Gestão Cirúrgica

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Mapa de Risco hospitalar: entenda como fazer

O Mapa de Risco hospitalar é uma representação gráfica utilizada para que todos dentro da entidade tenham uma percepção maior da estrutura do local. As instituições de saúde, como já se sabe, possuem diversos fatores de ameaça, principalmente pelo seu segmento.

Dessa forma, o Mapa de Risco torna-se primordial neste ambiente. A visualização que o mecanismo proporciona ajuda significativamente na implantação de precauções em locais considerados perigosos. Por isso, esse recurso é considerado um dos meios mais eficientes para garantir a segurança do paciente.

Em cada espaço na planta há um círculo que indica as prováveis ameaças daquele meio. Os riscos ocupacionais, segundo a Portaria Federal 25/1994, são divididos nos tipos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, podendo ser grau pequeno, médio ou grande.

Como as ameaças listadas acima são inevitáveis, o objetivo deste post é mostrar como o Mapa de Risco hospitalar pode atenuá-las. E, além disso, expor como essa delineação demonstra organização, planejamento e cuidados com usuários e funcionários.

Como fazer o Mapa de Risco hospitalar?

A elaboração do Mapa de Risco hospitalar pode ser feita pela Comissão Interna de Prevenção de Acidente (CIPA), com colaboração da Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (SOST). Outra opção é contratar pessoas capacitadas para essa tarefa, que possuam formação em proteção do ofício.

Montar um catálogo contendo todos os ambientes do hospital aparentemente é muito trabalhoso, porém esse projeto diminui consideravelmente acidentes. De acordo com a Organização Mundial do Trabalho, no país, acontecem em média 700 mil casos dessa espécie. E, conforme o Ministério da Previdência, o Brasil gasta, anualmente, cerca de 70 bilhões de reais com eventualidades trabalhistas.

Qual a finalidade do mapa?

A função principal do Mapa de Risco hospitalar é identificar e evidenciar aos colaboradores quais as possíveis ameaças no local de trabalho. E, outro importante benefício é o aumento da cautela por toda a equipe ao transitar pela instituição.

A entidade, por sua vez, passa a proporcionar equipamentos de segurança adequados aos espaços determinados. Contudo, para que essa ferramenta cumpra seu papel, é imprescindível executar um excelente planejamento e, para isso, estudar.

O gestor deve se fazer perguntas como: “quais os riscos preciso eliminar com urgência?” e “quais os acidentes ocorrem na instituição com frequência?”. Após responder essas perguntas e entender a realidade de sua instituição será mais fácil executar um bom trabalho.

Quais perigos o mapa deve conter?

As principais ameaças são classificadas por cores para facilitar o entendimento, abaixo cada um dos grupos:

  • Grupo 01: delimitado pela cor verde. Contém riscos físicos no ambiente hospitalar, como forte calor ou frio, umidade em excesso e ruído;

  • Grupo 02: definido como vermelho. Marca os riscos químicos, como exposição a odores desagradáveis ou tóxicos, fumaça e gases;

  • Grupo 03: representado pela cor marrom. Apresenta riscos biológicos, como a presença de insetos ou outros animais nocivos;

  • Grupo 04: determinado pela cor amarela. Possui ameaças ergonômicas, como necessidade de levantamento de peso e lesão por esforço repetitivo;

  • Grupo 05: demarcado pela cor azul. Corresponde à má preparação do ambiente de trabalho, como iluminação inadequada e não utilização de equipamentos de segurança.

Como funciona o grau de risco?

No desenho do Mapa de Risco hospitalar, é necessário a utilização de círculos grandes, médios e pequenos. O tamanho de cada um, determina a dimensão do risco, pode ser leve, moderado ou elevado.

Essa legenda torna a visualização do mapa mais clara, principalmente porque é preciso que seja de fácil entendimento para todos. Essa planta, deve ser refeita caso haja alguma alteração no ambiente como, novas máquinas, saídas, entradas.

Vale lembrar, que de acordo com a Norma Regulamentadora 1, descumprir o protocolo pode gerar multas para a instituição.

Como o mapa pode beneficiar a organização?

Para uma instituição de saúde investir em mecanismos como o Mapa de Risco é imprescindível. Afinal, o profissional de saúde precisa sentir-se seguro e ter sua saúde preservada, para assim conseguir prestar um boa assistência aos usuários.

O bem estar dos pacientes deve vir em primeiro lugar. Visto que, a confiança dos enfermos não é fácil de conquistar, por esse motivo, após criá-la é necessário mantê-la. E, é bom ressaltar, que são os pequenos detalhes na gestão de riscos que fazem com que alguém escolha uma organização e não outra.

Um bom método para fazer um ótimo Mapa de Risco hospitalar é perceber como funciona a logística interna das instituições brasileiras.

CBIS 2018 propôs reflexão sobre saúde digital

Congresso ofereceu quatro dias de imersão em palestras e painéis com conteúdos relevantes para o setor da saúde

Com o tema “Saúde digital para a cidadania”, o Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS) aconteceu entre os dias 1º e 04 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Esta foi a décima sexta edição do evento, que é organizado pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), que conta com o apoio da Universidade Federal de Fortaleza.

Sendo o congresso mais tradicional na área de Informática em Saúde da América Latina, o CBIS é realizado a cada dois anos desde sua primeira edição em 1986. Neste ano, debateu o potencial transformador que as inovações agregam aos profissionais, provedores, fontes pagadoras e pacientes.

A programação englobou temas como prontuário eletrônico, gestão estratégica, soluções para o setor público e privado, capacitação profissional, padrões de interoperabilidade e aplicações móveis. O que proporcionou uma reflexão sobre assuntos que estão em pauta e demandam a atenção de quem atua no segmento.

Guilherme Gonzaga, diretor de operações da CM Tecnologia, esteve presente no CBIS e relata que “é um evento de grande relevância quando se pensa em Tecnologia da Informação para saúde. Foram quatro dias de imersão em palestras e painéis com conteúdos relevantes para o setor”. Como espectador, Gonzaga acredita que a experiência “foi uma captação de conhecimento e networking muito interessante”.

SOBRE A SBIS A Sociedade busca promover o desenvolvimento de todos os aspectos da Tecnologia da Informação aplicada à Saúde. Sua atuação é marcada pela realização de eventos nacionais e internacionais, bem como pela colaboração com órgãos públicos – como a OPAS, a Finep e o Ministério da Saúde – e entidades de classe – como o Conselho Federal de Medicina, a Abramge, a Fenaess e o Sindhosp. Além disso, representa o Brasil na Federação Internacional de Informática em Saúde.

5 dicas sobre marketing médico para para instituições de saúde

Saiba como utilizar o marketing médico em sua clínica ou consultório com as 5 dicas que preparamos!

As estratégias de marketing são utilizadas a fim de satisfazer as necessidades de um público-alvo. Na área da saúde muitos profissionais ainda têm receio de usar  o marketing médico no dia a dia da clínica. Você é um deles?

Devido ao temor diante das limitações que o Conselho Federal de Medicina (CFM) determina, muitas instituições ainda não utilizam esse recurso. Isso é um erro, pois com as medidas corretas torna-se perfeitamente possível colocar em prática os métodos, atraindo mais pacientes para a unidade. Para que isso seja possível, é necessário realizar um planejamento adequado quanto aos investimentos na área.

