Jornada do Paciente

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Mobilidade clínica: entenda o que é e como impacta o mercado

Mobilidade clínica é o uso de dispositivos móveis – computadores portáteis, tablets e impressoras – para melhorar a gestão das instituições de saúde e, sobretudo, aprimorar a humanização hospitalar.

Com o objetivo de aperfeiçoar o atendimento aos pacientes, criar fluxos de trabalho eficientes e utilizar melhor os recursos já existentes, essas ferramentas eliminam uma série de procedimentos manuais.

A assistência aos usuários, a comunicação entre os profissionais, o ambiente hospitalar e outras esferas da entidade são beneficiadas pela mobilidade clínica.

Vamos agora apresentar as vantagens desse recurso e como ele impacta no cotidiano dos hospitais. Continue lendo!

Melhora do ecossistema de saúde

Atualmente, segundo uma pesquisa realizada pela Zebra, 63% das enfermeiras já acessam registros eletrônicos dos pacientes em seus dispositivos móveis. De acordo com o estudo, daqui a quatro anos, a previsão é que além das enfermeiras toda a equipe médica tenha acesso aos dispositivos móveis.

Mas, para isso acontecer, é necessário que as entidades estejam “abertas” às mudanças. Afinal, a mobilidade tornou-se recurso fundamental e, com o passar dos anos, adaptar-se a essa realidade será imprescindível.

Avanço dos cuidados e aumento da eficiência

As ferramentas de mobilidade clínica possuem mecanismos específicos para ajudar cada área. A equipe de enfermagem, por exemplo, caminha horas por dia. O objetivo dos dispositivos é, portanto, aumentar a eficiência das enfermeiras de todas as disciplinas – leito, emergência, cirurgia e tratamento intensivo.

O tempo que um profissional de saúde gastaria locomovendo-se na instituição, poderá ser usado para oferecer aos pacientes um atendimento mais humanizado. Pois, é primordial que o usuário sinta-se bem acolhido, tendo certeza de que recebendo a atenção adequada para o seu caso.

Ampliação dos meios de comunicação

Entre os inúmeros benefícios proporcionados pela introdução tecnológica na saúde, é possível citar a comunicação. Ao longo do tratamento de um paciente, normalmente é necessário o cuidado de diversos profissionais. E, evidentemente, estes especialistas precisam manter um diálogo constante.

Dessa forma, ao manter todos atualizados sobre o estado clínico do paciente, maior será o foco no atendimento dos mesmos. O fluxo do trabalho médico terá maior exatidão e haverá uma disponibilidade maior das informações.

Modernização da infraestrutura da instituição

A gestão da infraestrutura hospitalar abrange diversas áreas de suma importância, que passam a ser encaradas como prioritárias, visando a melhoria dos serviços.

Algumas das áreas abrangidas são: Grupos Geradores de Energia, Sistemas de Refrigeração, Sistemas de Gases Medicinais, Caldeiras e Lavanderia.

Automatizar os serviços hospitalares beneficia a todos, principalmente aos pacientes. Abaixo, algumas vantagens para os usuários e para a instituição:

  • ampliação da segurança;

  • melhoria no conforto;

  • garantia da qualidade do ar;

  • otimização de investimentos;

  • economia;

  • definição de acordos de níveis de serviços e padrões de desempenho;

  • análise de indicadores.

Mobilidade clínica é necessária

Embora a mobilidade clínica esteja crescendo no setor da saúde, ainda falta muito para fazer parte de fato do cotidiano das instituições brasileiras.

Os hospitais estão começando a se preparar para a implementação de dispositivos móveis, equipando os colaboradores, conectando dados e sistemas, suprimentos e informações de saúde.

Agora, o primordial é permanecer disposto para as novas tecnologias, pois serão elas que tornarão a sua instituição referência no mercado de saúde. Como gestor, observe os benefícios agregados à mobilidade clínica, sempre buscando entender como funcionam os processos internos das instituições de saúde.

Governança hospitalar e seu papel nas instituições

A governança hospitalar deve basear-se nos processos e regulamentos da administração corporativa. Assim como as instituições que não trabalham com os níveis de atenção à saúde, as clínicas e os hospitais, necessitam de um modelo organizacional multiprofissional e interdependente.

O gerenciamento empresarial possui um sistema para manter o direcionamento da corporação. Isso envolve o relacionamento entre sócios, conselho, diretoria, órgãos de fiscalização e outros.

No setor da saúde não deve ser diferente, todos as áreas precisam trabalhar juntas. Os gestores, médicos, enfermeiros e contadores, precisam estar envolvidos com as questões da entidade como um todo.

Por exemplo, restringir aos administradores apenas ocupações econômicas e financeiras ou aos profissionais da saúde somente as questões assistenciais, não é uma estratégia inteligente. Neste post vamos mostrar o porquê.

Entenda os aspectos básicos da boa administração hospitalar

O primeiro passo para estabelecer uma gestão eficiente consiste em disponibilizar às áreas o máximo de informação possível. Transparência é a palavra, não devendo limitar o conhecimento sobre a instituição somente a alguns setores ou profissionais.

Outro ponto importante está diretamente ligado aos sócios, sendo essencial manter nas entidades de saúde um tratamento igualitário para os investidores. Priorizando os direitos, deveres, interesses e expectativas de todos.

Os aspectos citados acima mostram que é preciso pensar em quem realiza a função da governança corporativa. A seguir, uma explicação mais aprofundada sobre o cargo:

O papel do gestor de governança hospitalar

Este profissional precisa sempre deixar clara qual é a sua atuação na instituição. A prestação de contas deve ser constante, afinal o seu papel interfere diretamente no desempenho dos outros setores.

Uma obrigação de grande importância desse profissional é zelar pela sustentabilidade da organização, visando sua longevidade.  

Dentre as diversas atribuições da gama de responsabilidades do gestor de governança, destacam-se:

  • gerenciar o serviço de atendimento ao cliente (SAC), propondo melhorias a partir das reclamações;

  • administrar o serviço por meio de feedbacks, coaching e treinamentos;

  • garantir o fluxo dos processos administrativos exigidos pelos órgãos de acreditação;

  • manter o fluxo dos processos operacionais nos serviços de higienização;

  • incentivar a rotina de manutenções preventivas, reduzindo as corretivas;

  • coordenar os recursos financeiros pré-estabelecidos.

Saiba o objetivo da governança na saúde

A governança hospitalar nada mais é que uma estratégia para recuperar e manter a confiabilidade, principalmente por parte dos pacientes das instituições de saúde. O intuito é manter todos os setores e profissionais alinhados com a missão da entidade.

A primeira impressão que um hospital deve apresentar aos usuários é uma eficiente administração em saúde. E, para isso, os processos devem ser bem estabelecidos.

Por meio da junção da hotelaria hospitalar com a governança, é significativamente mais fácil manter as rotinas e os regimes atualizados, para que as normas dos agentes reguladores sejam cumpridas.

Como já foi apresentado, esse tipo de gestão possui a finalidade de conectar os setores da instituição. Contudo, para que isso aconteça é preciso seguir alguns parâmetros, como:

Administração

Os serviços administrativos podem facilmente se relacionar com os postos de enfermagem, por exemplo. Já que é de grande importância o preenchimento adequado do prontuário, que irá futuramente impactar no faturamento.

