Jornada do Paciente

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Atendimento em saúde: O guia definitivo

As instituições de saúde que querem se destacar no mercado precisam priorizar a satisfação do paciente desde o momento do atendimento. Para isso, é necessário investir em aprendizado, pois somente por meio do mesmo será possível estabelecer estratégias consistentes voltadas para a área hospitalar.

Ao longo do e-book “ O guia definitivo do atendimento em saúde”, percorre-se as principais etapas da jornada do paciente. Além de apresentar quais ações precisam ser efetuadas para garantir um atendimento eficaz.

O intuito é mostrar que um boa assistência é a peça-chave para fidelizar os usuários.

Vamos agora para uma prévia do que você encontrará no material:

Atendimento humanizado

O atendimento humanizado, com foco nas reais necessidades do paciente, pode contribuir significativamente para a recuperação de um enfermo. Ao humanizar o processo o paciente sente-se mais seguro em relação à equipe.

Vale lembrar que, unidades de saúde não devem visar somente a questão financeira, mas precisam ter consciência da dimensão do trabalho que exercem.

Admissão do paciente

A importância da admissão está vinculada principalmente à otimização do atendimento. A entrada no centro clínico acontece quando uma pessoa permanecerá no ambiente por um período igual ou superior a 24h.

Desse modo, é preciso que todo o processo de atendimento em saúde seja agradável, para proporcionar a melhor experiência possível.

Erros mais frequentes cometidos no atendimento

Os erros que não são rapidamente detectados e solucionados, podem prejudicar muito toda a gestão do hospital.

Por isso, é preciso ficar atento. Dentre as falhas consideradas comuns dentro das instituições encontram-se:

  • perda de informações de pacientes;
  • dificuldade ao entrar em contato;
  • procedimentos não esclarecidos.

Além de apontar os erros, o e-book também explica ao leitor como solucionar e minimizar essas imperfeições.

Gerenciamento de riscos

O gerenciamento de riscos consiste em medidas de prevenção e controle para reduzir situações de perigo. Uma vez que, no caso de instituições de saúde, uma falha pode causar danos irreversíveis ou fatais ao paciente.

Estes critérios garantem tanto a segurança do usuário como a dos profissionais da saúde.

Importância da acreditação

Acreditação é um procedimento de avaliação institucional que ajuda no desenvolvimento da qualidade dos serviços. O objetivo da acreditação é que as unidades de saúde fiquem cientes dos últimos progressos tecnológicos e os usem a seu favor.

A certificação é um reconhecimento da busca pelo melhores procedimentos e altos padrões de qualidade.

Biossegurança

Biossegurança é um conjunto de normas que determina a proteção de quem trabalha nos hospitais e clínicas de saúde. Esse regulamento é de grande importância, pois um ambiente hospitalar é repleto de bactérias e, por isso, apresenta sérios riscos à saúde.

Fidelização do paciente

São vários os fatores que influenciam na fidelização de um paciente. Entre eles está a realização de procedimentos de pré e pós consulta, que podem aumentar a taxa de retorno.

As pessoas gostam de sentir importantes e que alguém se lembre delas, ainda que não estejam mais no hospital.

Durante o e-book o assunto é tratado sob diversos pontos importantes, que envolvem um atendimento em saúde de qualidade. Caso queira saber mais sobre o conteúdo abordado, clique aqui e tenha acesso ao material completo gratuitamente.

O papel da tecnologia na saúde

O uso da tecnologia na saúde é essencial. Além de beneficiar os pacientes, contribui diretamente na atuação dos profissionais da área.

Quando falamos sobre os benefícios em integrar tecnologia e saúde, é importante lembrar dos métodos padronizados, como ABDCE do trauma. Essas e outras técnicas, se possuírem suporte tecnológico na execução, podem ser muito mais eficientes.

Os softwares, quando integrados aos processos hospitalares, facilitam bastante a rotina das instituições. E, vale lembrar, que mecanismos de inovação proporcionam maior segurança aos usuários. Uma vez que, quando aplicados à saúde, podem estar presentes em toda a jornada do paciente.

Desta forma, iremos apresentar agora algumas utilidades da tecnologia na saúde.

A importância da aplicação da tecnologia na saúde

Emancipação dos pacientes

A implantação de plataformas virtuais destinadas ao usuário, o torna gradativamente mais independente e participativo. Soluções para facilitar o processo de agendamento, por exemplo, estão sempre sendo desenvolvidas e adaptadas para as necessidades do setor.

O tradicional call center está aos poucos desaparecendo das unidades de saúde.  Pois, o agendamento online diminui consideravelmente os erros no atendimento, minimiza a taxa de não comparecimento e traz tranquilidade ao usuário.

Tecnologia no tratamento

Todos os dias novos instrumentos surgem na área da saúde para facilitar o trabalho dos profissionais.

O prontuário eletrônico faz parte de uma série de equipamentos. Dentre as vantagens destaca-se a facilitação do trabalho dos especialistas que terão ou não contato com o paciente.

Capaz de registrar e disponibilizar todas as informações necessárias ao médico, o prontuário reduz significativamente a quantidade de erros e a perda de informações.

Gestão de processos

Automatizar processos é fundamental para manter resultados positivos  na gestão dos serviços administrativos.

Diversos sistemas já foram criados com a função de aperfeiçoar o controle das demandas hospitalares. Graças a eles, o engenheiro clínico, por exemplo, pode facilmente controlar o espaço tecnológico da instituição e monitorar o andamento da equipe.

Os técnicos que realizam a manutenção dos equipamentos conseguem acompanhar, mesmo à distância, o uso dessas ferramentas. É bom ressaltar que o custo do hospital também diminui, afinal não haverá a locomoção desses profissionais até a clínica.

Prevenção

Os exames tornam-se mais seguros com a utilização de ferramentas tecnológicas nos laboratórios. A precisão dos diagnósticos aumenta muito, já que  as chances de erros diminuem.

A tecnologia, quando associada à medicina, torna a realização de procedimentos preventivos mais eficazes e assertivos. A necessidade de implantar esses

recursos surgiu para tornar os exames menos dolorosos e agressivos ao paciente.

