saúde digital

Congresso ofereceu quatro dias de imersão em palestras e painéis com conteúdos relevantes para o setor da saúde

Com o tema “Saúde digital para a cidadania”, o Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS) aconteceu entre os dias 1º e 04 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Esta foi a décima sexta edição do evento, que é organizado pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), que conta com o apoio da Universidade Federal de Fortaleza.

Sendo o congresso mais tradicional na área de Informática em Saúde da América Latina, o CBIS é realizado a cada dois anos desde sua primeira edição em 1986. Neste ano, debateu o potencial transformador que as inovações agregam aos profissionais, provedores, fontes pagadoras e pacientes.

A programação englobou temas como prontuário eletrônico, gestão estratégica, soluções para o setor público e privado, capacitação profissional, padrões de interoperabilidade e aplicações móveis. O que proporcionou uma reflexão sobre assuntos que estão em pauta e demandam a atenção de quem atua no segmento.

Guilherme Gonzaga, diretor de operações da CM Tecnologia, esteve presente no CBIS e relata que “é um evento de grande relevância quando se pensa em Tecnologia da Informação para saúde. Foram quatro dias de imersão em palestras e painéis com conteúdos relevantes para o setor”. Como espectador, Gonzaga acredita que a experiência “foi uma captação de conhecimento e networking muito interessante”.

SOBRE A SBIS A Sociedade busca promover o desenvolvimento de todos os aspectos da Tecnologia da Informação aplicada à Saúde. Sua atuação é marcada pela realização de eventos nacionais e internacionais, bem como pela colaboração com órgãos públicos – como a OPAS, a Finep e o Ministério da Saúde – e entidades de classe – como o Conselho Federal de Medicina, a Abramge, a Fenaess e o Sindhosp. Além disso, representa o Brasil na Federação Internacional de Informática em Saúde.

5 dicas sobre marketing médico para para instituições de saúde

Saiba como utilizar o marketing médico em sua clínica ou consultório com as 5 dicas que preparamos!

As estratégias de marketing são utilizadas a fim de satisfazer as necessidades de um público-alvo. Na área da saúde muitos profissionais ainda têm receio de usar  o marketing médico no dia a dia da clínica. Você é um deles?

Devido ao temor diante das limitações que o Conselho Federal de Medicina (CFM) determina, muitas instituições ainda não utilizam esse recurso. Isso é um erro, pois com as medidas corretas torna-se perfeitamente possível colocar em prática os métodos, atraindo mais pacientes para a unidade. Para que isso seja possível, é necessário realizar um planejamento adequado quanto aos investimentos na área.

É importante ressaltar que esse tipo de marketing não tem como único objetivo captar mais pessoas para sua agenda. Ele também preza por levar informações adequadas a um público específico.

Continue lendo o post para conferir dicas práticas de como aplicar  o marketing médico!

1. Defina objetivos e estratégias

Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo revelou que 90% dos entrevistados buscam, na internet, informações sobre a própria saúde. Visto que esse número representa a maioria, é de suma importância o uso de um marketing de conteúdo bem planejado.

Para isso, seria ideal que o médico tivesse, entre outras coisas, noções de marketing. Entretanto, é indiscutível que tanto a formação como a profissão médica exigem dedicação total por parte do profissional.

Portanto, uma forma de solucionar esse problema é buscar ajuda com especialistas de marketing já familiarizados com a área da saúde. Eles auxiliarão na escolha das melhores estratégias e elaboração de um plano para atingir os objetivos traçados.

2. Utilize as redes sociais para o marketing médico

Como mencionamos, a internet é a principal fonte de consulta sobre informações da própria saúde, superando até mesmo os profissionais da área.

Assim sendo, as redes sociais são ferramentas importantes para o marketing médico. Entretanto, é importante ser cauteloso ao optar por esses recursos, de modo que não desrespeite as normas estabelecidas pelo CFM.

Mas afinal, como é possível utilizar as redes sociais mesmo com limitações?

  • Facebook é ideal a criação de uma fanpage para compartilhar conteúdos relevantes ao público-alvo;
  • Twitter permite que sejam veiculadas mensagens curtas, podem ser notícias ao vivo ou até mesmo um link que redirecione para postagens externas;
  • Instagram por meio de fotos e vídeos de alta qualidade é possível publicar informações e curiosidades sobre determinada doença.