Abastecimento

É neste âmbito que cria-se um alinhamento positivo e colaborativo de todas as áreas industriais. As metas tornam-se compartilhadas e desenvolve-se uma visão única dos desafios que devem ser enfrentados.

O abastecimento consiste na profissionalização de todas as plataformas logísticas que operam no ambiente hospitalar, com as características que permitem à instituição estar completamente abastecida, no tempo e na condição adequada.

Acolhimento

Este ponto engloba os aspectos nos quais o paciente efetiva seus conceitos sobre o atendimento recebido. A opinião do usuário deve ser percebida, monitorada e considerada no momento de definir quais serão as próximas melhorias.

Vale lembrar que ambientes positivos, processos organizados, pontualidade e eficiência no agendamento, são os principais aspectos levados em conta pelos usuários.

Compreenda a importância da governança hospitalar

Estruturar a governança hospitalar tem efeito imediato na compreensão dos colaboradores, que naturalmente perceberão que não há como ser absoluto em apenas sua área.

O ideal é que haja transparência entre funcionários e pacientes. Quando as metodologias são bem organizadas, há reflexo direto na qualidade de saúde do hospital.

É necessário lembrar que a governança hospitalar torna seus procedimentos mais eficientes. Assim, os profissionais de saúde poderão se dedicar ainda mais ao atendimento humanizado, que é, atualmente, um dos maiores diferenciais das instituições.

Cliente interno: qual a sua importância e como atendê-lo

aO cliente interno inclui todas as pessoas que trabalham na instituição de saúde: gestores administrativos, médicos, técnicos em enfermagem… Ou seja, todo o capital humano da entidade.

É comum que ao utilizar o termo “cliente” façamos uma associação ao público-alvo aos quais as organizações oferecem seus serviços. Entretanto, é necessário preocupar-se também com o atendimento ao consumidor de dentro das unidades.

A satisfação do colaborador aumenta significativamente a chance de resultados positivos na assistência aos pacientes. Embora o cliente interno não seja necessariamente quem consumirá seus produtos, ele é a peça-chave para o sucesso da instituição.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas práticas de como melhorar o contentamento dos funcionários e mostrar a importância de uma relação saudável entre os profissionais de saúde. Acompanhe!

Avalie o clima da instituição

O primeiro passo para saber quais mudanças necessitam ser estabelecidas no ambiente organizacional é ouvir as pessoas. O ato de analisar a atmosfera da unidade hospitalar precisa ser o mais constante possível. Afinal, é ela uma das responsáveis pela motivação e engajamento das equipes.

Como fazer a avaliação?

Independente do número de perguntas, as questões devem abordar temas como: estabilidade do emprego, salário, benefícios, relacionamento interpessoal e comunicação. De acordo com esses itens, a instituição elabora o conteúdo do formulário da maneira mais objetiva e clara possível.

Invista em infraestrutura

As instituições têm como obrigação oferecer aos funcionários um ambiente confortável. Principalmente na área da saúde, em que os profissionais passam longas jornadas no local de trabalho.

A falta de infraestrutura atrapalha consideravelmente a boa convivência entre as equipes. Pois, o espaço desestruturado e desorganizado afeta a disposição e o humor das pessoas.

Os hospitais precisam de funcionários realmente saudáveis para conseguirem se dedicar inteiramente aos pacientes. Só oferecer bons planos médicos e odontológicos não é o suficiente. O ideal é proporcionar qualidade de vida dentro e fora do trabalho.

Essas ações, quando realmente seguidas pelas unidades de saúde, trazem resultados visíveis na diminuição do número de afastamentos pelo INSS, por exemplo.

Utilize a tecnologia

Os sistemas tecnológicos quando devidamente implantados podem ajudar muito a evitar conflitos, principalmente na organização das tarefas e na comunicação. Atualmente, existem algumas ferramentas criadas especificamente para facilitar o cotidiano das instituições, como:

  • Trello: é um aplicativo destinado à gestão das tarefas de trabalho. Ele pode ser usado tanto por um só indivíduo como para atividades em equipe. Na plataforma, as tarefas são incluídas com os detalhes e informações necessários para que a demanda seja concluída no prazo determinado;

  • Slack: Assim como uma rede social, o Slack é onde os funcionários da empresa podem se reunir em uma sala virtual e interagirem no mesmo ambiente. Isto é, entrar em salas de bate-papo e ter suas conversas arquivadas.

Seja flexível

Ser maleável é, muita das vezes, a melhor opção para solucionar os problemas do dia a dia. A flexibilidade está relacionada à capacidade de agir com humanidade. E, ser flexível não significa abdicar das suas expectativas e opiniões, mas saber ouvir.

Estar disposto a auxiliar a equipe quando necessário é um desafio enfrentado por muitos gestores. Por isso, o diálogo é fundamental, tanto para compreender o seu time quanto para conquistar sua confiança.

Crie metas e desafios

Definir as metas é fundamental para o engajamento dos colaboradores, que muitas vezes podem não ter clareza de qual direção devem seguir. Além disso, estimulam a equipe a alcançar novos desafios e desenvolver habilidades e competências.

Compreender os objetivos individuais dos integrantes do grupo de trabalho, também é uma ótima estratégia para os coordenadores. O ideal é auxiliar o funcionário a traçar um plano de carreira de acordo com seu perfil.

Tenha seu cliente interno realizado para conseguir pacientes satisfeitos

Todos sabemos que quanto mais contente os colaboradores estiverem, melhor será o resultado de todos os processos da instituição. O paciente consegue perceber quando as equipes estão, por algum motivo, desalinhadas ou com dificuldades de convivência.

É preciso que as instituições façam uma auto análise, tentando verificar quais pontos necessitam de reestruturação e quais são os mais fáceis de serem solucionados.

Abaixo, algumas medidas acessíveis que ajudarão no bem estar dos seus profissionais:

  • disponibilize frutas;

  • tenha parcerias com academias (para incentivar a atividade física);

  • invista em jogos, como ping-pong nos horários de intervalo ou almoço;

  • ofereça convênios médicos e odontológicos;

  • obtenha parcerias diversas, como restaurantes, salões de beleza e instituições de ensino;

  • promova eventos como happy hours, comemoração de aniversário e confraternizações.

As organizações que inserem essas práticas em sua rotina conseguem oferecer bons atendimentos aos pacientes. O fundamental é entender que os colaboradores do setor da saúde possuem uma pressão significativamente maior do que outros especialistas, por lidarem diretamente com a vida humana.

Por isso, procure estratégias para aperfeiçoar sua gestão e proporcionar um melhor ambiente ao seu cliente interno.

Protocolo de identificação do paciente: saiba a importância

O protocolo de identificação do paciente possui como intuito garantir que o usuário receba corretamente os cuidados para o seu caso.

Erros de reconhecimento podem acontecer desde a recepção até a alta do serviço prestado, ou seja, em todas as fases. Essas falhas, segundo a Anvisa, possuem fatores de intensificação que demandam uma atenção maior das entidades.

Por esse motivo, o uso de pulseiras para distinguir os usuários tornou-se comum nas instituições, mas ainda assim uma série de parâmetros devem ser estudados e discutidos.

Pensando nisso, este texto mostra a importância do protocolo de identificação do paciente e quais são as maneiras de aplicá-lo de modo eficiente.