É importante ressaltar que esse tipo de marketing não tem como único objetivo captar mais pessoas para sua agenda. Ele também preza por levar informações adequadas a um público específico.

Continue lendo o post para conferir dicas práticas de como aplicar  o marketing médico!

1. Defina objetivos e estratégias

Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo revelou que 90% dos entrevistados buscam, na internet, informações sobre a própria saúde. Visto que esse número representa a maioria, é de suma importância o uso de um marketing de conteúdo bem planejado.

Para isso, seria ideal que o médico tivesse, entre outras coisas, noções de marketing. Entretanto, é indiscutível que tanto a formação como a profissão médica exigem dedicação total por parte do profissional.

Portanto, uma forma de solucionar esse problema é buscar ajuda com especialistas de marketing já familiarizados com a área da saúde. Eles auxiliarão na escolha das melhores estratégias e elaboração de um plano para atingir os objetivos traçados.

2. Utilize as redes sociais para o marketing médico

Como mencionamos, a internet é a principal fonte de consulta sobre informações da própria saúde, superando até mesmo os profissionais da área.

Assim sendo, as redes sociais são ferramentas importantes para o marketing médico. Entretanto, é importante ser cauteloso ao optar por esses recursos, de modo que não desrespeite as normas estabelecidas pelo CFM.

Mas afinal, como é possível utilizar as redes sociais mesmo com limitações?

  • Facebook é ideal a criação de uma fanpage para compartilhar conteúdos relevantes ao público-alvo;
  • Twitter permite que sejam veiculadas mensagens curtas, podem ser notícias ao vivo ou até mesmo um link que redirecione para postagens externas;
  • Instagram por meio de fotos e vídeos de alta qualidade é possível publicar informações e curiosidades sobre determinada doença.

3. Estabeleça uma estratégia de Inbound Marketing

A base do inbound marketing é a elaboração e divulgação de conteúdo de qualidade para o seu público.

Essa estratégia tem foco distinto do marketing tradicional, pois objetiva atrair voluntariamente os pacientes para a sua instituição.

A principal vantagem é a possibilidade do profissional ou instituição de saúde se tornar referência. Em relação ao paciente, existe uma maior probabilidade de encontrar informações confiáveis sobre as instituições.

Quer saber como aplicar essa estratégia? Baixe um e-book gratuito com tudo o que você precisa saber sobre Inbound Marketing.

4. Tenha responsabilidade ao veicular informações

Já vimos que é possível utilizar a internet como aliada no marketing médico. Agora, vamos ressaltar algumas práticas que devem ser evitadas nesse canal de comunicação.

Um hábito muito comum é o uso da imagem de celebridades. Reforçamos que isso é proibido! Além disso, não é permitida a postagem de fotos de pacientes, mesmo que autorizadas, para exibir resultados de tratamentos, por exemplo.

A facilidade na comunicação, oferecida pelas redes sociais, não deve substituir o contato pessoal com o paciente. Dessa forma, são censuradas as práticas que envolvam consulta, diagnósticos ou prescrição a distância.

Mesmo que o contato seja pessoal, deve-se ter atenção com o vocabulário utilizado. Lembre-se sempre de não prometer resultados, mas sim garantir seu comprometimento na busca por eles.

5. Esteja at00ento à autopromoção

A forma como o médico se identifica nas divulgações também deve ser motivo de cautela. É estritamente proibido anunciar uma especialidade que não tem. Mesmo que esteja em andamento, só é possível se afirmar especialista quando isso for reconhecido pelo CFM.

Além disso, não é permitida a autopromoção baseada nos equipamentos utilizados na clínica. Mesmo que sejam dotados de tecnologia de ponta, não se deve associar a qualidade do atendimento ao nível tecnológico do local.

Quando bem planejado e prezando pela ética, o marketing proporciona benefícios tanto para o médico quanto para a população. Ele auxilia a atrair mais pacientes para o consultório, fidelizar aqueles que já o frequentam e leva informações para as pessoas.

Agora que você já sabe as principais dicas para marketing médico em clínicas e consultórios, que tal descobrir as métricas essenciais para gestão hospitalar? Boa leitura!

 

Sobre o autor:

Felipe Lourenço é especialista em Informática e Gestão em Saúde pela Universidade de São Paulo (USP). É co-founder & CEO do iClinic, um software online de gestão que organiza as informações de clínicas e consultórios de maneira simples e intuitiva, tornando os processos mais inteligentes e produtivos.

5 dicas práticas para decorar uma clínica

Um visual sóbrio e tradicional, ou algo mais descontraído e moderno? Decorar uma clínica é um momento especial, mas que cores usar? E a iluminação?

Montar uma clínica exige uma série de cuidados, e depois de tanto trabalho e dedicação, descuidar da decoração pode ser um grande erro.

Um ambiente agradável, bonito e aconchegante, onde seus pacientes se sintam acolhidos e confiantes, faz toda diferença na hora do atendimento.

Veja neste conteúdo, 5 visuais incríveis para decorar uma clínica.

5 ambientes de clínicas que acertaram em cheio na decoração

1- A cor do som

Decorar uma clínica fonoaudiológica pode estimular vários sentidos de quem a visita, principalmente a visão.

Quando se trata de uma clínica cujo o foco seja a pediatria, por exemplo, é importante deixar os pacientes (crianças) à vontade. Aposte em uma decoração lúdica, de cores contrastantes pode ser a chave para entretê-las, principalmente se precisarem entrar em uma cabine à prova de som.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

 

No consultório, deixe os brinquedos à vista e mantenha-os sempre arrumados nas prateleiras. As luminárias de teto com formatos abstratos também são uma ótima sacada para deixar o clima ainda mais agradável.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Utilizando essas dicas, a jornada será muito mais agradável para a criança, mesmo que não dure tanto tempo.

2- Aposte em detalhes vermelhos

Aquele ambiente totalmente branco pode ter um efeito negativo, principalmente quando são utilizadas luzes fortes para iluminá-lo. Usar esse tipo de padronização, pode causar certo incômodo ao paciente, uma a sensação de ambiente frio e sem vida

decorar clínica

Marli Scarpari

Ao pensar na decoração de um consultório de ortodontia, tente se diferenciar dos demais. Utilizar painéis e cores mais vibrantes é uma ótima ideia, mas deve-se manter a coerência, é claro!

Repare como as cadeiras vermelhas quebram toda frieza do lugar, e da mais vida ao ambiente.

3- Sinta-se em casa

Por que toda clínica tem que ter “cara de clínica”?

Trazer a tona um ambiente mais aconchegante e tranquilo é uma das tendências em decoração para clínicas.

Então que tal apostar em objetos amadeirados, deixando o ambiente um pouco mais rústico, mas sem perder a sofisticação e a modernidade?

O setor de decoração fornece inúmeras peças, que podem ajudar na ornamentação da sua clínica a custos acessíveis.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Outra dica para deixar sua clínica ainda mais acessível e cômoda para o paciente, é investir em ferramentas que agilizem o atendimento.

Usar tecnologia com foco no atendimento de qualidade e a união da sofisticação e tecnologia pode ser o diferencial, que fará com que você seja referência na especialidade que atua.

decorar clinica

Olegário de Sá & Gilberto Cioni

Trazer conforto aos pacientes é um bom começo para promover a fidelização.