3. Estabeleça uma estratégia de Inbound Marketing

A base do inbound marketing é a elaboração e divulgação de conteúdo de qualidade para o seu público.

Essa estratégia tem foco distinto do marketing tradicional, pois objetiva atrair voluntariamente os pacientes para a sua instituição.

A principal vantagem é a possibilidade do profissional ou instituição de saúde se tornar referência. Em relação ao paciente, existe uma maior probabilidade de encontrar informações confiáveis sobre as instituições.

Quer saber como aplicar essa estratégia? Baixe um e-book gratuito com tudo o que você precisa saber sobre Inbound Marketing.

4. Tenha responsabilidade ao veicular informações

Já vimos que é possível utilizar a internet como aliada no marketing médico. Agora, vamos ressaltar algumas práticas que devem ser evitadas nesse canal de comunicação.

Um hábito muito comum é o uso da imagem de celebridades. Reforçamos que isso é proibido! Além disso, não é permitida a postagem de fotos de pacientes, mesmo que autorizadas, para exibir resultados de tratamentos, por exemplo.

A facilidade na comunicação, oferecida pelas redes sociais, não deve substituir o contato pessoal com o paciente. Dessa forma, são censuradas as práticas que envolvam consulta, diagnósticos ou prescrição a distância.

Mesmo que o contato seja pessoal, deve-se ter atenção com o vocabulário utilizado. Lembre-se sempre de não prometer resultados, mas sim garantir seu comprometimento na busca por eles.

5. Esteja at00ento à autopromoção

A forma como o médico se identifica nas divulgações também deve ser motivo de cautela. É estritamente proibido anunciar uma especialidade que não tem. Mesmo que esteja em andamento, só é possível se afirmar especialista quando isso for reconhecido pelo CFM.

Além disso, não é permitida a autopromoção baseada nos equipamentos utilizados na clínica. Mesmo que sejam dotados de tecnologia de ponta, não se deve associar a qualidade do atendimento ao nível tecnológico do local.

Quando bem planejado e prezando pela ética, o marketing proporciona benefícios tanto para o médico quanto para a população. Ele auxilia a atrair mais pacientes para o consultório, fidelizar aqueles que já o frequentam e leva informações para as pessoas.

Agora que você já sabe as principais dicas para marketing médico em clínicas e consultórios, que tal descobrir as métricas essenciais para gestão hospitalar? Boa leitura!

Sobre o autor:

Felipe Lourenço é especialista em Informática e Gestão em Saúde pela Universidade de São Paulo (USP). É co-founder & CEO do iClinic, um software online de gestão que organiza as informações de clínicas e consultórios de maneira simples e intuitiva, tornando os processos mais inteligentes e produtivos.

 

5 dicas práticas para decorar uma clínica

Um visual sóbrio e tradicional, ou algo mais descontraído e moderno? Decorar uma clínica é um momento especial, mas que cores usar? E a iluminação?

Montar uma clínica exige uma série de cuidados, e depois de tanto trabalho e dedicação, descuidar da decoração pode ser um grande erro.

Um ambiente agradável, bonito e aconchegante, onde seus pacientes se sintam acolhidos e confiantes, faz toda diferença na hora do atendimento.

Veja neste conteúdo, 5 visuais incríveis para decorar uma clínica.

5 ambientes de clínicas que acertaram em cheio na decoração

1- A cor do som

Decorar uma clínica fonoaudiológica pode estimular vários sentidos de quem a visita, principalmente a visão.

Quando se trata de uma clínica cujo o foco seja a pediatria, por exemplo, é importante deixar os pacientes (crianças) à vontade. Aposte em uma decoração lúdica, de cores contrastantes pode ser a chave para entretê-las, principalmente se precisarem entrar em uma cabine à prova de som.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

 

No consultório, deixe os brinquedos à vista e mantenha-os sempre arrumados nas prateleiras. As luminárias de teto com formatos abstratos também são uma ótima sacada para deixar o clima ainda mais agradável.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Utilizando essas dicas, a jornada será muito mais agradável para a criança, mesmo que não dure tanto tempo.