Por que estabelecer um protocolo de identificação do paciente?

O norma de inspeção dos usuários deve estar presente em todos os segmentos da saúde, incluindo unidades de internação, ambulatório, salas de emergência e centros cirúrgico.

Conforme a The United Kingdom National Patient Safety Agency apontou, cerca de 850 pacientes nos Estados Unidos são transfundidos com sangue destinados a outros. E, desse total, 3% resultam em casos de óbito.

A utilização de pulseiras é vista como uma das poucas maneiras de controlar esses dados nas instituições. Informações coletadas pela Anvisa apontam para reduções significativas na ocorrência de erros após a implementação de processos como esse.

Abaixo, estão algumas das intervenções que são usados, de modo geral, para constituir um protocolo de identificação do paciente:

Assegurar que todos sejam corretamente atendidos

Para um atendimento correto a todos, é preciso o uso de indicadores. Um deles é a pulseira branca padronizada, colocada em um membro do paciente para que seja conferido antes da assistência médica.

O local escolhido para identificar o adulto é no punho, mas para recém-nascidos é colocado, preferencialmente, no tornozelo. Se os membros superiores do adulto estiverem impossibilitados, deve inserir nos componentes inferiores.

Definições institucionais

A entidade tem como obrigação ter medidas já pré estabelecidas e documentadas. Por exemplo, os profissionais precisam saber como agir em situações onde os membros que normalmente são utilizados para identificação não estejam viáveis, como:

  • edemas;  

  • amputações;

  • presença de dispositivos vasculares.

Outro ponto que as unidades de saúde devem se precaver é sobre como proceder se a identificação estiver danificada, ilegível ou for removida. É preciso ter atenção até ao modo como os identificadores serão registrados: manuscritos ou impressos.

O intuito em estabelecer esse tipo de protocolo de identificação do paciente é, principalmente, facilitar o cotidiano das equipes que correm contra o tempo.

Quais são as especificações da pulseira do paciente?

  1. Cor:

O bracelete usado para o reconhecimento deve ser de cor branca.  

Pulseiras coloridas de alerta ou etiquetas não devem ser utilizadas como identificadores, devido os riscos de erros.

  1. Tamanho:

As pulseiras devem se adequar ao perfil dos pacientes, sendo:

a) compridas – o suficiente para serem utilizadas em pessoas obesas, pacientes com linfedema e com curativos; 

b) pequenas – capazes de serem confortáveis e seguras em recém-nascidos, bebês e crianças.

  1. Facilidade de uso

As pulseiras de identificação do paciente devem ser: 

  • fáceis de limpar;

  • impermeáveis e resistentes a líquidos (sabão, detergentes, géis, sprays, esfregas, produtos de limpeza, sangue e outros líquidos corporais);

  • fáceis de utilizar por todos os profissionais que possam ter a responsabilidade pela emissão, aplicação e verificação.

A importância de técnicas de identificação

A intenção em estabelecer procedimentos de identificação dos usuários é proporcionar o melhor atendimento aos pacientes. E, consequentemente  fidelizá-los, já que uma boa gestão organizacional é perceptível aos pacientes. E, além disso, passa uma sensação de segurança aos mesmos.

O hospital deve proporcionar o máximo de conforto possível, tanto aos usuários como aos familiares. Pois, as unidades de saúde normalmente já causam sentimentos negativos nas pessoas, afinal se o indivíduo está ali é porque provavelmente possui alguma preocupação.

Tendo em vista a necessidade do protocolo de identificação e as adaptações citadas ao longo do texto, o primeiro passo é analisar a administração da sua entidade e buscar maneiras de proporcionar a melhor assistência em saúde possível. 

A tecnologia na medicina pode transformar sua instituição

Com todo o avanço da tecnologia na medicina, é possível prever um futuro com foco no desenvolvimento da saúde. Assim, procedimentos e métodos já usados, como o ABCDE do Trauma, poderão tornar-se ainda mais eficientes. 

Atualmente, a automatização de processos se fortalece pela chegada da Internet das Coisas (IoT), Big Data e Inteligência Artificial (IA). Todas essas inovações mudam desde o ensino da prática médica até o exercício da profissão e a relação com o paciente. 

Com isso, é possível delegar à tecnologia a parte repetitiva e mecânica do trabalho. Deixando os profissionais da saúde livres para aprofundar pesquisas, encontrar soluções mais adequadas e oferecer um atendimento mais humanizado.  

Para entender como todo esse avanço impacta positivamente as instituições, é preciso saber quais são os impactos da tecnologia na medicina. E, é exatamente disto que esse post tratará a seguir, acompanhe!

Impactos da inovação na saúde

Em 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a longevidade atingiu 76 anos, a maior média histórica. Isso representa um salto de 22 anos em relação à década de 1960, quando a média era de 54. 

Além de representar uma evolução socioeconômica, o envelhecimento da população demanda mais investimentos em saúde. Neste novo cenário, o desafio da medicina é garantir que essa população que vive mais também viva melhor. É aqui que a importância da tecnologia na medicina se mostra de maneira mais eficiente.

O uso consciente de inovações pode reduzir custos do setor, oferecer diagnósticos mais rápidos e de modo assertivo. Um bom exemplo é o monitoramento remoto, que diminui o tempo de internação e a necessidade de retorno ao hospital, tendo por consequência o aumento da capacidade de atendimento da instituição. 

Usos da tecnologia na medicina 

As diversas especialidades da medicina se beneficiam com o auxílio de ferramentas tecnológicas. A telemedicina favorece o acompanhamento a distância dos sinais vitais dos pacientes, facilitando do aconselhamento a atendimentos emergenciais. 

Na medicina esportiva, por exemplo, usar aplicativos para monitorar atletas de alto rendimento pode possibilitar ajustes de tratamentos. Para a reabilitação, dispositivos como impressoras 3D e 4D, podem ser usados para estimular movimentos e até devolver habilidades perdidas. 

A análise de imagens com o uso de algoritmos da IA deve ser ampliada na radiologia. Hoje em dia, sistemas mais avançados já sinalizam anomalias em exames. A tendência é que com o tempo e o avanço de maquinários os radiologistas não precisem mais executar afazeres técnicos e repetitivos. 

As doenças decorrentes de mutações ganham um forte combatente: o mapeamento genético. Com isso é possível identificar alterações nos genes que podem indicar tumores e doenças hereditárias, viabilizando a tomada de medidas preventivas.

Além disso, a nanotecnologia terá um papel muito importantes para diagnosticar doenças de maneira menos invasiva e mais eficiente. Como visto, a tecnologia na área da saúde tem papel fundamental na medicina diagnóstica, reduz tempo de recuperação e agiliza exames e resultados. 

Benefícios da modernização para a instituição

Seja pela digitalização de processos ou pelo uso de um software que melhores a administração clínica, a tecnologia na medicina também pode ser usada para melhorar a gestão hospitalar. Algumas inovações que podem ser aplicadas ao cotidiano das instituições são:

  • sistema de gestão – oferece mais tranquilidade e transparência ao profissional de saúde, já que concentra as tarefas administrativas em um único local;
  • prontuário eletrônico – reúne toda a informação clínica do paciente no mesmo lugar, estando disponível para acesso on-line;
  • bulário online – ajuda na indicação de medicamentos de acordo com as restrições do paciente;
  • agendamento on-line – proporciona autonomia aos usuários que desejam marcar exames e consultas e libera os colaboradores para assumirem outras funções;
  • gestão de centro clínico – organiza os agendamentos, pré-agendamentos e workflow das cirurgias.