A tecnologia surge nos mais diversos setores da sociedade para auxiliar e aperfeiçoar as atividades humanas. Quando uma equipe possui serviços automatizados, sua atenção permanece inteiramente voltada ao paciente.

As instituições precisam estar “abertas” ao novo. Pois, são as novidades que  vão alavancar o crescimento da entidade e fazer com que os pacientes tenham o sentimento de acolhimento.

Aplicar a novidade no meio hospitalar é uma ação inteligente para quem procura reduzir  custos, automatizar serviços e proporcionar um trabalho de qualidade às pessoas que priorizam a entidade.

Estabelecer estratégias para a implantação da tecnologia na saúde é imprescindível. Atualiza-se para melhorar o tempo médio de atendimento em sua instituição

 

CM Search: Conheça os processos das instituições de saúde brasileiras

Produzido pela CM Tecnologia, o estudo CM Search, apresenta como funcionam os processos dentro das instituições de saúde brasileiras. A análise contou com respondentes, que trabalham em clínicas, laboratórios e hospitais.

O intuito é mostrar como se dá a automatização e terceirização de tarefas, com foco na melhora da jornada dos pacientes e da administração das entidades.

Vamos agora para uma prévia do que você irá encontrar na pesquisa:

Automatização de serviços

Cerca de 15,7% dos respondentes alegam que o agendamento de consultas e exames necessita de modernização. Por outro lado, uma pequena quantidade das respostas apontam que o estoque também deve ser automatizado.

Percebe-se que o processo de inovação está direcionando para a relação com o paciente, principalmente na melhoria do atendimento.

Indicadores de qualidade na área da saúde

O levantamento esclarece porque boa parte das instituições acredita na importância de um indicador de qualidade. Embora, muitos dos respondentes não possuam planejamento para a implantação de um parâmetro indicativo.

Gestão de tempo dos colaboradores

A pesquisa também apura quais as ações são mais utilizadas para otimizar o tempo dos colaboradores no cotidiano.

Os pontos ressaltados pelos participantes são:

  • estabelecer políticas de humanização;
  • automatizar atividades;
  • buscar diferentes soluções para potencializar a gestão do trabalho.

Essa investigação permite que o leitor compreenda a importância do cuidado ao gerenciar tarefas administrativas.

Utilização da NPS

O Net Promoter Score (NPS) é um recurso aplicado para medir a lealdade dos usuários com a instituição.

Os dados apresentados no CM Search, mostram que a maioria das entidades não utilizam métodos como a NPS para mensurar a satisfação do paciente. Sendo possível concluir que essa realidade é negativa para a saúde. Visto que, o objetivo principal dessa tática é “enxergar” quais demandas precisam ser aprimoradas.

Crescimento no número de agendamento

A maioria dos participantes alegam acreditar na possibilidade de agregar valor aos serviços de saúde com a utilização da tecnologia.

A pesquisa constata que as instituições que mais efetuam agendamentos mensais, são as que preferem operar com o auxílio tecnológico.

Metodologia BPM

BPM é a abreviação de Business Process Management, que traduzido significa “Gerenciamento de Processos de Negócio”. O método, tem por finalidade apontar as principais informações sobre a execução de um processo.

Assim como na estratégia NPS, um número significativo de instituições declararam nem sequer conhecer a metodologia. A pesquisa, com opinião de especialistas, cita o porquê dessa situação ser preocupante e como é possível melhorar.

Processos de compra

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning ou em português “Sistema Integrado de Gestão Empresarial”. O propósito desta questão é saber se as instituições utilizam algum ERP nos processos de compra.

A partir dessa análise, foi possível perceber que uma parte considerável de respondentes ainda realizam essa demanda manualmente.

No entanto, 20,6% das unidades de saúde possuem um setor exclusivo para esta função. O CM Search esclarece porque é primordial a utilização desse sistema e como se beneficiar com o uso do ERP.

Estudo CM Search

Ao longo da investigação houve ainda mais discussões sobre como está o processo de modernização das entidades de saúde. A intenção do CM Search é que você reconheça melhorias para o crescimento da sua instituição.

Caso queira saber mais sobre os resultados e entender como o mercado de saúde brasileiro está adaptando seus processos, clique aqui e tenha acesso à pesquisa completa.

 

10 dicas para melhorar o atendimento hospitalar

Realizar um bom atendimento hospitalar pode ser um grande desafio, principalmente quando não se faz uso um método competente, como por exemplo o ABCDE do trauma.

Em síntese, a satisfação do paciente está relacionada a cada detalhe do acolhimento, desde o primeiro contato com a instituição. Por isso, saber investir em um atendimento de qualidade, é fundamental para alcançar a  fidelidade dos usuários. Pensando nisso,

Então, vamos agora para as 10 dicas sobre atendimento hospitalar:

Como melhorar o atendimento hospitalar?

1. Capacite os profissionais

Para manter a qualidade da equipe, é essencial que a unidade hospitalar esteja sempre disposta a investir em seus profissionais.

Um levantamento da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), realizado com 137 empresas, mostrou que as organizações estão investindo mais na capacitação dos funcionários.

Logo, todo esse processo é muito importante, pois a capacitação permite que o colaborador se adapte às novas tecnologias. Esse tipo de treinamento requer um investimento, que deve ser visto como uma possibilidade de prevenção de problemas futuros.

2. Adote o prontuário eletrônico

O prontuário eletrônico é uma ferramenta usada para registrar, armazenar e disponibilizar as principais informações sobre um paciente.

Segundo uma pesquisa realizada pelo DATASUS, em 2016, 11.112 Unidades Básicas de Saúde (UBS) contam com esse sistema informatizado. Em suma, a agilidade e qualidade no atendimento do cidadão é o que o Ministério da Saúde procura priorizar.

Visto que um dos principais benefícios agregados à utilização do prontuário eletrônico é a possibilidade de visualizar em um único espaço, o histórico completo do usuário fica disponível.

3. Humanize o atendimento

O atendimento humanizado é a união do comportamento ético e conhecimento técnico para manter um bom relacionamento entre pacientes, familiares e equipe.