4- Do tamanho certo

Para as clínicas pediátricas, é importante ter uma decoração que agrade tanto os pais quanto as crianças, assim como mostramos na foto abaixo:

decorar clínica

DH Arquitetura

O público alvo destas clínicas, as crianças, estão sempre acompanhados dos pais, então é muito importante decorar um ambiente voltado para as duas faixas etárias.

5- Ver para crer

Nada melhor do que uma clínica oftalmológica que saiba, realmente, agradar os olhos de seus pacientes.

A combinação de cores e traços geométrico do painel que divide os ambientes é o tipo de detalhe que dá vida ao ambiente.

decorar clinica

Terezinha C Maia de Carvalho

As vezes é difícil imaginar uma forma de inovar dentro de uma área como a saúde que pede seriedade. Mas você acabou de ver vários ambiente de 5 clínicas diferentes, cada uma com um segmento específico.

E a sua, que visual será o mais adequado para deixar seus pacientes mais a vontade?

 

Texto escrito pela equipe Viva Decora

 

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Botão xikizin

A importância do software de gestão

Comprar uma passagem aérea, reservar um quarto no hotel, garantir um ingresso para aquele festival que você tanto esperava… O que essas coisas têm em comum? É simples! Hoje em dia temos a praticidade do software de gestão para realizar essas e outras tarefas sem precisar sair de casa.

Desta forma gastamos menos tempo e, por vezes, economizamos bastante dinheiro.

Existem várias tarefas básicas e corriqueiras que seriam complexas se não fossem facilitadas por meio da Internet e desses softwares.

O software de gestão é um programa desenvolvido para melhorar a administração de uma empresa em um ambiente virtual. Ele possibilita a criação de agendas, planilhas e informações relevantes para os usuários de acesso, com o intuito de organizar e estabelecer o controle da empresa (seja ela de qualquer área de atuação).

Quem não tem acesso a essa tecnologia geralmente costuma sofrer com algumas tarefas simples como, por exemplo, fazer o agendamento de consulta.

Imagine você se, ao planejar uma viagem, não pudesse comprar as passagens, reservar passeios, jantares e hospedagem com ajuda dos softwares de gestão online? Basta pensar em quanto tempo as pessoas gastavam com isso antigamente.

Definitivamente realizar todo esse processo hoje seria bem problemático e demandaria muito tempo e esforço.

Enfim, em um mundo cada vez mais virtual, é indispensável a adaptação das nossas necessidades básicas diárias aos softwares de gestão.  

É possível identificar essa necessidade ainda mais presente no ramo da saúde, com a marcação de consultas, exames e cirurgias.

A necessidade de um software de gestão nos centros cirúrgicos

Um bloco cirúrgico é muito custoso às clínicas e hospitais. As operações realizadas, os materiais utilizados, a mão de obra qualificada, tudo isso faz com que cada minuto seja precioso.

Os desperdícios de tempo com os cancelamentos de cirurgias, a busca de instrumentos médicos necessários, e troca de turnos de funcionários devem ser repensados. De modo que essas e outras coisas não gerem problemas maiores ao hospital.

Para isso, é necessário um software para gerir o agendamento de cirurgias além da instrumentação necessária para determinados procedimentos.

Já falamos aqui no blog sobre workflow. Saiba mais sobre esse termo clicando aqui. No entanto, as consultas médicas mais habituais também tem muita coisa a melhorar. A chamada jornada do paciente apesar de ser um termo pouco conhecido por muitas clínicas e hospitais, já soluciona grandes problemas. 

Outros problemas no atendimento

O paciente encontra diversos problemas desde o primeiro contato com a clínica até o atendimento e a saída do local. Podemos listá-los:

  • Baixa frequência de ligações atendidas;
  • Demora para marcar um procedimento ou consulta;
  • Verificação burocrática da elegibilidade do paciente para uma cirurgia, por exemplo;
  • Atendimento monótono de call center;
  • Longas filas de espera.

A lista de problemas que podem ser resolvidos com uma jornada humanizada continua. São justamente esses problemas que tornam a experiência de atendimento muito desagradável para o paciente.

Na visão dos prestadores de saúde, gestores e profissionais de hospitais, clínicas e laboratórios, muita coisa também pode ser melhorada:

  • Alto número de não comparecimentos no escritório médico;
  • Custo elevado para pagamento de funcionários;
  • Relação pouco engajada entre médico e paciente;
  • Baixa eficiência nos centros cirúrgicos.


falta do Software de gestão

Qual é o software de gestão que eu preciso?

Atualmente, uma das minhas funções é descobrir clínicas e hospitais em todo o Brasil que têm gargalos com o agendamento de consultas, altos custos com empregados e salas cirúrgicas, e queiram alavancar suas receitas oferecendo um tratamento mais rápido e humanizado para seus pacientes.

Posso dizer que o cenário da saúde em geral no Brasil tem muito espaço para melhoria (como foi citado acima).

É nesse cenário que a CM Tecnologia enxergou uma oportunidade para melhorar a jornada do paciente e, do outro lado, otimizar e garantir maiores lucros para os hospitais, laboratórios e clínicas!

CM Tecnologia

A CM desenvolveu um software de gestão indispensável para uma jornada do paciente eficaz e agradável. Independente do tamanho da clínica ou do hospital, todas as necessidades podem ser atendidas. Sejam elas:

Propomos um diferencial para o ramo da saúde, em todos os aspectos por meio um software de gestão que impacta positivamente as nossas vidas. 

O objetivo desse software é diminuir os prejuízos, otimizar o uso das clínicas e salas cirúrgicas e melhorar a pontualidade dos procedimentos. Além de humanizar os atendimentos para a satisfação dos pacientes.

A CM Tecnologia já possui mais de 300 clientes de variados tamanhos (desde pequenas clínicas a hospitais robustos).

Algumas das qualidades dos nossos softwares de gestão são:

Todos esses diferenciais vêm para trazer benefícios para as pessoas que estão dentro e fora da instituição de saúde!

 

 Software de gestão

Conclusão

Todo mundo tem algum exemplo, seja da própria pessoa ou de um conhecido/familiar que teve alguma experiência negativa de atendimento em clínicas e hospitais.

Longos intervalos de espera, atrasos, remarcações e a lenta burocracia dos planos de saúde são muito comuns no Brasil.

Um dia vamos olhar para trás e pensar: “Como as pessoas aguentavam o processo lento e ineficiente dos call centers e dos atendimentos presenciais?”.

A verdade é que aguentamos esse processo por já estarmos acostumados com ele. Além de que ainda não conseguimos visualizar completamente o quão benéfico seria, para todas as partes, a aplicação das soluções propostas pela CM Tecnologia.

 

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NPS- Net Promoter Score

ASSINATURA MATEUS - Software de gestão

Como abrir o seu próprio consultório médico

Quer abrir um consultório médico, mas não sabe muito bem por onde começar? Fica tranquilo, neste artigo mostraremos todos os passos e os trâmites legais que envolvem esse processo.

Depois de tantos anos de dedicação e estudos é compreensível a ansiedade das pessoas para ter seu próprio hospital, consultório, clínica ou laboratório.