Com isso, há mais segurança da informação na saúde e economiza-se dinheiro e espaço ao dispensar o uso de fichas de papel.

Além disso, existe o Big Data, um conjunto de informações que se extrai de um grande volume de dados, que permite encontrar características comuns em um grupo de pessoas ou lugar. Isso permite prever diagnósticos e diminui o custo com pesquisas.

Um grande benefício da tecnologia na medicina é o empoderamento dos pacientes. Com o acesso a informações é possível melhorar o cuidado da saúde, facilitando assim o atendimento nas instituições, já que os dados coletados por aplicativos podem ser compartilhados com os médicos. 

 

Como consequência há a fidelização de usuários, os procedimentos tronam-se mais seguros e há maiores chances de recuperação. 

É importante entender que a tecnologia na medicina não precisa ser complexa para dar resultados. Uma simples mensagem de confirmação de consulta pode reduzir a taxa de não comparecimento e reduzir custos, ajudando também a melhorar o tempo médio de atendimento

Entenda os níveis de atenção à saúde e estratégias de gestão

Para uma gestão organizacional eficiente é fundamental que os gestores hospitalares se atentem às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS define 3 diferentes níveis de atenção à saúde: o primário, o secundário e o terciário.

Essas categorias seguem uma ordem crescente para garantir que cada paciente seja atendido no nível que corresponde, estabelecendo-se assim uma prioridade no acolhimento. Entender em qual conjunto cada usuário se encaixa, possibilita o investimento em estratégias de melhorias gerais, independente do motivo que levou a pessoa a procurar sua instituição.

Ao longo deste artigo, vamos apresentar quais são os níveis de atenção à saúde no Brasil, como eles são estruturados e que diferenças apresentam entre si. Confira!

Primário

Neste estágio, encaixam-se os casos mais simples, ou seja, o grau de complexidade é considerado baixo.

Na etapa primária, o foco está no agendamento de consultas e exames básicos, como curativos, radiografias e eletrocardiogramas. Aqui, encontra-se o trabalho desenvolvido pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Há também neste passo algumas ações para promoção da saúde pública em espaços comunitários. Campanhas para incentivar a vacinação e o combate à dengue, são consideradas parte essencial deste nível.

Secundário

Unidades de Pronto Atendimento (UPA) integram o estágio secundário. Neste momento, surgem os especialistas, como cardiologistas, oftalmologistas, endocrinologistas e etc.

Com um fluxo bem definido, após a fase inicial -nível primário- os pacientes são encaminhados para a segunda parte do processo, recebendo aqui a atenção devida para a especificidade do seu caso.

Vale lembrar que, neste estágio, os equipamentos e a infraestrutura são compatíveis com a demanda. Desta forma, os profissionais possuem o suporte adequado para realizar intervenções em doenças agudas ou crônicas, além de atendimentos emergenciais.

Terciário

Os grandes hospitais correspondem ao nível terciário. O objetivo deste estágio é garantir que procedimentos para a manutenção dos sinais vitais do paciente sejam priorizados.

Aqui, a tecnologia torna-se a principal aliada dos médicos e dos outros profissionais que são responsáveis pelo socorro aos usuários. Apesar da divisão em três níveis de atenção à saúde, os recursos tecnológicos podem ser aplicados para beneficiar todos os estágios. Conheça alguns:

Prontuário eletrônico

Para aumentar a qualidade hospitalar o prontuário eletrônico é imprescindível. A ferramenta registra, armazena e disponibiliza as principais informações sobre um paciente.

Outro benefício agregado à utilização da ferramenta é a possibilidade de visualizar em um único espaço, o histórico completo do usuário.

Sistema de agendamento

Para proporcionar conforto e tranquilidade aos usuários o ideal é possuir um sistema de agendamento on-line.

Ao implantar um software como esse a diminuição na taxa de não comparecimento à consulta é significativa. O sistema envia, automaticamente, um SMS ou e-mail para lembrar o paciente do procedimento marcado.

Tecnologia beira-leito

A checagem beira-leito foi criada com o intuito de diminuir ao máximo o número de falhas hospitalares. Esse dispositivo é responsável pela gestão dos medicamentos, sendo de grande ajuda para os profissionais da enfermaria.

Algumas melhorias agregadas a esse sistema de checagem são:

  • maior segurança na aplicação de remédios;
  • otimização de processos;
  • aumento do desempenho financeiro das entidades.

Importância dos níveis de atenção à saúde

Os níveis de atenção à saúde possuem uma organização fundamental para tornar a triagem do Sistema Único de Saúde (SUS) mais eficiente. Quando os pacientes são direcionados de um nível ao outro, garante que os profissionais estejam disponíveis para quem precisa.

A qualidade da gestão hospitalar depende diretamente da boa execução de todas as etapas. E, ao dispor de uma boa logística estrutural, o acolhimento humanizado torna-se mais fácil de ser posto em prática pelos colaboradores.

O ideal é que toda instituição de saúde possua o foco nos níveis de atenção à saúde, para de melhorar constantemente. Além disso, para aperfeiçoar os processos internos, é necessário preocupar-se sempre com a automatização do atendimento.

ABCDE do Trauma: confira tudo o que você precisa saber sobre

O ABCDE do Trauma é uma série de precauções criadas para proteger a integridade de um paciente em situação de risco. Diferente do que alguns imaginam, esse procedimento não é executado somente por profissionais da saúde, já que qualquer pessoa que possua um treinamento adequado em primeiros socorros está apta a colocar esse recurso em prática.

No pronto atendimento, esse método é o mais utilizado pelos socorristas, principalmente por proporcionar rapidez e segurança no atendimento das vítimas. Quando divulgado, o ABCDE do Trauma foi imediatamente reconhecimento na medicina, afinal sua eficiência é incontestável para as unidades de saúde.

Caso você queira aprofundar seu conhecimento na história desse protocolo, entender sua função, etapas e utilização, continue lendo este post!

Por que o nome ABCDE do Trauma?

O termo foi escolhido por Jim Styner, um cirurgião ortopédico que desenvolveu os protocolos semanas após sofrer um acidente. Na posição de paciente, o médico percebeu a necessidade de disponibilizar seus estudos para a criação da metodologia.

A sigla é referente aos seguintes termos:

  • A – airway;
  • B – breathing;
  • C – circulation;
  • D – disability;
  • E – exposure.

Como funcionam as etapas do método?

Como já mencionado, o ABCDE do Trauma é dividido em cinco letras e cada uma delas representa um termo em inglês. Abaixo, uma explicação mais aprofundada sobre cada uma das nomenclaturas:

A de airway- via aérea

Nesta etapa, deve-se examinar cuidadosamente o controle da coluna cervical. E, da mesma forma, é necessário averiguar se há algum bloqueio nas vias nasais. O cuidado mais importante neste estágio é evitar lesões na coluna.

Outro importante ponto é ficar atento aos sintomas de ademas no rosto do paciente. Pois, se alguma anormalidade for reconhecida é necessário a utilização do colar cervical.