Nesse sentido, humanizar o acolhimento requer estratégias de gestão.  De acordo com o Ministério da Saúde, para seguir o protocolo de atendimento humanizado é preciso apresentar as seguintes características:

  • atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco;
  • tratamento físico baseado na ética moral;
  • garantia dos direitos do usuário;
  • transmissão de segurança e apoio.

Definitivamente, o intuito em humanizar o atendimento é  proporcionar uma jornada mais agradável ao usuário, uma vez que, provavelmente ele esteja vivenciando um momento delicado.

4. Implante um software de agendamento

A implantação do agendamento on-line, além de prática, reduz o custo da marcação por telefone. As despesas com ligações e contratação de funcionários para o atendimento em call center, diminuem consideravelmente.

Existe também a possibilidade do paciente esquecer da consulta. Por isso, o é parametrizado, ou seja, envia automaticamente um SMS ou e-mail para lembrar o usuário do procedimento marcado.

Outro recurso oferecido pelo agendamento on-line é o pagamento de exames por meio de uma opção dentro da plataforma.

Dessa forma, o paciente consegue efetuar “sozinho” todas as etapas do processo de marcação da consulta.

5. Use indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho, também conhecidos como KPIs, são dados que permitem a visualização estratégica do rendimento das atividades. Um indicador pode ser aplicado em qualquer área, e com ele é possível perceber os seguintes pontos:

  • quais metas foram alcançadas;
  • quais recursos empresariais foram eficazes;
  • quais são e onde localizam-se as falhas em cada etapa do projeto.

Ao utilizar um indicador na área da saúde, o gestor acompanha a rotina dos setores e avalia quais as ações mais assertivas para resolver gaps.

6. Adeque o espaço

Ter um ambiente confortável para receber o paciente é fundamental. Por isso, o ideal é que ele sinta-se acolhido pela instituição.

Wi-fi, poltronas e televisão, são alguns recursos que um hospital deve procurar investir.  Pois, basta uma fração de segundos para que uma pessoa crie uma boa ou má impressão da sua entidade.

Um estudo apresentado no congresso de Psicologia Social, mostrou que as ideias estabelecidas no primeiro momento em que observa-se algo é tão forte que nem mesmo os fatos conseguem desmenti-las.

7. Contrate um ERP

ERP é a sigla Enterprise Resource Planning, que pode ser traduzido como Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Esse sistema automatiza e integra diferentes atividades dentro de uma organização.

Além de permitir ao gestor uma visão mais abrangente, ele otimiza processos e direciona investimentos.

No setor da saúde, optar por recursos como esse, pode ser mais um fator para garantir um bom atendimento hospitalar.

8. Padronize a triagem no atendimento hospitalar

Estabelecer um padrão de triagem demonstra que sua clínica realmente procura manter a organização.

O protocolo Manchester já é muito usado no Brasil e recomendado entre as próprias unidades de saúde.O objetivo é otimizar o atendimento e fazer com que o paciente seja rapidamente atendido por um médico.

Esse método utiliza pulseiras coloridas para classificar os pacientes.Dessa forma, os profissionais conseguem identificar e priorizar as situações clínicas, sem perder tempo com longas checagens.

9. Aplique a tecnologia beira-leito

A ferramenta de checagem beira-leito foi criada para diminuir ao máximo o número de falhas em um hospital.  dispositivo torna-se responsável pela gestão dos remédios, sendo de grande ajuda para os profissionais da enfermaria.

O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil), apontou que 8 mil mortes no Brasil são decorrentes de erros de medicação. Por isso, algumas medidas precisam ser tomadas para reverter esse quadro, e utilizar esse recurso pode ser uma delas.

Existem diversos benefícios ao implantar esse sistema de checagem, entre eles destacam-se:

  • maior segurança na aplicação de remédios;
  • redução na utilização de papéis;
  • otimização de processos;
  • aumento do desempenho financeiro das entidades.

10. Empregue a telerradiologia

A Telerradiologia tem como objetivo dispensar a presença de um radiologista no momento da emissão de um laudo. Sendo uma das principais especialidades da telemedicina, é mundialmente conhecida por sua segurança. Pois, ao gerar um exame ele é diretamente enviado para a  rede da empresa de laudos online.

Além dessas orientações, para efetuar  um atendimento hospitalar de qualidade, existem várias outras dicas para diminuir o tempo médio de atendimento (TMA) nas instituições de saúde. Atualize-se!

Conheça agora as 20 melhores tecnologias para hospitais

O uso de tecnologias para hospitais é uma tendência crescente. Seja para melhorar a experiência dos pacientes dentro das instituições ou organizar processos, as inovações são o futuro da saúde.

Não é possível avançar sem que haja investimento em modernização. Nesse contexto, até a administração hospitalar é beneficiada com a adoção de sistemas de gestão e softwares que otimizam processos.

No setor da saúde, as inovações têm a função de melhorar a vida das pessoas. Assim, possibilitam digitalizar processos, incrementar a cultura organizacional e a aumentar o nível do acolhimento.

As tecnologias vestíveis (ou wearables), por exemplo, permitem acompanhar os pacientes a distância e antecipar intercorrências nos tratamentos. E, a tecnologia da informação otimiza processos, melhorando o uso do tempo dos colaboradores e reduzindo custos.

Isso é possível por uma relação de causa e efeito, que alinha setores e fornece métricas. Um dos efeitos desta adoção é que os recursos de conectividade deixam a instituição mais perto de conquistar certificações de qualidade.

Vantagens do uso de tecnologias para hospitais

Existe um movimento mundial de automação da indústria hospitalar. Os recursos transformam o mercado da saúde são um grande diferencial competitivo.

Além disso, contribuem para redução de custos, segurança de dados, criação de indicadores e auxilia no crescimento, como pode ser visto a seguir:

Redução de custos

Mesmo que o investimento em tecnologia seja alto, ele é recompensado a longo prazo. Essencial para reduzir custos em diferentes áreas, existem inovações que reduzem o desperdício de insumos ou substituem atividades manuais.