2- Aposte em detalhes vermelhos

Aquele ambiente totalmente branco pode ter um efeito negativo, principalmente quando são utilizadas luzes fortes para iluminá-lo. Usar esse tipo de padronização, pode causar certo incômodo ao paciente, uma a sensação de ambiente frio e sem vida

decorar clínica

Marli Scarpari

Ao pensar na decoração de um consultório de ortodontia, tente se diferenciar dos demais. Utilizar painéis e cores mais vibrantes é uma ótima ideia, mas deve-se manter a coerência, é claro!

Repare como as cadeiras vermelhas quebram toda frieza do lugar, e da mais vida ao ambiente.

3- Sinta-se em casa

Por que toda clínica tem que ter “cara de clínica”?

Trazer a tona um ambiente mais aconchegante e tranquilo é uma das tendências em decoração para clínicas.

Então que tal apostar em objetos amadeirados, deixando o ambiente um pouco mais rústico, mas sem perder a sofisticação e a modernidade?

O setor de decoração fornece inúmeras peças, que podem ajudar na ornamentação da sua clínica a custos acessíveis.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Outra dica para deixar sua clínica ainda mais acessível e cômoda para o paciente, é investir em ferramentas que agilizem o atendimento.

Usar tecnologia com foco no atendimento de qualidade e a união da sofisticação e tecnologia pode ser o diferencial, que fará com que você seja referência na especialidade que atua.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Trazer conforto aos pacientes é um bom começo para promover a fidelização.

4- Do tamanho certo

Para as clínicas pediátricas, é importante ter uma decoração que agrade tanto os pais quanto as crianças, assim como mostramos na foto abaixo:

decorar clínica

DH Arquitetura

O público alvo destas clínicas, as crianças, estão sempre acompanhados dos pais, então é muito importante decorar um ambiente voltado para as duas faixas etárias.

5- Ver para crer

Nada melhor do que uma clínica oftalmológica que saiba, realmente, agradar os olhos de seus pacientes.

A combinação de cores e traços geométrico do painel que divide os ambientes é o tipo de detalhe que dá vida ao ambiente.

decorar clinica

Terezinha C Maia de Carvalho

As vezes é difícil imaginar uma forma de inovar dentro de uma área como a saúde que pede seriedade. Mas você acabou de ver vários ambiente de 5 clínicas diferentes, cada uma com um segmento específico.

E a sua, que visual será o mais adequado para deixar seus pacientes mais a vontade?

 

Texto escrito pela equipe Viva Decora

 

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A importância do software de gestão

Comprar uma passagem aérea, reservar um quarto no hotel, garantir um ingresso para aquele festival que você tanto esperava… O que essas coisas têm em comum? É simples! Hoje em dia temos a praticidade do software de gestão para realizar essas e outras tarefas sem precisar sair de casa.

Desta forma gastamos menos tempo e, por vezes, economizamos bastante dinheiro.

Existem várias tarefas básicas e corriqueiras que seriam complexas se não fossem facilitadas por meio da Internet e desses softwares.

O software de gestão é um programa desenvolvido para melhorar a administração de uma empresa em um ambiente virtual. Ele possibilita a criação de agendas, planilhas e informações relevantes para os usuários de acesso, com o intuito de organizar e estabelecer o controle da empresa (seja ela de qualquer área de atuação).

Quem não tem acesso a essa tecnologia geralmente costuma sofrer com algumas tarefas simples como, por exemplo, fazer o agendamento de consulta.

Imagine você se, ao planejar uma viagem, não pudesse comprar as passagens, reservar passeios, jantares e hospedagem com ajuda dos softwares de gestão online? Basta pensar em quanto tempo as pessoas gastavam com isso antigamente.

Definitivamente realizar todo esse processo hoje seria bem problemático e demandaria muito tempo e esforço.

Enfim, em um mundo cada vez mais virtual, é indispensável a adaptação das nossas necessidades básicas diárias aos softwares de gestão.  

É possível identificar essa necessidade ainda mais presente no ramo da saúde, com a marcação de consultas, exames e cirurgias.