B de breathing – respiração

O objetivo desta fase é checar se a pessoa está realmente respirando. O primeiro passo, é analisar a movimentação do tórax e auscultar – escutar ruídos pulmonares – para eliminar alguma lesão torácica. Feito tudo isso, caso haja necessidade, utilize métodos de ventilação mecânica.

C de circulation – circulação

A terceira parte do ABCDE do Trauma é considerada uma das mais importantes em todo o processo. Aqui, o socorrista deve impedir que a vítima tenha uma hipovolemia, ou seja, uma diminuição anormal do volume do sangue.

Se houver alguma hemorragia, é preciso apalpar, verificar o dorso e identificar sua origem, para procurar formas de contê-la. A coloração da pele e a pressão arterial do pulso, são alguns sinais que também devem ser checados.

D de disability – incapacidade

Neste momento, deve ser feito um exame neurológico no paciente. Existem diversos processos para efetuar essa avaliação, um deles é o AVDI, que significa alerta, voz, dor e inconsciência.

O AVDI corresponde a uma sequência de estímulos para saber qual o estado real da vítima. Para o exame, é primordial fazer perguntas simples, como “qual o seu nome?”, e estimular a dor para analisar a reação.

E de exposure – exposição

Em muitos casos, para identificar fraturas e hemorragias é necessário despir o paciente. Dessa forma, é comum que a temperatura do corpo abaixe, tornando o indivíduo suscetível à hipotermia. Para que isso não aconteça, deve-se cobri-lo com uma manta térmica até o hospital.

Como o ABCDE do Trauma é utilizado no Brasil?

No Brasil, o curso para aprender o método chegou somente em 1989, onze anos após sua criação. Contudo, segundo a Sociedade Brasileira de Atendimento Integral ao Traumatizado (SBAIT), o trauma ainda representa a principal causa de óbito no país.

A SBAIT ainda estima que o atendimento a acidentes possa atingir nove bilhões de reais anuais. Neste valor, estão inclusos o tratamento pré-hospitalar, as sequelas, as despesas indiretas e a reabilitação.

Em um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está na 56ª posição dos países com maior mortalidade no trânsito.

A questão tornou-se de saúde pública, e por esse motivo a SBAIT criou um plano chamado Projeto Trauma 2025. O intuito é  provocar um debate médico e político com a sociedade a respeito do atendimento às vítimas.

Por sua vez, o Ministério da Saúde também criou a Linha de cuidado ao trauma na rede de atenção às urgências e emergências, para o Sistema Único de Saúde (SUS). O ideal é que todos tenham um atendimento de qualidade, tanto os usuários de serviços particulares quanto os do SUS.

Por que é tão importante investir no atendimento?

Para as instituições de saúde, investir em uma assistência de qualidade é imprescindível, começando pela equipe. Os profissionais precisam de um treinamento adequado para executar métodos com perfeição.

As entidades que procuram se destacar no setor da saúde devem priorizar os pacientes. E, no pronto atendimento o cuidado deve ser ainda maior, pois um pequeno erro pode ser fatal.

Atribua valor em seus colaboradores, procure alinhá-los, preocupe-se com todos os setores, desde a otimização dos atendimentos, até a capacitação dos socorristas, só assim será possível a correta execução do ABCDE do Trauma.

Entre em contato com a CM Tecnologia.

Conheça e entenda os principais indicadores de saúde

Para efetuar um bom atendimento aos pacientes é necessário pensar em tudo. Isso abrange processos internos, com o uso de indicadores de saúde, e métodos como o ABCDE do trauma, para manter a eficiência nos primeiros socorros.

Índices são parâmetros informativos que facilitam o acompanhamento das demandas hospitalares. Sua principal função é avaliar se as instituições estão alcançando seus objetivos. E tornar a tomada de decisões mais fácil aos investidores.

Saber o desempenho exato de todas as áreas de uma organização, é de extrema importância, pois o destino dos recursos é fator determinante para a preservação  do patrimônio.

No entanto, diferente de outros segmentos, as unidades de saúde, lidam diretamente com vidas, ou seja, as escolhas precisam levar em conta o bem-estar dos pacientes. Isso implica em adotar medidas que irão  impactar positivamente na assistência dos usuários.

Ao longo deste post, vamos apresentar ferramentas de indicação e como elas podem melhorar a organização da instituição, confira!

Principais indicadores de saúde

A elaboração do planejamento estratégico é determinada de acordo com as necessidades de cada entidade. Eles proporcionam maior segurança aos dados e às informações, consequentemente reduzindo possíveis falhas.

Segue abaixo alguns dos principais modelos usados no mercado atual:

1.Rentabilidade

Para saber o rendimento dos investimentos, é efetuado pelo indicador um cálculo, dividido entre procedimentos, convênio, especialidade médica e setor.

Os principais fatores utilizados como base para demonstrações contábeis são:

  • ativo total;
  • patrimônio líquido;
  • receitas de vendas.

Já os resultados utilizados são o lucro operacional (gerado pelos ativos) e lucro líquido.

2. Capacidade de produção

Os KPIs (Key Performance Indicators), indicam a relação entre a produção comparado com os recursos empregados – capital, energia e tempo.

Veja abaixo alguns exemplos:

  • rotatividade de mão-de-obra: quantidade de desligamentos em um período dividido pelo número de funcionários ativos no mesmo período;
  • horas/homem por projeto entregue: quantidade de horas trabalhadas para entregar uma demanda;
  • área alugada por mercadoria entregue: previsão de demanda para alugar somente o necessário.

3. Marketing

As instituições que buscam crescer no mercado de saúde atual, necessitam de estratégias consistentes. E, o primeiro passo para isso, é investir no marketing e em meios para acompanhar o setor.

Uma má mensuração pode ser muito prejudicial, uma vez que os gestores não conseguirão respostas para melhorar suas ações. Conheça a seguir alguns indicadores e sua importância para o marketing:

  • Return Over Investiment (ROI): o retorno sobre investimento indica se houve os resultados esperados. Para calculá-lo é preciso aplicar a seguinte fórmula:
    • faturamento gerado – investimento feito;
    • resultado do primeiro cálculo ÷ investimento;
    • resultado do segundo cálculo x 100 = ROI;
  • Custo de Aquisição de Clientes (CAC) em anúncios: para cada paciente adquirido existe um custo publicitário. A operação para saber essa quantia é simples, basta dividir o valor total investido em anúncios pelo número de usuários adquiridos;
  • taxa de abertura: os disparos de e-mail marketing são fundamentais para nutrir os pacientes de informações relevantes. Para medir essa taxa, divide-se o número de abertura das mensagens, pelo total enviado e multiplica-se o resultado por 100.

4. Atendimento

Um atendimento de qualidade é um dos principais diferencias de uma instituição de saúde. A concorrência está alta, por isso é essencial um acolhimento ágil e personalizado, de acordo com as necessidades do paciente.

Confira abaixo alguns sistemas que auxiliam no atendimento:

  • Tempo Médio de atendimento (TMA): mede a duração média dos atendimentos prestados pelo call center. O resultado ideal dessa contagem é que o serviço não seja nem muito longo, nem muito curto.
  • Tempo Médio de Espera (TME): avalia o tempo médio que os pacientes ficam aguardando para serem atendidos. Esperar gera notória insatisfação e consequente desistência do contato. Uma boa solução é implantar o agendamento on-line.
  • Net Promoter Score (NPS) : mede a satisfação dos usuários por meio de uma pesquisa de avaliação do serviço. O  paciente pode, por meio do NPS, atribuir uma nota de 0 a 10 à instituição. Quando atribuem uma nota de 9 ou 10 são considerados promotores, 0 e 6 detratores e 7 ou 8 neutros.