A automação de marcações de consultas otimiza o tempo dos colaboradores. Com isso, contribui para a redução das despesas operacionais, não sendo necessário ficar ligando para confirmar consultas e exames.

Ao armazenar dados digitalmente, há a economia de espaço e diminuição de gastos com papel.

Segurança de dados

A segurança das informações é fundamental para o bom funcionamento das unidades de saúde. E, afeta diretamente a qualidade do serviço prestado, a gestão hospitalar e a satisfação dos pacientes.

A praticidade de um bom sistema de gestão faz com que todas as informações fiquem centralizadas em um único local. Assim, é mais fácil administrar e manter a segurança, por meio de backups e criptografia.

Criação de indicadores

As tecnologias permitem o gerenciamento de estatísticas. Tudo é feito de acordo com os dados registrados nos programas, viabilizando a criação de indicadores.

Com isso, os gestores podem fazer planejamentos estratégicos, estimar investimentos e precificar corretamente os serviços. Sendo possível, também, agir com mais rapidez para corrigir falhas e resolver problemas.

Auxílio no crescimento

Com a grande concorrência que existe no setor, a satisfação dos pacientes é determinante para que uma instituição se destaque. A adoção de programas e maquinários, além de melhorar o tratamento de doenças, ajuda na excelência do atendimento.

Consequentemente, isso reflete no modo como a empresa é vista no mercado. Portanto, quanto mais equipado tecnologicamente o hospital está, melhor será a sua gestão e o fortalecimento da imagem da instituição. E, o crescimento e amadurecimento da entidade implica em diferenciais competitivos.

Por todos esses fatores, é preciso repensar a automatização, a atualização dos processos e a racionalização de plataformas.

Baixe o e-book sobre tecnologias para hospitais e conheça as soluções disponíveis que melhor se adaptam às demandas do mercado e impulsionam o crescimento das instituições de saúde.

IDSS: 6 dicas para aumentá-lo

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) é o que amplia a transparência entre as operadoras e os contratantes. Assim como o ABCDE do trauma oferece cuidados básicos à vítima, o índice oferece ponderações no relacionamento cliente-plano.

Criado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), objetiva a regulamentação da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras do Brasil. Oferecendo incentivo constante para o aperfeiçoamento das empresas, o IDSS tem como base a acreditação.

Pensando na importância do assunto, reunimos neste artigo as principais informações que você precisa saber sobre IDSS.

IDSS: o que é?

Sendo usado como uma ferramenta quantificadora e comparativa, o IDSS pode ser decisivo na hora de uma contratação. Divulgado anualmente no site na ANS, leva em consideração o desempenho de cada entidade ao longo do ano anterior.

Desse modo, dá papel de juiz ao contratante, já que as informações possibilitam determinar qual o melhor plano de saúde. O IDSS tem uma pontuação entre 0 e 1, onde quanto mais próximo de um, maior a assertividade da operadora. 

Um ponto importante a ser sabido é que para manter a nota alta é preciso cumprir requisitos que envolvem administração, estrutura e operação dos serviços.

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Mudanças do IDSS

Em 2017, a ANS anunciou novas mudanças, tornando a comunicação dos resultados do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar ao consumidor mais direta.

Além das alterações no IDSS, também há novos pré-requisitos para a elegibilidade das operadoras participantes do Programa. Nesse ínterim, passam a ser exigidas a completude da adoção dos padrões TISS e TUSS, assim como qualidade mínima nos dados enviados.

A partir de então, as operadoras são obrigadas a publicar em seu site os resultados do índice. Tendo para isso um prazo de até 30 dias após a divulgação dos dados. Mas, o que é realmente levado em consideração no cálculo?

O que é considerado no cálculo do IDSS?

Cada dimensão considerada para o cálculo do IDSS tem peso sobre a nota final. Para isso, quatro indicadores compõem a nota, são eles:

  • Indicador de Dimensão da Qualidade em Atenção à Saúde (IDQS) – avalia o conjunto de ações para o atendimento das necessidades dos beneficiários, com ênfase em promoção, prevenção e assistência;
  • Indicador da Dimensão de Garantia de Acesso (IDGA) – oferece condições relacionadas à rede assistencial, possibilitando a garantia de acesso e abrangendo a oferta de rede de prestadores;
  • Indicador da Dimensão de Sustentabilidade no Mercado (IDSM) – monitora a sustentabilidade da operadora, considerando equilíbrio econômico-financeiro, satisfação do beneficiário e compromisso com prestadores;
  • Índice de Dimensão de Gestão de Processos e Regulação (IDGR) – confere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.

O cálculo é realizado pela média ponderada dos índices com o peso de 30% para IDQS, 30% para IDGA, 30% para IDSM e 10% para IDGR.

A classificação é feita por uma pontuação que varia de 0 a 1, dividida em cinco faixas. São elas: 0,00 a 0,19 / 0,20 a 0,39 /0,40 a 0,59 /0,60 a 0,79 e 0,80 a 1,00.

Pesquisa de satisfação

A Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários pode acrescentar 0,25 pontos à Sustentabilidade no Mercado para o cálculo do IDSS. É uma investigação voluntária que deve seguir as diretrizes da ANS.

Com isso, os dados obtidos são padronizados, permitindo a criação de uma série histórica de resultados.

Além de acrescentar pontos ao IDSS, permite conhecer os principais fatores que destacam os serviços das operadoras perante o consumidor. Desse modo, é mais fácil gerar qualidade para o setor e divulgar informações que auxiliem na melhora.

Quem pode participar do IDSS?

Todas as operadoras que atendem aos requisitos mínimos e às diretrizes estabelecidas pela ANS podem pontuar no IDSS. Para isso, deve-se encaminhar à Agência o site da empresa, comprovando a divulgação da pesquisa do ano anterior.

Como melhorar o IDSS?