Para que nada interfira nesse sonho, basta seguir as etapas abaixo: 

Faça um planejamento

Ao abrir qualquer empresa, é preciso executar um planejamento detalhado sobre tudo e pesar se essas coisas são ou não viáveis. Um bom “norte” pode ditar o sucesso do seu consultório e poupar tempo e recursos.

Nessa primeira etapa, portanto, é necessário pensar de forma ampla sobre o que construir, perguntas como:

  • “Quanto tenho para investir?”
  • “Quantas salas de atendimento eu precisarei?”
  • “Como trazer acessibilidade para minha clínica?”
  • “Realizarei os exames ou os encaminharei para um laboratório?”
  • “Atenderei convênios ou somente consultas particulares?”

São altamente necessárias para planejar cada detalhe e decidir os primeiros passos.

Calcule as despesas necessárias

Passada a etapa do planejamento que determinou o que realizar, chegou o momento de decidir o quanto investir nisso. Esse é o cerne de qualquer gestão e vai ditar a longevidade do negócio.

Isto é, nenhum empreendimento se torna sustentável a longo prazo se não houver uma boa gestão financeira.

Algumas ferramentas existem para ajudar nesse processo, de maneira geral, você deve prever custos como:

  • Obras;
  • Funcionários;
  • Arquitetos;
  • Marca;
  • Legalização.

Essas e outras coisas que são necessárias para fazer a clínica funcionar.

Depois, quando a construção estiver concluída, é necessário fazer uma lista das despesas fixas existentes para manter o negócio funcionando, como:

  • Aluguel;
  • Água;
  • Luz;
  • Funcionários, entre outras coisas.

Escolha a melhor localização

consultório médico

Escolher a localização pode não ser tão simples quanto parece! Existem alguns empecilhos legais que influenciam muito nessa escolha.

Para começar a decidir, pense antes no público que você pretende atender, conhecer o poder aquisitivo dos pacientes faz toda a diferença.

“A clínica será popular ou só atenderá consultas particulares?”

 Observe:

  • Se o objetivo é  atender somente convênios, a clínica deve estar localizada em um lugar central, próximo dos principais meios de transporte da cidade.
  • Se os pacientes vierem através de planos de saúde, a clínica deverá estar localizada em algum bairro nobre.

Entretanto, independe do público-alvo, vale lembrar que é indispensável que o consultório cumpra todas as premissas contidas na legislação sanitária, e promova melhor acessibilidade para cadeirantes, idosos, gestantes, etc.

Defina o modelo de tributação

Como sabemos, devemos repassar uma quantia do que ganhamos para o governo através do pagamento de impostos.

Existem diferentes faixas de tributação para cada empresa, de acordo com o porte e com a atividade que ela realiza.

Para escolher corretamente o regime tributário que melhor se adéque à clínica, é aconselhável contratar um escritório de contabilidade. Além desse quesito, ele também poderá ajudar a providenciar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica).

Providencie a documentação necessária

Alguns documentos são imprescindíveis, ainda mais quando falamos do setor da saúde. Para providenciar a documentação necessária para o funcionamento da clínica é aconselhável procurar um órgão oficial, pois cada especialidade pode exigir um documento específico.

Abaixo, detalharemos alguns documentos mais comuns:

  • Alvará da vigilância sanitária:

Essa lei pode ter variações de acordo com a legislação municipal, por isso, busque saber como ela funciona na sua cidade. De maneira geral, para conseguir o alvará é necessário ter o CNPJ e o contrato do empreendimento com registro.

  • Alvará de funcionamento:

O alvará de funcionamento é uma declaração necessária para que o negócio, de fato, comece a funcionar. Com ela, será possível ir a bancos e convênios como pessoa jurídica para conseguir empréstimos em melhores condições.

Os documentos necessários serão:

  1. Registro no CRM;
  2. CNPJ da clínica;
  3. Comprovante de pagamento do IPTU.
  • Atestado do corpo de bombeiros:

Este atestado faz referência às regras de segurança dentro de um determinado estabelecimento. Para consegui-lo, você deve se dirigir ao corpo de bombeiros com o CNPJ e o alvará de funcionamento.

 

Uma dica: providenciar a papelada o mais rápido possível é muito importante, já que não é permitido o funcionamento de um consultório sem esses certificados. Muitos que infringem essa norma, acabam tendo problemas, portanto, fique atento!

Preze pelo ambiente de trabalho

Uma clínica médica é um local procurado por pessoas em situações delicadas. Por isso, o ambiente de trabalho deve ser, mais do que qualquer outro, um local limpo, organizado e arejado.

É muito importante que todos os profissionais consigam transmitir confiança, e detalhes como um ambiente aconchegante, farão com que a consulta seja mais tranquila.

Para ajudar nisso, procure designers de interiores e arquitetos.

Monte uma equipe confiável

Todo empreendimento, por mais que não trabalhe diretamente com pessoas, deve ter como principal foco a satisfação do consumidor final. No caso de um consultório médico, esse ponto é prioridade.

No momento de contratar funcionários e montar uma equipe é preciso buscar um perfil que saiba como lidar com os outros, de forma educada e acolhedora. Não adianta ter ótimos atributos técnicos, mas não conseguir manter um bom relacionamento com os colegas e clientes.

Saber gerir uma equipe é um dos pontos que ditará o rumo do seu negócio.

Invista em marketing

Depois de todos os passos que falamos acima, existe uma última etapa essencial que é a divulgação da sua marca.

Como as pessoas saberão que você existe?

O primeiro passo é trabalhar em uma identidade visual, isto é, a maneira com que sua marca será apresentada ao mercado.

Para isso será necessário a criação da logo, (clique aqui e assista o vídeo para entender mais sobre o que é isso).

Feito isso, partimos para o manual da marca, que nada mais é do que todo o material personalizado de acordo com a identidade visual da instituição, são eles:

  • Receituários;
  • Cartão de visita;
  • Placa da clínica;
  • Canetas;
  • Blocos de anotações;
  • Agenda.

Todos devem conter a identidade visual da instituição, e além dos materiais citados acima, existem vários outros a serem criados de acordo com a necessidade.

O próximo passo é criar uma estratégia de marketing, ela fará com que você alcance o público-alvo de maneira mais assertiva. O ideal é combinar noções de mídia offline com o marketing digital.

Uma das premissas do marketing digital é a presença nas redes sociais como instagram e facebook. Uma boa dica é usar esses canais para transmitir conteúdos relacionados à sua prática e estreitar o relacionamento com os usuários.

Além disso, é preciso investir na fidelização dos pacientes para que aconteça o que chamamos de boca-a-boca, que é quando um cliente indica um serviço para as pessoas que conhece. 

Dica: o Conselho Regional de Medicina possui um documento que explicita o que é ético na divulgação, fique atento às regras!

Gerencie corretamente o seu consultório médico

Com o consultório em funcionamento, tudo o que você precisa se preocupar agora, é em mantê-lo da melhor forma possível. Certifique-se que tudo está funcionando dentro do esperado e fique atento ao ciclo completo do seu empreendimento.

Isso significa continuar entregando aos clientes, todos os serviços com a maior qualidade e reduzir ao máximo o desperdício de recursos!

Existem algumas dicas de gestão que te auxiliarão nesse processo, e você também pode adotar um software de gestão.