A importância em utilizar recursos tecnológicos

Todos os dias novos instrumentos surgem na área da saúde, para facilitar o trabalho dos profissionais. Os indicadores são um deles, pois seu objetivo principal é melhorar a gestão hospitalar.

É necessário que os gestores analisem como os processos internos podem afetar os pacientes, principalmente no atendimento. Uma vez que, o mau acolhimento compromete toda a reputação da instituição.

Dessa forma, assegurar a qualidade da assistência antes mesmo de marcar uma consulta, faz toda a diferença para fidelizar usuários. O primeiro contato do paciente com a instituição é um momento delicado, por isso evitar problemas nesse estágio garante bons resultados nas próximas etapas.

Um indicador de saúde, por sua vez, mantém a organização interna do hospital e torna a equipe mais confiante para o atendimento. Lembre-se, as melhorias precisam ser constantes, no atendimento, por exemplo, o primeiro passo é reduzir o TMA do call center.

Conheça os 11 melhores softwares para clínicas do mercado

Todas as instituições de saúde, grandes ou pequenas, enfrentam problemas organizacionais que poderiam ser minimizados com um software para clínicas. As soluções melhoram tanto o atendimento na saúde quanto a administração das unidades.

Ao optar por um sistema operacional, as plataformas inteligentes e interativas otimizam o tempo e agilizam as rotinas de trabalho. Existe grande variedade, mas o mais adequado deve ser um fator de mudança interna. O que se deve levar em conta é:

  • Segurança de dados;
  • Atendimento personalizado;
  • Prescrição digital;
  • Armazenamento em nuvem;
  • Integração de recursos e funções;
  • Redução de custos;
  • Diminuição de erros.

Com tantas opções, o desafio aqui é descobrir qual programa é melhor. Para resolver essa questão, é preciso atentar para as necessidades básicas e individuais de cada consultório.

Uma ótima dica é listar os problemas que precisam de solução. De posse das dificuldades que devem ser superadas é possível escolher o software médico que mais se encaixa.

Existem aqueles que oferecem opções eficazes para o armazenamento de prontuários, enquanto outros lidam melhor com a parte gerencial. Por isso, é de suma importância entender quais os setores possuem déficits.

Para acertar na escolha é indispensável fazer uma pesquisa dentre as opções disponíveis no mercado. A melhor contratação será a que se adequar à realidade orçamentária da organização e aprimorar os processos.

A grande vantagem de usar esse tipo de utilitário é que ele se adapta ao ERP já usado pela instituição e oferece um serviço personalizado. Assim, o sistema fica totalmente voltado às necessidades do cliente.

Buscando facilitar essa pesquisa, separamos abaixo alguns softwares de saúde e os diferenciais que cada um deles apresenta. Confira:

SPDATA

  • Integra os sistemas de informações gerenciais;
  • Promove fluxos de informação contínuos;
  • Permite o controle de estoque;
  • Realiza a gestão do bloco cirúrgico;
  • Desempenha a administração de contas.

HiDoctor

  • Disponibiliza prontuário completo;
  • Possibilita a impressão de documentos;
  • Exibe um atlas do corpo humano integrado à ficha de imagens do paciente;
  • Disponibiliza faturas para convênios;
  • Oferece um chat interno.

TotvsGere planos de saúde;

  • Dispõe de prontuário eletrônico unificado;
  • Oferece controle de compras e suprimentos;
  • Realiza a gestão de contratos;
  • Concede planejamento e controle orçamentário automação fiscal.

Vbb Software

Cadastra o estoque;

  • Possui sala de espera virtual;
  • Disponibiliza chat interno;
  • Dispõe de gerador de etiquetas para mala-direta;
  • Oferece tela inicial com o resumo geral do dia.

OnMed

  • Disponibiliza o controle completo de faturamento;
  • Possui chat interno;
  • Apresenta tabelas MPTUSS, CID e geração de arquivos XML;
  • Permite anexar documentos;
  • Cadastra profissionais, documentos, atestados, laudos e encaminhamentos.

ProDoctor

  • Guarda todas as anamneses e evoluções do paciente;
  • Anexa imagens e documentos diversos do tratamento do paciente;
  • Lista cada retorno do paciente;
  • Gera e imprime receitas, laudos e atestados personalizados;
  • Calcula automaticamente as doses dos medicamentos na receita médica.

Clínica nas Nuvens

  • Dispõe de galeria de imagens e documentos;
  • Oferece administração financeira completa;
  • Disponibiliza mural de recados;
  • Possibilita a personalização de anamnese.
  • 4Medic
  • Auxilia no gerenciamento interno das clínicas e consultórios;
  • Possui layout estrategicamente para prático ao médico,
  • Dispõe de um prontuário eletrônico;
  • Conta com um Widgets – barra de ferramentas- para facilitar o dia a dia do paciente.

Versatilis

  • Flexível: funciona em tablets ou smartphones, IOS ou Android;
  • Porta um sistema de backup realizado de hora em hora;
  • Atende às principais demandas administrativas das instituições;
  • Emite guias SADT e guias de consulta.

Clínica Web

  • Íntegra sistemas de laboratórios e farmácias;
  • Armazena todo o seu sistema em servidores da Amazon;
  • Agenda otimizada, com armazenamento na nuvem;
  • Possui avisos e lembretes personalizados aos pacientes.

CM Tecnologia

  • Oferece agendamento on-line;
  • Permite a confirmação de pagamento;
  • Lembra automaticamente os procedimentos agendados (por SMS e E-mail);
  • Possui check-in por QR Code;
  • Permite o acesso de resultados on-line.

A CM Tecnologia humaniza a jornada do paciente, deixando-a mais completa. Além das facilidades para o usuário, a empresa oferece às instituições de saúde considerável redução na taxa de absenteísmo, alivia o call center, e não possui limite de marcações de consultas ou exames, com disponibilidade 24h por dia nos sete dias da semana e integração com vários ERPs.

Para conhecer melhor como funciona o software para clínicas, acesse o vídeo tutorial e também veja abaixo como será o futuro de sua instituição com uso da tecnologia!

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Veja os principais riscos físicos no ambiente hospitalar

Profissionais da saúde estão constantemente expostos a riscos físicos no ambiente hospitalar. Esses riscos são ocasionados por agentes como o calor, ruídos, radiações ionizantes, radiações não ionizantes e pressões anormais. Além desses, também existem os riscos biológicos, químicos, entre outros. Por isso, esses profissionais que atuam em unidades de saúde devem sempre seguir as normas da biossegurança.

Dessa forma, é possível concluir que as instituições de saúde são um dos locais mais prováveis em localizar determinadas ameaças. Neste post, iremos abordar cada um desses perigos e qual a melhor maneira de evitá-los.

Biossegurança em saúde: o que é?

A Biossegurança hospitalar é um conjunto de medidas que procura reduzir, ou mesmo erradicar, os riscos característicos de determinadas atividades.