Para melhorar a nota do Índice é preciso seguir algumas orientações, conforme enumerado abaixo:

  1. Ofereça uma rede mais dispersa – quanto maior for a oferta de serviços disponibilizados aos conveniados, maior a nota. Isso pode incluir, por exemplo, serviços básicos de acolhimento, assistência hospitalar, urgência 24h e cobertura odontológica.
  2. Envie informações corretas – a operadora deve enviar todos os dados exigidos pela ANS.
  3. Garanta a estabilidade financeira – indicadores de dimensão econômico-financeira levam em consideração ativos garantidores vinculados, patrimônio líquido e liquidez corrente.
  4. Tenha um serviço focado no beneficiário – isso garante, consequentemente, a permanência do contratante.
  5. Estimule a promoção da saúde.
  6. Invista em soluções de gestão – as inovações tecnológicas oferecem otimização dos processos administrativos e uma gestão mais eficiente. Também evita erros operacionais que comprometem indicadores.

Além de tudo isso, separamos 22 dicas para reduzir o tempo médio de atendimento (TMA) do call center. Isso pode contribuir para melhorar a satisfação dos usuários e refletir positivamente no IDSS.

11 dicas para a aumentar a taxa de giro de leito

A correta gestão de internações dentro das instituições de saúde passa por diversos fatores. Isso inclui tanto a adoção do método ABCDE do trauma quanto a melhora da taxa de giro de leito.

Gerenciar leitos, além de melhorar a atenção aos pacientes, é um fator fundamental para a competitividade dos hospitais. Estando diretamente ligado à lucratividade e saúde financeira das entidades, é determinante para a sobrevivência em um mercado tão concorrido.

Quanto maior for o giro de leito, mais pacientes serão atendidos com a mesma quantidade de recursos. Além disso, mais cirurgias são feitas e, consequentemente, mais dinheiro é movimentado no caixa.

Outras vantagens são a diminuição de desperdício, maior qualidade assistencial e satisfação dos pacientes.

Identificar os pontos de melhoria é o primeiro passo para aumentar a taxa de giro de leito. Isso é possível por meio de indicadores, que serão apresentados a seguir, acompanhe!

Indicadores que melhoram a taxa de giro de leito

Basicamente, o que melhora a taxa de giro de leito é reduzir o tempo médio de permanência (TMP) do paciente. Mas, para que isso seja possível, é preciso mapear o fluxo de entrada e alta.

O foco central deve ser sempre na saúde e bem-estar dos usuários. Por isso, a administração hospitalar precisa ter controle da assistência prestada, realizando avaliações frequentes, por meio de indicadores.

Só assim é possível identificar o que está sendo bem executado e melhorar o que precisa ser mudado. Os indicadores que auxiliam nesta missão, estão apresentados a seguir:

Taxa/Percentual de Ocupação

É a relação percentual entre a média de doentes-dia e a capacidade operacional hospitalar.

Seu cálculo é feito pela média de doentes-dia multiplicado por 100 e dividido pelo número de leitos operacionais.

Média de Permanência

É a relação entre o total de doentes-dia em um período e o total de altas, transferências ou óbitos.

O cálculo é feito pela divisão de números de doentes-dia em um período pela quantidade de saídas no mesmo período.

Giro/Índice de Rotatividade

É a representação da utilização do leito hospitalar em um determinado período considerado.

Calcula-se pela divisão do número de pacientes saídos, durante determinado período, pelo número de leitos à disposição no mesmo período.

Intervalo de Substituição

É o tempo médio que um leito permanece desocupado entre a saída de um paciente e a admissão de outro.

Calcula-se pela multiplicação da taxa de desocupação pela média de permanência em dias dividida pela taxa de ocupação.

Dicas para aumentar a taxa de giro de leito

Os eixos que devem ser considerados na hora de adotar medidas para aumentar a taxa de giro de leito são:

  • fluxo de entrada – é preciso agilizar o início do tratamento;
  • fluxo de alta – é preciso conduzir os pacientes à alta hospitalar;
  • sustentabilidade – as melhorias devem ser contínuas.

Com esse embasamento, algumas dicas são:

  1. Readequar o agendamento do centro cirúrgico para aproveitar melhor a capacidade dos leitos.
  2. Organizar o fluxo de entrada dos pacientes cirúrgicos eletivos.
  3. Adotar um sistema eletrônico que permita uma alocação dinâmica e integrada dos leitos.
  4. Fazer com que todos os profissionais envolvidos tenham acesso às previsões de alta.
  5. Gerir os casos de longa permanência para a desospitalização adequada.
  6. Montar um programa de hospitalização diária para quadros mais simples. Assim, o horário de altas é seguido, já que não há turno da noite para esses casos.
  7. Controlar indicadores de desempenho, metas e projetos de melhoria.
  8. Planejar bem as mudanças.
  9. Ter o envolvimento de todos os profissionais no processo.
  10. Gerenciar o tempo de todas as etapas. O que inclui tempo médio de internação, tempo de alta, tempo de liberação do leito para higienização, tempo médio higienização e composição do leito.
  11. Realizar auditorias de sustentabilidade, que monitorem se os novos estão sendo cumpridos.

Com essas ações é possível diminuir o tempo ocioso dos leitos hospitalares. Consequentemente, há aumento na satisfação do usuário com o serviço prestado e maior lucro.

Além da aumento da taxa de giro de leito, existem outras maneiras de diminuir o tempo médio de atendimento (TMA) nas instituições de saúde. Lembre-se que o crescimento do hospital começa com pequenas mudanças organizacionais!

Qual o impacto de tecnologias na melhoria da saúde?

Atualmente, a tecnologia está evoluindo de maneira significativa e, assim, facilita a rotina de muitas pessoas. Além disso, o impacto de tecnologias na melhoria da saúde já é visível e afeta também a administração hospitalar.

Os avanços das inovações impactam todos os processos de uma clínica, desde a comunicação até a coleta de informações.

Alguns dados comprovam esse impacto da tecnologia na área da saúde. Segundo o Saúde Business, existem 9 mil aplicativos médicos e 60 milhões de pessoas usam redes sociais para pesquisar saúde.

As melhorias tecnológicas são significativas, proporcionando segurança ao paciente e ao profissional de saúde, gerindo custos e melhorando a produtividade.