Abrir um consultório médico é mais que uma chance de realizar um sonho, é um importante meio de contribuir com a saúde e o bem-estar da população do nosso país, que desde muito tempo sofre com os descasos públicos nesse quesito. 

Certamente, depois de ler esse artigo, você estará mais apto a passar por todas as etapas sem grandes dificuldades e muito em breve poderá colher os frutos desse investimento!

Talvez você possa gostar  de ler também: “Se você fosse abrir uma empresa hoje, qual dica que você daria para si mesmo?”

 

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Texto escrito pela equipe do Saia do Lugar.

 

Workflow: Controlar, gerir e automatizar

Você sabe o que é e como funciona um workflow?

Workflow é a tradução para o termo “fluxo de trabalho”, que é uma sequência de passos necessários para automatizar processos.

Essa sequência é definida por regras estabelecidas em cada instituição, isso permite que o fluxo passe adiante de forma harmônica.

A automatização desse processo faz com que documentos, informações ou tarefas sejam repassados para diversos departamentos e pessoas, de acordo com as regras da etapa estabelecida pela instituição.

Sincronia é a palavra que resume perfeitamente o conceito de workflow.

Com ele, a execução e o gerenciamento das atividades acontecem em um ritmo quase que perfeito.

A rotina do fluxo é um exemplo dessa sincronia! Sempre que aparecer algum fator que coloque o processo em risco, o responsável por aquela tarefa é avisado imediatamente para que ele corrija o erro, não permitindo que isso vá adiante sem correção.

Por se tratar de um processo automatizado e ágil, presume-se que o workflow seja um parceiro inseparável da tecnologia.

As vantagens do workflow

Quanto maior a demanda de determinada instituição, mais rápida deve ser a execução das tarefas, e o workflow proporciona, entre outras coisas, agilidade.

Ao adotar esse método, percebe-se a discrepância entre a velocidade obtida com a automatização do workflow e o processo manual.

A comparação é simples, quanto mais pessoas estiverem envolvidas em um processo mais comprometido será seu fluxo.

Cada indivíduo trabalha em um ritmo diferente e isso pode atrasar as atividades, e interferir diretamente nas próximas etapas do processo.

Outro fator negativo de executar um fluxo manualmente é a comunicação.

Ela é um dos fatores decisivos para o sucesso e está sempre ameaçada por não ser comumente entendida, isso desgasta ainda mais a realização das atividades.

Utilizando o workflow na sua instituição

Nós sempre comentamos aqui, sobre como a tecnologia é aplicável à todo tipo de empresa de diferentes formas.

Na área da saúde, o uso da tecnologia é quase uma obrigação para quem pretende se destacar. Sem contar que é praticamente impossível não utilizar a tecnologia na medicina. Seja em atividades que ajudam na identificação de doenças ou em questões estruturais, ela sempre se faz necessária.

Dentre as aplicabilidades que destacamos acima, quando utilizada no fluxo de informações e atividades de qualquer instituição, a tecnologia:

  • Ajuda na automatização do workflw;
  • Facilita a aplicação do processo;
  • Simplifica a execução das atividades.

Pelo mundo, sistemas e plataformas já fazem a automatização do workflow, mas no Brasil o assunto é ainda novo. Atualmente são poucas as empresas que possuem sistemas que automatizam o WfMS (Workflow Management Systems).

Aplicação do Workflow na área da saúde

Na área da saúde, a plicação do workflow é imprescindível, principalmente para os que desejam:

  • Automatizar parte ou todos os processos;
  • Aumentar a produtividade;
  • Reposicionamento de mercado;
  • Ampliar resultados e engajamento dos profissionais.

Setores que têm processos complexos e precisam de um controle rigoroso do fluxo, são exemplos onde o workflow se faz necessário. Para entender melhor, abaixo estão dois exemplos mais detalhados.

Aplicação do workflow no atendimento

As pessoas acreditam que para um atendimento eficiente, é necessário ter uma equipe qualificada e engajada, mas obviamente, isso não é tudo!

O workflow é uma ferramenta utilizada para automatizar, acelerar, segmentar e controlar todas as atividades realizadas dentro do processo.

Sua aplicação no setor de atendimento é benéfica por diversos motivos, inclusive, para a segmentação de informação.

Segmentação da informação:

Quando você automatiza todo o processo, desde o agendamento (que pode ser feito online), até o controle das informações, ele se torna mais ágil e seguro.

Por mais que sua equipe trabalhe em potência máxima, ela provavelmente não produzirá o resultado que uma ferramenta produz.

Sem contar com o desgaste operacional que pode vir a comprometer a operação.

O ser humano, diferente da máquina, se cansa e sofre interferências externas e internas. Quanto maior a demanda mais lento será o processo, caso executado manualmente.

De acordo com os nossos dados, com a automatização, o nível de produtividade aumenta cerca de 90% e o índice de erros (como informações erradas, duplicadas ou esquecidas) cai em média 10%.

Ao utilizar o workflow para controlar o setor de atendimento tudo se torna extremamente mais simples, tanto para o administrador quanto para os demais colaboradores.

Automatizando os centros cirúrgicos

Quanto mais manual um processo for, mais suscetível a erros ele estará, e para enxergar esses erros, não é preciso muito esforço.

Uma simples análise no tempo de resposta que cada etapa gasta para ser passado adiante já será o suficiente para encontrar:

  • Erros de documentação;
  • Agendamentos errados;
  • Falhas da equipe ao definir prioridades na validação.

Estes são apenas alguns fatores que atrapalham todo o processo para aprovação de uma cirurgia.

Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado, e efetuado somente se elas estiverem completas. Desta forma o outro setor jamais será prejudicado até o fim do processo.

Organização, eficiência e agilidade são, com certeza, palavras que definem o sistema do workflow aplicado nos centros cirúrgicos.

Outro benefício de aplicar o workflow na gestão dos centros cirúrgicos, é a possibilidade de controlar todas as etapas do processo.

O gestor ou responsável pelo setor, consegue ver todas as ações que cada equipe desempenha, e em qual etapa está cada solicitação.

Assim fica mais fácil enxergar os ‘gargalos’ e aplicar mais rapidamente uma correção sem danificar o fim do processo.

Os ganhos também incluem:

  • Agilidade no processo;
  • Assertividade nas atividades;
  • Redução de gastos;
  • Diminuição de desperdícios de insumos;
  • Minoração da ociosidade do centro cirúrgico.

workflow

Conclusão

Como diz o ditado, “tempo é dinheiro”, e na área da saúde, eu acredito que essa inferência também tenha uma grande relação com a eficiência da instituição.

O workflow chega como solução para hospitais e clínicas que desejam melhorar todo o fluxo das atividades realizadas de forma automatizada e menos complicada para o profissional.

A solução traz resultados para instituições de qualquer porte, e as instituições de pequenos e médio porte vêem os resultados ainda mais rapidamente.

Uma ótima saída que também beneficia várias instituições é a adoção de ferramentas que já dispõem do workflow. Clique aqui para saber mais!

 

Gostou do nosso conteúdo ou ainda têm dúvidas sobre o workflow? Então clique no botão abaixo e entre em contato conosco.

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3 motivos para sua instituição operacionalizar a Gestão do Centro Cirúrgico

Realizar a operacionalização de um centro cirúrgico depende de vários fatores que são fundamentais para que tudo funcione com qualidade. Comecemos pela gestão para exemplificar melhor o assunto.