Existem algumas medidas simples que quando não executadas podem prejudicar toda a gestão hospitalar. Alguns erros comuns são:

  • negligências às medidas de prevenção;
  • negligência das condições de armazenamento;
  • uso incorreto do equipamento de esterilização;
  • ausência de limpeza do final do dia;
  • equívocos de fiscalização;
  • inexistência de manutenção nos equipamentos.

Quais são as precauções padrão para prevenir contra os riscos físicos no ambiente hospitalar?

A biossegurança engloba medidas que devem prevenir a contaminação, que é atualmente uma das principais causas de acidentes.

Os funcionários tendem a sofrer imprevistos e podem ter a saúde seriamente prejudicada por condições erradas de trabalho, como:

  • erro no uso de equipamentos;
  • problemas estruturais;
  • contato desprotegido com agentes contaminantes.

Por isso, a higienização frequente, o descarte correto de resíduos e outras normas, ajudam significativamente a evitar possíveis eventualidades.

Precaução de toque

Algumas normas regulamentadoras, como a (NR 32) possui os critérios básicos para a adoção de medidas de proteção aos funcionários. Um simples toque em um paciente que possui alguma doença contagiosa, é um erro grave.

Por esse motivo, é de grande necessidade conscientizar e treinar bem toda a equipe.

Cabelos

É imprescindível que os cabelos estejam sempre amarrados. Cabelos soltos, em locais contaminados, podem ser agentes transmissores de doenças.

Quais são as atividades de risco no ambiente hospitalar?

Segundo a NR 32, são atividades de risco afazeres profissionais capazes de proporcionar dano, doença ou morte aos indivíduos. A seguir, listamos alguns.

Risco ambiental

São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos que existem nos ambientes de trabalho.

Os agentes ambientais, são muito estudados na área de segurança e saúde, sobretudo na elaboração e implementação dos programas como: Programa de Gerenciamento de Riscos, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, etc.

As quatro principais ameaças ambientais são físicas – ruídos e vibrações -, biológicas, acidentais – arranjo físico inadequado – e químicas.

Risco à saúde

O risco à saúde são as possibilidades de acontecer uma exposição na qual leve um indivíduo a apresentar alguma doença. Um exemplo dessa classificação são os ruídos e as vibrações.

Unidades hospitalares, são ambientes com grande probabilidade de contaminações e danos, devido as diversas bactérias presentes nesse ambiente. Muitas vezes os impactos podem ser irreversíveis, por isso o cuidado deve ser redobrado.

Pelo grau de vulnerabilidade ser alto, é necessário uma Gestão de Riscos em Saúde nas instituições. Essa gestão deve ser coordenada por um especialista em processos preventivos, que estará sempre informado sobre as principais normas e padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, da Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

Ruídos

Os efeitos dos ruídos podem ser prejudiciais aos pacientes, funcionários e para a própria estrutura física do hospital. Os equipamentos também podem ser impactados e impedidos de efetuar um funcionamento adequado.

Além disso, o Anexo 8 da NR-15 da Portaria 3.214/78, afirma que as tarefas que coloquem os trabalhadores, sem proteção, às vibrações próximas, são consideradas insalubres.

Vibrações

A perda auditiva depende de fatores ligados ao meio ambiente. A intensidade, o impacto, a duração e a qualidade são condições determinantes para causar certas doenças.

De modo geral, é necessário haver uma avaliação ambiental, por meio de um “decibelímetro” (medidor de pressão sonora). O instrumento é capaz de captar o ruído que irá atingir diretamente o funcionário.

A surdez é irreversível, dessa forma, é realmente necessário o uso de medidas como essa para evitar possíveis acidentes.

Qual é a classificação dos riscos no ambiente hospitalar?

Para que os riscos fossem melhor organizados, foram mapeados em cinco categorias com cores distintas. Podendo ser riscos físicos em ambiente hospitalar, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. A seguir, detalhamos cada grupo.

Riscos físicos

Os riscos físicos são classificados pela cor verde. Alguns exemplos desse grupo são:

  • equipamentos que geram calor, frio ou que operam sob pressão;
  • radiações;
  • campos elétricos;
  • umidade, etc.

Riscos químicos

Os riscos químicos, por sua vez, são classificados como vermelhos. Neste grupo, estão produtos químicos, em geral, sob as diferentes formas e apresentações (líquida, sólida, vapor, fumaça, etc.) Alguns exemplos:

  • ácidos;
  • reagentes oxidantes;
  • reagentes redutores;
  • gases;
  • formol;
  • medicamentos;
  • metais presentes em lâmpadas.

Riscos biológicos

No terceiro grupo estão os riscos biológicos. Estes são indicados pela cor marrom e são provocados por agentes biológicos como:

  • microrganismos geneticamente modificados ou não;
  • culturas de células;
  • parasitas;
  • toxinas e príons.

Riscos ergonômicos

A quarta categoria classificada pela cor amarela está relacionada com estresse físico ou psicológico.

  • jornadas de trabalho prolongadas
  • esforços repetitivos;
  • postura inadequada;
  • levantamento de peso etc.

Riscos de acidentes

A quinta classificação é marcada pela cor azul e está em riscos de acidentes. Neste grupo, estão:

  • arranjo físico inadequado;
  • máquinas e equipamentos desprotegidos;
  • iluminação inapropriada;
  • eletricidade;
  • probabilidade de incêndio e explosão;
  • animais peçonhentos;
  • circunstâncias que podem provocar acidentes, etc.

Fonte: Segurança e Saúde no Trabalho em Ambientes da Saúde – Ministério do Trabalho (Portaria n° 485, de 11 de novembro de 2005).

Quais são as áreas de risco?

Como já se sabe, os hospitais possuem áreas de grande risco aos funcionários e pacientes. É necessário conhecer cada área para precaver e evitar algumas ocorrências.

De acordo com a Anvisa, as áreas hospitalares podem ser divididas como: críticas, semicríticas e não críticas.

  1. críticas: área onde encontra-se um risco em desenvolver infecções relacionadas à assistência, seja pela execução de processos envolvendo artigos críticos e material biológico.
  2. semicrítica: área de baixo risco para infecções relacionadas à execução de processos envolvendo realização de atividades assistenciais.
  3. não crítica: área em que o perigo é mínimo ou inexistente.

Quais são as práticas adotadas em laboratórios?

As ações de biossegurança adotadas em laboratórios visam proteger os funcionários, o meio ambiente e a comunidade.

Por isso, é importante que os profissionais recebam treinamentos sobre técnicas que devem ser adotadas para manter o ambiente seguro.

A biossegurança é uma responsabilidade individual! Entretanto, cabe aos gestores hospitalares garantir um local seguro para a plena execução de todas as atividades.

Existem algumas normas gerais de biossegurança mais direcionadas para ambientes laboratoriais, são elas:

  1. descartar todo o material perfurocortante, contaminado ou não, nos coletores de descarte;
  2. nunca reencape agulhas! De cada 10 acidentes que ocorrem, 3 são por reencapamento de agulhas;
  3. sempre utilize equipamentos de proteção individual, como touca, óculos, luvas, máscaras, avental ou capote;
  4. nunca use calçados abertos no ambiente de trabalho;
  5. ao transportar tubos de ensaio ou seringas contendo material biológico pelos corredores, nunca os leve na mão.