Quer conhecer mais sobre o impacto da tecnologia na melhoria da saúde? Confira abaixo os principais tipos de tecnologia utilizados nas instituições de saúde:

Avanços da Tecnologia na saúde

Software médico

Os profissionais da área da saúde estão em constante busca por praticidade e inovação. A grande quantidade de papéis, relatórios financeiros e agendas dos pacientes estão sendo substituídos por sistemas mais informatizados e seguros.

Dessa forma, os colaboradores não precisam gastar muito tempo com anotações manuais, conseguindo também acessar informações de qualquer lugar. Somado a isso, outros benefícios da utilização de sistemas de gestão para clínicas são diversos, como:

  • garantia de segurança dos dados – as informações são criptografadas e apenas o profissional tem acesso aos dados;
  • otimização do atendimento – não há necessidade de buscar prontuários de papel, não havendo perda de dados e informações dos pacientes;
  • melhora na qualidade do atendimento – além de aumentar a interação médico- paciente, há acesso de toda evolução do quadro clínico;
  • humanização do atendimento – há um acompanhamento mais próximo do paciente;
  • praticidade no agendamento de consultas e redução de faltas – tudo com a possibilidade de confirmação por SMS ou e-mail;
  • redução de custos e melhor gestão financeira – através de relatórios de controle de entradas e saídas da clínica.

No entanto, o mercado apresenta diversas opções, e escolher a melhor pode ser um processo um pouco difícil. Para facilitar a escolha do melhor sistema para sua clínica confira aqui algumas dicas importantes.

Agendamento online

Uma tecnologia que tem se tornado uma ferramenta essencial para o dia a dia dos médicos é o agendamento online. Além do valor para as instituições de saúde, proporciona maior facilidade na marcação de consultas pelos pacientes.

Existem muitas vantagens no uso dessa tecnologia, confira algumas abaixo:

  • maior atração de novos pacientes pela facilidade de encontrar a clínica ou a instituição de saúde na internet;
  • maior flexibilidade para os pacientes pela possibilidade de realizarem o agendamento de onde eles estiverem;
  • redução da taxa de faltas, já que o profissional da área da saúde tem maior controle dos seus agendamentos.

Realidade Virtual

A realidade virtual é outro avanço da tecnologia que proporciona um impacto significativo na melhoria da saúde.

Muitos estudos estão sendo desenvolvidos e os resultados são bastante impressionantes. A utilização da realidade virtual, tem impacto tanto no aprendizado da medicina, como no diagnóstico e tratamento dos pacientes.

Confira alguns exemplos de como a realidade virtual está sendo aplicada na área da saúde:

  • terapia exposta – o paciente é exposto, virtualmente, a situações tensas, como por exemplo a claustrofobia. O objetivo é realizar um treinamento e auxiliar o tratamento desses pacientes de maneira segura;
  • treino cirúrgico – nesta técnica os profissionais, durante sua formação, passam por um treinamento sem oferecer riscos aos pacientes. Atualmente, esse processo é feito com cadáveres, seguido da participação em uma cirurgia efetiva, auxiliando médicos experientes.

Aplicativos médicos

É inevitável a busca dos pacientes por informações sobre doenças, diagnóstico e tratamentos na internet. Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos e à London School of Economics, oito em cada dez brasileiros usam a internet para buscar informações sobre sua saúde.

Apesar de o médico orientar os pacientes sobre os riscos dessa busca, é comum a procura por informações pelo paciente.

Pensando nisso, alguns aplicativos surgiram no mercado para aliar tecnologia a saúde de uma forma mais saudável. É importante reforçar que os aplicativos médicos não podem substituir o profissional da saúde.

Redes sociais e comunicação

A comunicação on-line mudou a sociedade. Hoje estamos conectados praticamente o tempo inteiro, seja por meio do computador, celular, tablet ou outros tipos de dispositivos.

A influência da tecnologia também atingiu a área da saúde, impactando a relação médico e paciente. Com isso, há maior necessidade de interação com o profissional da saúde e novas formas de comunicação e marcação de consulta.

Um exemplo disso é o uso do whatsapp para divulgar informações ou conversar com um paciente sobre seu tratamento.

As redes sociais chegaram para ficar e a sua importância tem aumentado a cada dia. Por isso, não fique para trás e saiba tudo o que você pode realizar e divulgar por esse canal. E fique sempre atento com as regras do CFM sobre marketing médico.

Como visto acima, existem inúmeros avanços na tecnologia e todos trazem diversas melhorias para a área da saúde. Mas, para gerir uma instituição de saúde de maneira eficiente, é preciso ajustar as métricas aos seus objetivos.

Confira aqui todas as métricas essenciais de acompanhamento para a gestão na área da saúde. E impulsione cada vez mais o sucesso da sua instituição!

 

Sobre o autor:

Felipe Lourenço é especialista em Informática e Gestão em Saúde pela Universidade de São Paulo (USP). É co-founder & CEO do iClinic, um software online de gestão que organiza as informações de clínicas e consultórios de maneira simples e intuitiva, tornando os processos mais inteligentes e produtivos.

Por que a profissionalização é fundamental para a administração hospitalar?

O profissional responsável pela administração hospitalar enfrenta um grande desafio. Como gestor de um setor multifacetado, é necessário que haja uma constante busca pela atualização.

O administrador tem a obrigação de zelar por todos os serviços de uma instituição de saúde. Isso significa que ele é encarregado de manter todos os setores funcionando em perfeitas condições.

Assim, é sua função organizar e planejar todas as atividades que envolvem a rotina da entidade. O que inclui a gestão de pacientes e colaboradores, equipamentos, estoques e compra.

Ele é tão importante quanto os especialistas que lidam diretamente com a assistência à vida. Pois, coordena todos os processos e é designado à gerência em saúde dos recursos, atuando como elo de integração entre equipes.

Quem desempenha esse papel deve estar bem preparado. Por isso, investir em cursos profissionalizantes é uma boa opção. O mercado oferece formações de nível médio ou superior para quem deseja ingressar nesta carreira.

A procura contínua por atualização auxilia tanto o profissional quanto a instituição a se manterem competitivos no mercado. Por isso, além de entender do setor, o gestor precisa ter noções de administração em saúde, marketing, contabilidade e direito.