A gestão eficiente de resultado é extremamente necessária para gerir um hospital. O fato é que quanto mais especialidades a instituição abrange, maior será a complexidade para administrar e fazer com que todos os setores se comuniquem de forma indissociável.

operacionalização

Para que isso aconteça de forma quase que perfeita, é importante estar “a par” de todos os  processos, inclusive o atendimento, pois é por meio dele que é realizada a triagem dos pacientes.

Nessa fase é possível identificar qual o tipo de serviço o paciente precisa, sendo mais simples, como consultas e exames, ou mais complexos, como pequenas intervenções ou procedimentos cirúrgicos.

Em geral, conhecer todo do processo é muito importante. O fator de sucesso para que a gestão da instituição em totalidade seja realmente efetiva, é unir conhecimento e tecnologia. Para isso acontecer, basta operacionalizar todo o processo. 

Operacionalização dos setores em Hospitais

Você já parou para pensar que a gestão de qualidade está sempre aliada à utilização de ferramentas automatizadas?

A operacionalização, nada mais é que colocar em ação uma demanda utilizando recursos que facilitem esse processo.

Automatizar a gestão de setores é, permitir que todos os processos que envolvem o fluxo de atividades de cada setor do hospital, sejam realmente efetivos, ágeis e de qualidade. Utilizando ferramentas que permitam isso.

Como nós comentamos anteriormente, o setor de atendimento é a porta de entrada para que o paciente consiga utilizar os demais serviços da instituição. Por isso, faz se necessário operacionalizar o atendimento utilizando ferramentas tecnológicas que:

  • Realizem o agendamento Online;
  • Validem as Consultas;
  • Efetuem o pagamento de consultas ou exames de forma integrada ao agendamento (caso a consulta for particular);
  • E confirmem consultas de forma automática.

É necessário a utilização dessas soluções, nesse momento, onde se quer elevar o nível de gestão da instituição de saúde.

Outro setor que precisa da operacionalização na gestão é o centro cirúrgico, que atualmente passa por inúmeros problemas de gestão o resultando é um enorme rombo no faturamento.

Isso gera demora na aprovação da cirurgia, por parte tanto do hospital quanto das operadoras de saúde, além de constantes remarcações e ociosidade nas salas de cirurgias. O pior é que esses são apenas alguns dos problemas ocasionados pela falta de automatização.

Porque operacionalizar os centros cirúrgicos?

Como comentamos anteriormente centros cirúrgicos, em geral, sofrem de um problema de gestão incoerente que afeta todas as etapas do processo.

Isso não é balela, caso você tenha um centro cirúrgico na sua instituição de saúde e ainda sim, não acredite que esteja sendo afetado pelo uso de processos manuais no setor, vou te explicar, em 5 motivos, do que eu estou falando.

#1 Desorganização no fluxo de informações e solicitações

A maioria dos centros cirúrgicos depende muito de processos manuais. Isso quer dizer que, todo o processo é demorado e muito confuso.

Pense na seguinte situação: O médico agenda a cirurgia para o paciente, em seguida encaminha a solicitação e a documentação do paciente para a instituição. Depois, a solicitação é encaminhada para o setor de validação. No entanto, a pessoa responsável por arquivar os documentos, não prioriza corretamente a demanda desta forma a solicitação poderá correr alguns riscos.

Por se tratar de documentos impressos, eles podem serem extraviados por conta do arquivamento descuidado, e caso o responsável não seja muito sistemático no processo, eles poderiam até ser esquecidos. Além desses fatores, imagine o tempo que esse processo levará para ser concluído.

Outro fator que pode aumentar a demora logo na primeira fase é o envio da documentação incompleta.

Essas são algumas situações recorrentes que podem gerar mais complicações para o centro cirúrgico. Já no começo, podem aparecer enormes problemas atrapalham toda a cadeia processual  e o pior é que, várias instituições ainda insistem em realizar agendamentos através de papel e caneta.

Isso é muito ruim para o hospital, que demanda mais tempo e mais esforço para solucionar problemas de documentação perdida ou incompleta. Só depois que esse problema for solucionado a solicitação consegue seguir para a próxima etapa.

Lembrando que cada instituição tem um workflow diferente, podendo ser mais longo, por conta da burocracia ou mais curto graças às soluções que já existem no mercado e trazem mais velocidade.

#2 Demora na aprovação do agendamento

Há dois fatores que podem provocar a demora na aprovação da cirurgia solicitada pelo paciente.

O primeiro é o que citamos anteriormente.  fala sobre a desorganização do fluxo de atividades, provocada pela falta de um sistema automatizado que organiza, segmenta e distribui as informações completas de uma forma ágil e eficiente.

O outro fator é a demora na comunicação, validação e elegibilidade do plano de saúde caso o paciente seja conveniado.

Isso acontece por vários motivos! Um deles é a demora ao encaminhar a documentação do paciente com os dados do plano para um setor especializado, que valida cada um separadamente.

Esse mesmo setor provavelmente valida todas as outras solicitações da instituição. Como as solicitações cirúrgicas entram também na “fila de espera” do setor, elas acabam demorando sempre mais.

Sem contar que as operadoras de saúde, possuem um fluxo muito alto de autorizações, o que demanda ainda mais tempo.

Isso gera uma enorme ociosidade nas salas de cirurgias, que poderiam ser usadas nesse meio tempo.

#3 Desperdícios de materiais pré-operatórios

Outra causa de prejuízo em um centro cirúrgico, por falta da operacionalização, é o desperdício de insumos e OPMEs (matérias-prima utilizadas em uma intervenção médica). 

No caso dos insumos cirúrgicos, o desperdício e o descontrole é ainda maior. Atrasos, cancelamentos e remarcações provocam o descarte massivo desses materiais.

Uma vez que a cirurgia foi agendada, a sala foi preparada, mas, por algum motivo, houve um cancelamento não comunicado aos responsáveis pela preparação. Todo os materiais serão desperdiçados! A sala que poderia ter sido utilizada por outra pessoa ficará vazia.

No Brasil, seja pelo sistema privado ou pelo público de saúde, o desperdício de insumos é comprovadamente alto.

Os hospitais são sempre incentivados a consumir o máximo de insumos possíveis para fazer a conta crescer. Desta forma, poderão aplicar suas taxas sobre todo o consumo.

A falta de operacionalização neste setor faz com que, as operadoras de saúde sempre ajustem os preços. Isso afeta tanto o paciente quanto a instituição, por conta dos repasses.

São as operadoras de saúde que, no caso de pacientes conveniados, arcam com os gastos de materiais e insumos.

Já no caso dos OPMEs, o assunto é ainda mais delicado. Pense em um paciente que, por algum motivo, necessite de uma cirurgia para a aplicação de uma prótese.

Muitas vezes o pedido desses materiais são feitos com antecedência. O que implica em um armazenamento especial, para que ele esteja em perfeito estado no dia que for usado.

Se os trâmites para a autorização não forem realizados com o devido cuidado, essa cirurgia poderá demorar muito mais que o previsto, o que implica, dependendo do OPME, no desuso desta prótese de acordo com as regras da ANVISA.

Como solucionar esses e outros problemas?

A palavra é O.P.E.R.A.C.I.O.N.A.L.I.Z.A.Ç.Ã.O.