A necessidade de um software de gestão nos centros cirúrgicos

Um bloco cirúrgico é muito custoso às clínicas e hospitais. As operações realizadas, os materiais utilizados, a mão de obra qualificada, tudo isso faz com que cada minuto seja precioso.

Os desperdícios de tempo com os cancelamentos de cirurgias, a busca de instrumentos médicos necessários, e troca de turnos de funcionários devem ser repensados. De modo que essas e outras coisas não gerem problemas maiores ao hospital.

Para isso, é necessário um software para gerir o agendamento de cirurgias além da instrumentação necessária para determinados procedimentos.

Já falamos aqui no blog sobre workflow. Saiba mais sobre esse termo clicando aqui. No entanto, as consultas médicas mais habituais também tem muita coisa a melhorar. A chamada jornada do paciente apesar de ser um termo pouco conhecido por muitas clínicas e hospitais, já soluciona grandes problemas. 

Outros problemas no atendimento

O paciente encontra diversos problemas desde o primeiro contato com a clínica até o atendimento e a saída do local. Podemos listá-los:

  • Baixa frequência de ligações atendidas;
  • Demora para marcar um procedimento ou consulta;
  • Verificação burocrática da elegibilidade do paciente para uma cirurgia, por exemplo;
  • Atendimento monótono de call center;
  • Longas filas de espera.

A lista de problemas que podem ser resolvidos com uma jornada humanizada continua. São justamente esses problemas que tornam a experiência de atendimento muito desagradável para o paciente.

Na visão dos prestadores de saúde, gestores e profissionais de hospitais, clínicas e laboratórios, muita coisa também pode ser melhorada:

  • Alto número de não comparecimentos no escritório médico;
  • Custo elevado para pagamento de funcionários;
  • Relação pouco engajada entre médico e paciente;
  • Baixa eficiência nos centros cirúrgicos.


falta do Software de gestão

Qual é o software de gestão que eu preciso?

Atualmente, uma das minhas funções é descobrir clínicas e hospitais em todo o Brasil que têm gargalos com o agendamento de consultas, altos custos com empregados e salas cirúrgicas, e queiram alavancar suas receitas oferecendo um tratamento mais rápido e humanizado para seus pacientes.

Posso dizer que o cenário da saúde em geral no Brasil tem muito espaço para melhoria (como foi citado acima).

É nesse cenário que a CM Tecnologia enxergou uma oportunidade para melhorar a jornada do paciente e, do outro lado, otimizar e garantir maiores lucros para os hospitais, laboratórios e clínicas!

CM Tecnologia

A CM desenvolveu um software de gestão indispensável para uma jornada do paciente eficaz e agradável. Independente do tamanho da clínica ou do hospital, todas as necessidades podem ser atendidas. Sejam elas:

Propomos um diferencial para o ramo da saúde, em todos os aspectos por meio um software de gestão que impacta positivamente as nossas vidas. 

O objetivo desse software é diminuir os prejuízos, otimizar o uso das clínicas e salas cirúrgicas e melhorar a pontualidade dos procedimentos. Além de humanizar os atendimentos para a satisfação dos pacientes.

A CM Tecnologia já possui mais de 300 clientes de variados tamanhos (desde pequenas clínicas a hospitais robustos).

Algumas das qualidades dos nossos softwares de gestão são:

Todos esses diferenciais vêm para trazer benefícios para as pessoas que estão dentro e fora da instituição de saúde!

 

 Software de gestão

Conclusão

Todo mundo tem algum exemplo, seja da própria pessoa ou de um conhecido/familiar que teve alguma experiência negativa de atendimento em clínicas e hospitais.

Longos intervalos de espera, atrasos, remarcações e a lenta burocracia dos planos de saúde são muito comuns no Brasil.

Um dia vamos olhar para trás e pensar: “Como as pessoas aguentavam o processo lento e ineficiente dos call centers e dos atendimentos presenciais?”.

A verdade é que aguentamos esse processo por já estarmos acostumados com ele. Além de que ainda não conseguimos visualizar completamente o quão benéfico seria, para todas as partes, a aplicação das soluções propostas pela CM Tecnologia.

 

Gostou do nosso conteúdo ou ficou com alguma dúvida? Clique no link abaixo e conheça a CM Tecnologia.

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ASSINATURA MATEUS - Software de gestão