O que faz um administrador hospitalar

Com uma das tarefas de maior responsabilidade dentro do hospital, o administrador atua em muitas frentes. Seu trabalho está diretamente relacionado ao bem-estar de muitas pessoas, já que é ele que controla atividades burocráticas e funcionais.

Entre suas obrigações estão:

  • criar um planejamento estratégico hospitalar;
  • administrar recursos humanos, tendo que estimar e definir o número de profissionais adequados à instituição;
  • controlar os pedidos e estoque de materiais e medicamentos;
  • avaliar orçamentos, negociar com fornecedores e organizar a logística de entregas;
  • prever a manutenção e atualização de equipamentos médicos;
  • definir a melhor forma de descarte dos resíduos hospitalares;
  • equilibrar os gastos da instituição para promover segurança financeira;
  • conferir licitações e convênios;
  • aprovar ações de marketing e comunicação.

Com tantas obrigações, o gestor precisa ter uma visão estratégica do todo. Além disso, precisa conhecer, mesmo que superficialmente, como é a profissão e a rotina de todos os outros profissionais.

Assim, ele é capaz de coordenar todas as atividades e suprir eventuais carências. O bom líder consegue agir com criatividade e usar soluções inteligentes para resolver conflitos e otimizar processos.

O mercado da administração hospitalar

O administrador hospitalar não precisa, necessariamente, ter uma formação em saúde. Atuando como um supervisor das atividades que envolvem a rotina nos centros clínicos, é ele quem organiza e melhora serviços.

Em 2015, o Governo Federal sancionou a Lei 13.097/15 sobre a Lei Orgânica da Saúde. Com isso, alterou parte do texto, permitindo a entrada de capital estrangeiro na oferta de serviços à saúde.

Os investimentos de fora fazem o mercado crescer e ampliam a oferta por vagas de emprego no setor. Com mais hospitais e consultórios no país, a boa administração torna-se diferencial competitivo e fator de sobrevivência.

Portanto, este profissional pode trabalhar em instituições públicas e privadas. Isso inclui hospitais, clínicas médicas, clínicas de fisioterapia, laboratórios de análises clínicas, casas de repouso, spas, maternidades, clínicas de estética, prontos-socorros, etc.

O salário varia de acordo com o tamanho e tipo de entidade. Outros fatores que influenciam a folha de pagamento são o tempo de experiência e o conhecimento que o profissional possui.

A remuneração também difere de acordo com a região do país. De modo geral, as capitais e cidades maiores do Sul e Sudeste tendem a oferecer maiores ordenados.

Como se tornar um administrador hospitalar

Quem deseja atuar na administração hospitalar pode se qualificar em vários níveis de estudo. Quanto maior o nível de qualificação, maiores são as responsabilidades que o profissional poderá assumir.

É possível ingressar na área por meio de cursos técnicos de nível médio, cursos tecnólogos, graduação ou especialização.

As matérias abordadas são bem amplas e dão uma ideia do que o administrador irá enfrentar no dia a dia. Algumas disciplinas vistas são:

  • análise de custos;
  • biossegurança;
  • capital de giro e análise de demonstrações financeiras;
  • direito hospitalar;
  • gestão da qualidade em serviços de saúde;
  • gestão de equipamentos hospitalares;
  • gestão de pessoas;
  • gestão de planos de saúde;
  • legislação social e trabalhista;
  • marketing de produtos e serviços;
  • contabilidade hospitalar;
  • processos logísticos;
  • responsabilidade social e ambiental.

Quem quer se destacar na carreira precisa estar em constante atualização. Quem recicla seus conhecimentos e busca por novidades é mais valorizado.

Administração hospitalar no ensino superior

Os melhores cursos são aqueles que apresentam uma narrativa teórica com enfoque prático. Alguns são voltados aos profissionais que já possuem alguma formação assistencial, como medicina e enfermagem, que querem ingressar na gestão.

O aumento da demanda do mercado por serviços de qualidade, ocasionado principalmente pela escassez de recursos financeiros, faz com que as pessoas precisem aprofundar seu entendimento sobre o assunto.

Neste cenário, o ideal é que a instrução agregue conhecimentos significativos e que desenvolva competências essenciais para a administração hospitalar. Algumas instituições que se preocupam com isso são:

  • Faculdade Unimed;
  • Educa Mais Brasil;
  • Unopar;
  • Unip;
  • Universidade Estácio de Sá;
  • Albert Einstein.

Como o administrador deve atuar

Para assumir a gestão de um setor tão complexo como o da saúde, o profissional precisa ter características específicas. Entre elas estão a boa articulação e coordenação, visão ampla de negócio e capacidade de liderança.

O administrador deve ter uma noção exata sobre o que é gestão hospitalar e suas especificidades.

Tradicionalmente, quem administrava o hospital era um médico, enfermeiro ou integrante da sociedade civil. Nada garantia que o gestor tivesse um conhecimento prévio em administração ou das práticas hospitalares.

Com a nova exigência por qualificação, existem especialistas em gerir sistemas de saúde. A personalidade exigida de quem vai assumir esse tipo cargo envolve os seguintes aspectos:

  • posicionar-se como líder, inspirando pessoas a segui-lo tomando decisões;  
  • saber diagnosticar e solucionar problemas;   
  • possuir habilidades de negociação e comunicação;   
  • ter pensamento estratégico, raciocínio crítico, analítico e lógico;  
  • trabalhar com criatividade, adotar e aperfeiçoar processos;  
  • prezar pela ética.  

Além disso, é preciso que o gestor use seu conhecimento para melhorar as rotinas da instituição. Para isso, pode se valer de métodos que melhorem a rotina clínica.

Existem várias possibilidades, como a adoção de sistemas de gestão, que acopladas a softwares específicos, são capazes de melhorar até a jornada do paciente.

Outra saída é usar métricas fundamentais que guiem a organização à sua missão e objetivo. Em suma, a administração hospitalar é responsável por criar e aprimorar esses processos, mensurando o que é essencial para o bom funcionamento da instituição.