Aplicação na frase: Para solucionar os problemas, é melhor operacionalizar todo o processo de gestão de centros cirúrgicos, através de ferramentas automatizadas.

Todos esses problemas que citamos e outros, são causados pela gestão incoerente. Resultando em um processo cheio de falhas de comunicação.

operacionalização

 

Isso gera para a instituição, além de um processo errôneo, ociosidade no setor. Estes fatores resultam no não faturamento coerente com a expectativa da instituição, além da insatisfação do paciente.

Este último, muitas vezes espera meses para a aprovação do procedimento, ou sofre o atraso da cirurgia. Fator recorrente na maioria das instituições.

Conheça o CM Cirg

O CM Cirg é um sistema de agendamento e gestão para centros cirúrgicos que sofrem com a desorganização do fluxo de atividades.

Armazenado em nuvem, ele pode ser integrado ou não a um ERP. Ele controla todo o workflow, desde o pré-agendamento, passando pela aprovação do procedimento, até o manejamento da equipe que participará da cirurgia.

Quer saber mais sobre o CM Cirg? Clique aqui.

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As consequências dos exageros na saúde

Eu sempre fui preocupada com a minha saúde, mas ninguém imagina que de uma hora para a outra pode acontecer algo que vai te fazer repensar seus hábitos.

Preocupar com a saúde se tornou um estilo de vida no Brasil e isso nada mais é do que se sentir bem, garantindo, por fim, o estado de boa disposição.

Saúde: substantivo feminino

  1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital.
  2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar.

Quando falamos sobre refeições saudáveis, atividades físicas e dietas, quase metade das pessoas que conhecemos, sabe exatamente do que estamos falando.

Em uma pesquisa realizada pelo Ibope (2015), descobriu-se que 80% dos brasileiros se preocupavam com o corpo e saúde. Esse número provavelmente cresceu muito desde então!

A insatisfação e a insegurança com o próprio corpo gera um sentimento de urgência e faz com que o paciente crie expectativas demais sobre determinados procedimentos. Por esse motivo, intervenções cirúrgicas como as cirurgias plásticas são recorrentes.

O que acontece na maioria das vezes é o imediatismo por parte do paciente, não somente em realizar a cirurgia o mais rápido possível, mas também, de ver logo o resultado.

Também existem pessoas que veem a cirurgia como uma condição além da estética, nesses casos o paciente gera mais expectativas.

Tudo que ele quer no final das contas é se manter saudável, ou pelo menos que tudo volte ao normal. Desta forma, seu receio para a realização de tal procedimento torna-se muito maior.


Por exemplo:

Existe aquele tipo de paciente que já vai chegar para o médico, com todas as informações possíveis coletadas em qualquer site do google, e perguntará sobre as chances de não ter que realizar o procedimento.

No fim das contas, ele vai pedir opinião para o médico da família, para a mãe, para o pai, para o primo, para o vizinho…  e pesquisará pelo melhor Hospital da cidade para realizar o procedimento.

Ele é preocupado com a sua saúde e ansioso. Entretanto, isso não quer dizer que ele vá ser capaz de esperar, pacientemente todo o trâmite cirúrgico, desde o agendamento até a realização da cirurgia.

Se este processo leva semanas ou, no final das contas, nem acontece, esse paciente simplesmente desiste ou procura qualquer outro hospital para realizar o procedimento. Sua preocupação com a saúde e qualidade de vida não o permite esperar tanto assim.

Por esse motivo, é importante entender que, tudo o que todos os pacientes querem, na verdade é comodidade, facilidade e agilidade em todas as etapas do seu procedimento. Querem uma instituição que se preocupe com a saúde dele, tanto quanto ele mesmo.

Ele quer que sua cirurgia – ainda mais se for algo grave/urgente – ocorra da maneira mais rápida e confiável possível.

Além disso, ele quer um atendimento humanizado, já que essa expectativa acaba por gerar uma fragilização do paciente.

Por toda minha vida, nunca pensei que precisaria passar por algum procedimento cirúrgico.

Então, numa das últimas consultas em um Hospital (que diga-se de passagem, onde demorei em média 4 horas para ser atendida, o que não teria acontecido se o hospital conhecesse a Jornada do Paciente), um problema que achei ser mínimo, tornou por ser solucionado somente através de uma cirurgia.

Comecei sentindo uma dor constante no abdômen e nas costas, e pensei ser apenas dores musculares. Passei no consultório de diversos médicos.

Fiz quatro exames diferentes e ouvi várias suspeitas: de inflamação muscular a infecção urinária.

Até que fui encaminhada para um último exame de ultrassom, e ouvi do médico que eu estava com uma hérnia umbilical.

Me preocupei, lógico! Afinal, sempre cuidei muito bem da minha saúde. Essa preocupação excessiva foi um dos fatores principais para o surgimento da minha hérnia.

Eu costumava praticar atividades físicas pela manhã e à noite todos os dias, e acreditava que isso estava influenciando positivamente minha saúde.

A minha hérnia umbilical (que é muito comum) só piorou por causa de todo esse excesso de atividades físicas e precisarei operar.

Depois, entendi que alguns procedimentos são necessários para tornar nossa qualidade de vida ainda melhor.

No entanto, entender minha realidade não diminuiu nem um pouco minha expectativa quanto ao procedimento. Estou ansiosa, animada com a melhora, mas apreensiva.

No final das contas eu só quero realizar a cirurgia o mais rápido possível. Desta forma eu poderei dar prosseguimento a todas as atividades físicas que eu fazia e vou parar de sentir dor.

Geralmente é dessa mesma forma que o seu paciente pensa. Por essa razão, é necessário ter uma gestão muito eficiente do centro cirúrgico, para que tal procedimento seja realizado com louvor, facilidade e agilidade.

Entendemos, porém, que um procedimento cirúrgico vai muito além da marcação até sua efetiva realização.

Existe todo um processo, muitas vezes burocrático, envolvido na gestão desse tipo de procedimento que incluem:

  • Passagem de alguns documentos do paciente;
  • Verificação da elegibilidade do convênio;
  • Pedido para o procedimento;
  • Separação e a organização correta de insumos.

Entre outras coisas, mas tudo isso só será possível se houver uma boa comunicação entre  todos os médicos envolvidos.

A Solução

Por isso, a CM Tecnologia, ao ver todos esses gargalos que poderiam piorar ainda mais a situação do paciente (ruídos de comunicação, grande TMA, entre outras coisas) procurou entender melhor a necessidade de melhorar a experiência do mesmo.

Desenvolvendo softwares para resolver todos os problemas para os pacientes, que deixam de ter suas expectativas e ansiedades atendidas.

Hoje é possível solucionar todos esses problemas de forma eficiente através do CM Cirg.

Investir em soluções tecnológicas traz incontáveis benefícios. Além de agregar à instituição uma melhor gestão do seu centro cirúrgico. Atendendo, assim, indiretamente as expectativas do paciente.

Gostou do texto ou não entendeu alguma coisa? Entre em contato com a gente clicando na imagem abaixo:

 

 

Gestão da Ociosidade nos Centros Cirúrgicos

Quantas horas você fica sem fazer absolutamente nada no seu trabalho? Quanto tempo efetivamente você se dedica a realizar suas tarefas diárias e quantas horas você fica enrolando? Como é isso num centro cirúrgico?