Além destas, outras normas podem ser aplicadas para garantir proteção e qualidade à sua instituição.

Partiremos agora para os resíduos sólidos, mas antes é importante conhecermos o CONAMA.

O que é o CONAMA?

CONAMA é o conselho nacional do meio ambiente. É ele quem auxilia, estuda e sugere ao governo, medidas para exploração e preservação dos recursos naturais.

Você pode saber mais sobre o CONAMA, clicando aqui!

Dentre suas principais funções, o CONAMA determina a necessidade da realização de estudos sobre alternativas de possíveis consequências ambientais.

O que é o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos no Ambiente da Saúde – PGRSS?

Apesar de ser um ponto importante, até 2006, o país ainda não contava com uma lei que organizasse a gestão de resíduos sólidos.

O plano estabelece um conjunto de procedimentos que minimizem a produção de resíduos e também os encaminha para o local apropriado.

Isso garante proteção aos trabalhadores, preservação da saúde e recursos naturais. (Resoluções RDC ANVISA nº 306/04 e CONAMA nº 358/05).

Fonte: Ministério da Saúde

Os resíduos são classificados de acordo com a  Resolução RDC nº 33/03 como:

  • grupo A (potencialmente infectantes): agentes biológicos presentes em materiais de maneira que apresentem risco de infecção;
  • grupo B (químicos): materiais que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis;
  • grupo C (rejeitos radioativos): são os materiais que contém radioatividade em carga acima do padrão e que não podem ser reutilizados.
  • grupo D (resíduos comuns): qualquer lixo que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • grupo E (perfurocortantes): objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

Depois de entender a classificação de cada grupo, passaremos para outro gargalo encontrado pelas instituições com relação à biossegurança.

Quais são os desafios na adoção da biossegurança?

Grande parte dos incidentes em instituições de saúde ocorrem pelo comportamento inadequado dos profissionais. Um exemplo, é a higienização incorreta das mãos, que pode ser a porta de entrada para inúmeras infecções e doenças.

Outro desafio comum nas instituições é a falta de disseminação da informação para todos os setores. Isso se dá pela carência de profissionais para implantar projetos de biossegurança na área de saúde.

Isso implica também na falta de adequação de infraestrutura e Equipamento de Proteção Individual (EPI). Estes equipamentos englobam todos os produtos responsáveis por proteger cada trabalhador individualmente.

Além de minimizar os riscos ambientais, os EPIs evitam as doenças ocupacionais, acidentes, e promovem o bem-estar do profissional. Materiais como os que falaremos a seguir, são considerados equipamentos de proteção individual:

  • jaleco;
  • luvas de proteção;
  • máscaras de proteção;
  • óculos de proteção.

Esses materiais oferecem proteção contra:

  • respingos de materiais biológicos e substâncias reagentes;
  • contato com matérias irritantes, contaminantes, tóxicas ou corrosivas;
  • aspiração de gases e substâncias tóxicas que podem comprometer o aparelho respiratório;
  • inalação de agentes infecciosos e vapores intoxicantes.

Percebe a importância de uma boa equipe de gestão hospitalar? É ela que irá frequentemente fiscalizar se os colaboradores estão fazendo uso correto dos equipamentos de proteção.

Quais são as consequências do descuido da biossegurança?

Se procurar na internet sobre problemas de biossegurança, você perceberá como um “pequeno erro” afetou gravemente várias pessoas.

Esses incidentes geralmente ocorrem durante o desenvolvimento das atividades dos profissionais de saúde e são considerados acidentes de trabalho.

O Acidente de trabalho

Sabemos que há uma ampla definição para o termo “acidente de trabalho”. Portanto, para começarmos a explicar este conceito, recorremos à definição jurídica.

Conforme o art. 19 da Lei nº 8.213/91,

“Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.”

Ou seja: Tudo o que acontece com o profissional durante a realização do serviço e provoca problemas ao mesmo é considerado acidente de trabalho. Além deste conceito inicial de acidente de trabalho típico, existem outros dois, são eles:

O que fazer em caso de acidente de trabalho?

Nesses casos, as primeiras medidas a serem tomadas pelos profissionais que foram lesados (seja pelo ambiente ou pela exposição a fatores de risco químico, por exemplo) é entrar na justiça.

No entanto, quando o acidente envolve material biológico, as medidas mais urgentes a serem tomadas são no próprio ambiente. O ato de desinfetar o local diminuirá o risco de contaminação.

A falta de dados mais elaborados sobre os acidentes de trabalho ou com envolvimento de material biológico no Brasil, dificulta o conhecimento aprofundado da situação.

Entretanto, ainda é possível recordarmos de um fato que aconteceu por descuido com as normas de Biossegurança.

Qual a Importância da biossegurança hospitalar

A biossegurança é a aplicação de medidas que proporcione segurança tanto aos profissionais de saúde, quanto aos pacientes.

Devido à grande responsabilidade das instituições, é essencial que elas garantam que os usuários não estejam sujeitos a riscos físicos no ambiente hospitalar.

Você se lembra do Césio 137?

O acidente aconteceu em Goiânia no dia 13 de setembro de 1987.

Um aparelho de radioterapia foi descartado de maneira incorreta e acabou sendo encontrado por pessoas que não sabiam do que se tratava. Essas pessoas, mantiveram em mãos por muito tempo, um perigoso material radioativo.

Esse acontecimento causou grandes consequências a população, que ficou exposta à radiação liberada pelo aparelho. O Césio 137 ficou conhecido como um dos maiores acidentes radiológicos.

Uma atitude pequena que afetou milhares de pessoas, assim como citamos anteriormente quando falamos sobre as medidas de biossegurança. Por esses e outros motivos, a existência da biossegurança é vital para o bom funcionamento da área da saúde.

O que a biossegurança tem a ver com a CM Tecnologia?

Mesmo com todo o cuidado exercido pelos profissionais de biossegurança, instruções dadas cuidadosamente aos médicos com relação aos pacientes, podem acontecer alguns problemas.

Confira um exemplo prático para entendermos melhor essa situação:

Suponhamos que uma pessoa esteja com sintomas de qualquer doença de fácil contágio. Ao se sentir mal, a pessoa busca auxílio médico na clínica mais próxima. No entanto, ao chegar no hospital ela tem de ficar horas esperando em um local fechado com a ventilação de ar condicionado. Qual é a chance de outras pessoas também contraírem a mesma doença deste paciente?

É por isso que a CM Tecnologia investe na automação da jornada do paciente, entre outras coisas, ela:

  • evita que esse tipo de contágio aconteça;
  • facilita a vida dos pacientes e dos profissionais da saúde.

Com a automatização da jornada do paciente, todo o processo acontece de maneira mais rápida e simples. O que já significam vantagens para paciente e hospital que poderá:

  • reduzir custos;
  • possuir mais agendamentos em um período menor de tempo;
  • diminuir o risco de contaminação de outras pessoas que estariam perto do paciente infectado.

Com relação aos ganhos para o paciente, podemos considerar que ele terá, entre outras coisas:

Os riscos físicos no ambiente hospitalar por muitas vezes são inevitáveis, principalmente por se tratar de unidades de saúde. Mas existem maneiras eficientes de usar a tecnologia a seu favor para se prevenir contra essas ameaças.

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