Saiba como a consultoria hospitalar impulsiona a gestão na saúde

As rotinas dos centros de saúde envolvem uma série de atividades que vão além do cuidado à vida. Por isso, contar com uma consultoria hospitalar pode ser o melhor caminho para gerir várias áreas diferentes.

A administração hospitalar deve ser capaz de coordenar com excelência todos os setores da instituição. Entretanto, este é um desafio que pode demandar o auxílio de um profissional especializado, ou seja, um consultor.

Na atual dinâmica do mercado, usuários estão mais exigentes e profissionais preferem trabalhar em locais com uma cultura organizacional humanizada. Pode parecer difícil atender a essas exigências, mas com o direcionamento certo, a entidade pode se tornar referência.

Realizar tais mudanças é caro e pode causar prejuízos se não for feito da maneira correta. Embora o setor demonstre certa resistência em compartilhar seus assuntos com pessoas de fora, a consultoria apresenta-se como tendência crescente.

Neste contexto é preciso que os gestores se abram à nova possibilidade. Os reflexos nas rotinas são certeiros, já que o consultor identifica deficiências e apresenta soluções inteligentes.

Tanto a tecnologia quanto o marketing e o planejamento estratégico têm uma implantação fluída se forem indicados por um especialista. Com a devida orientação, é possível realizar melhorias com um bom custo-benefício e resultados expressivos.

As demandas podem nascer de um desejo de crescimento da empresa ou para suprir uma deficiência observada. De qualquer forma, o consultor externo agrega ao processo sua expertise e uma visão externa à instituição.

Escolhendo uma consultoria hospitalar

Antes de contratar uma consultoria hospitalar é preciso realizar uma avaliação interna para saber que resultado esperar da ação conjunta. É essencial que haja comprometimento dos colaboradores com os planos e ações que serão implantados.

O consultor indica o caminho, mas quem trilha é o gestor e toda a sua equipe. Por isso, é preciso monitorar todo o processo e os resultados, para alinhar o que ficar, ocasionalmente, perdido.

Todo o aconselhamento eficiente deve encontrar o equilíbrio entre as particularidades de cada centro clínico. Nada deve ser imposto, mas sim adaptável, tendo por base as melhores práticas do mercado, referências acadêmicas e protocolos necessários.

O questionamento que vai reger as mudanças é: qual a melhor forma de incorporar determinado processo em cada lugar?

Existem diversas empresas no mercado que oferecem a consultoria voltada para a área da saúde. Abaixo, seguem algumas e exemplos dos serviços disponíveis:

Planos consultorias

  • Elaboração de planejamento estratégico
  • Implantação de modelo de gestão
  • Avaliação de Viabilidade de Negócio

Convergence Saúde

  • Planejamento orçamentário
  • Diagnóstico organizacional
  • Análise de regulamentação e apoio às demandas da ANS

XHL Consultoria

  • Gestão Financeira
  • Projetos de Viabilidade
  • Gestão de Custos para Operadora

CM Tecnologia

  • Levantamentos situacionais
  • Modelagem de processos (BPM)
  • Estruturação e capacitação em TI

Usando a consultoria para melhorar processos

Existem serviços de direcionamento voltados especificamente para a potencialização dos processos hospitalares. Isso envolve a implantação de tecnologias e recursos estratégicos que melhorem a rotina dos colaboradores e a gestão de pacientes.

Um ótimo exemplo disso é a CM Tecnologia. Com profissionais capacitados e metodologia adequada, a empresa trabalha para reduzir custos e aumentar o conforto dos usuários.

A consultoria prestada tem o objetivo de suportar os requisitos de negócio, com as melhores práticas de mercado e soluções transparentes. Sendo um adicional importantíssimo à implantação dos produtos de automatização que oferece.

A avaliação do profissional permite definir políticas para normalizar a infraestrutura de ERPs, softwares e rede. Com a melhora dos sistemas de TI e decidindo quais as tecnologias serão aplicadas, há uma boa relação entre preço e qualidade.

As vantagens desse tipo de serviço incluem o aumento da vida útil dos equipamentos, facilidade na gestão e na manutenção.

Os serviços de consultoria hospitalar ofertados pela CM Tecnologia, por exemplo, são:

Levantamentos situacionais

O levantamento situacional tem como objetivo apresentar um raio-x operacional e funcional dos processos e negócios. Assim, aponta em qual estágio produtivo a instituição está, considerando:

  • processos – entende o funcionamento padrão da instituição;
  • negócios – analisa o core business da instituição;
  • aplicabilidade sistêmica – mapeia as funcionalidades sistêmicas e faz uma análise de usabilidade do usuário operacional;
  • levantamento de requisitos – faz um book com todas as considerações relevantes do processo.

Modelagem de processos

Realiza a aplicação do desenho dos processos da instituição na metodologia BPM.

Estruturação e capacitação

Otimiza o ERP da instituição atuando na verificação das tabelas cadastrais, usabilidade e capacitação funcional do sistema.

Entendendo a metodologia BPM

Business Process Management (gerenciamento de processos de negócio), ou simplesmente BPM, é um conjunto de metodologias de gestão.

Usado para criar uma administração sistêmica, que integre os diferentes setores da empresa, aplica-se muito bem ao setor da saúde. O método envolve atividades e colaboradores de modo harmônico, para tornar o processo mais qualificado e rentável.

A grande sacada deste conceito está na unificação eficaz de duas áreas essenciais para o funcionamento da entidade: o gerenciamento da qualidade e a tecnologia da informação.

Aplicando métricas na gestão

Além de contar com uma boa orientação, para garantir o desenvolvimento das instituições, é preciso identificar pontos de melhoria. Isso é possível pelo uso de indicadores que vão apontar quais as falhas e sucessos do processo.

Mesmo antes da chegada do consultor, o gestor é capaz de fazer um levantamento prévio da situação atual. Assim, pode estabelecer quais áreas devem ser foco de mudanças e aprimoramentos.

Entretanto, enquanto a consultoria hospitalar, por qualquer motivo, não puder ser contratada, existe uma solução temporária. As métricas melhoram as rotinas dos centros clínicos, sendo o primeiro passo para a boa gestão.