Uma pesquisa realizada pela empresa especializada em produtividade, colaboração e administração do tempo, (Triad PS), constatou que 3 a cada 4 funcionários, ficam ociosos em média 2 horas por dia.

É claro que a ociosidade também pode ser classificada e justificada por vários motivos. Os mais comuns são:

  • Escassez de iniciativa produtiva do funcionário;
  • Problemas com equipamentos;
  • Complicações estruturais;
  • Falta de foco.

O grande problema é que a ociosidade gera improdutividade. Isso reflete tanto na insatisfação do funcionário quanto no faturamento da empresa.

entediado - centro cirúrgico

Eu mesma já passei por situações ociosas no trabalho. Coisas como: ver vídeos no youtube, (recomendo o canal do Maurício Meirelles, ele é muito bom!) mexer no facebook ou no celular durante o horário de trabalho.

Enfim, todas essas situações geram ociosidade, e final das contas isso afeta não só a minha produtividade como meu resultado.

É muito difícil uma empresa manter sempre 100% de produtividade. Seja qual for o segmento, é importante que a instituição e o profissional estejam alinhados para que haja o mínimo de tempo ocioso.

Há áreas que exigem muito de um profissional, dedicação e entrega total. Não que isso não aconteça aqui na CM, mas a manutenção do nosso tempo é realizada de acordo com as nossas prioridades, diferente de outros lugares.

Um exemplo disso é que atualmente temos um crescimento de praticamente 100% ao ano, o que significa que nossa ociosidade no trabalho é mínima perto do resultado que nosso time produz. No entanto, áreas como a saúde exigem uma entrega altíssima.

O fato é que, a ociosidade no setor da saúde vem crescendo cada vez mais e isso interferem diretamente no fim do processo. Não só a produtividade é comprometida, como também o aumento de erros em vários departamentos, inclusive nos centros cirúrgicos.

 

Organização de processos em hospitais privados

Atualmente, o Brasil vive uma verdadeira metamorfose acerca das definições da área da saúde.

O mercado hospitalar hoje pode ser dividido em três grupos de acordo com alguns estudiosos:

  • Pacientes SUS;
  • Pacientes particulares;  
  • Pacientes conveniados.

No entanto, essa divisão  também está em transição. Parte da população já começa a migrar para os planos de saúde privados devido à insatisfação com o atendimento público.

De acordo com os dados da ANS, em 2016, mais de 30% da população é beneficiária de algum plano de assistência médica hospitalar.

Em contrapartida, a maioria dos hospitais privados não têm demonstrado os princípios de administração financeira e organizacional que contemplem a sua viabilidade.

Essa situação é decorrente de inúmeros fatores, dentre os quais estão:

  • Estruturas precárias dos sistemas de informações;
  • Falta de gerenciamento de custos
  • Vulnerabilidade frente às operadoras de plano de saúde, no que diz respeito a validação e a ociosidade dos profissionais que novamente podem ser afetados pela infraestrutura das instituições.

É bem fácil explicar esse ecossistema para um diretor, investidor ou responsável pelos processos de diferentes setores. 

Estas pessoas entendem o processo de uma forma e conseguem enxergar melhor os gargalos que promovem a ociosidade dos profissionais.

 

Organização de processos nos Centros Cirúrgicos

Com a aderência cada vez maior aos planos de saúde, hospitais privados se veem em uma situação no mínimo calamitosa. Devido à grande demanda dos serviços, os processos e métodos antes usados já não garantem mais a eficiência e os resultados necessários para gestores, médicos e profissionais.

Só para você ter noção, 71,2% da população se consultou nos últimos 12 meses e de acordo com a PNS, em 2015,  29,8% destes efetuaram tratamentos clínicos e 41,7% realizaram cirurgias em hospitais privados.

Esse é um número muito alto, lembrando que não são dados do ano de 2017.

Pense que atualmente os centros cirúrgicos têm uma demanda altíssima e os métodos utilizados até então, não condizem com a atual situação.

Esses processos arcaicos acabam postergando toda a cadeia produtiva. Isso gera mais ociosidade e consequentemente, os profissionais demoram mais ainda para realizar suas atividades.

Outra coisa que pode acontecer é a falha na importação das informações para os demais setores, que podem ir incompletas em decorrência dos motivos citados acima.

Isso traz mais demora na aprovação das operadoras de saúde. Ocasionando novamente a ociosidade das salas e dos leitos cirúrgicos, que na maioria das vezes não conseguem exercer 90% da sua atividade por conta dos gargalos.

Vale lembrar que um operário com tempo ocioso deixa de render tanto quanto uma sala cirúrgica não utilizada.

A melhor parte é que essa situação é reversível!

O uso de sistemas para gerenciamento de informações

Atualmente os grandes desafios dos investidores e diretores de instituições de saúde estão ligados a custos, complexidade e inovação.

Entretanto, um fator que não pode ser deixado de lado é a implantação de um sistema de informação mais otimizado e flexível, para que haja uma maior organização dos dados e dos fluxos.

Assim, o primeiro desafio que citamos acima será solucionado, pois os custos ligados ao investimento em equipe, são substituídos pela eficiência dos sistemas automatizados.

Um exemplo é automatizar todo o processo dos centros cirúrgicos. Para que isso aconteça, a CM Tecnologia já disponibiliza uma plataforma que pode ser integrada a um ERP ou não.

Ela gerencia todo o processo. Desde o pré-agendamento de uma cirurgia, passando pela elegibilidade e aprovações de setores responsáveis, até a aprovação e repasse das especialidade e materiais necessários para a equipe incumbida pela preparação.

Para a instituição, a automatização da jornada do processo cirúrgico tem múltiplos ganhos. A diminuição da ociosidade dos profissionais e dos blocos cirúrgicos pode ser um dos maiores benefícios, e isso reflete em outros ganhos.

  • Crescimento na produtividade;
  • Aumento de ganhos;
  • Diminuição de desperdício de insumos.

Para o paciente, o ganho se resume basicamente na agilidade da resposta à solicitação da sua cirurgia, sendo positiva ou negativa, e na diminuição da espera para realizar o procedimento.

 

Conclusão

A ociosidade dentro de qualquer instituição, muitas das vezes acaba sendo inevitável, devido às condições adversas do profissional ou da estrutura da instituição. Deve-se considerar como e quanto isso está afetando a instituição.

Um dos argumentos que escutamos diariamente na prospecção da nossa equipe comercial é: “são poucas cirurgias desmarcadas” ou que “o processo utilizado (manualmente) já supre a demanda da instituição”.

Sejam duas, três ou cinco cirurgias perdidas mensalmente, elas equivalem a mais de 36 intervenções não realizadas no ano.

Isso é um montante realmente significativo dependendo do tipo de procedimento. Cabe lembrar ainda, que os materiais não utilizados são todos descartados.

Esse valor não arrecadado poderia ser revertido em investimentos para inovação, equipe, estrutura, e outras coisas.

O que nós queremos mostrar é que é possível reduzir a ociosidade que envolve vários fatores, sendo eles humanos ou estruturais, através da automatização do processo nos centros cirúrgicos. 

Para saber mais sobre o CM Cirg clique aqui! Ou peça uma consultoria a um de nossos especialistas clicando na imagem abaixo!

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