CM Tecnologia / Jornada do Paciente

Qual a diferença entre agendamento online e pré-agendamento?

Profissionais da saúde têm o costume de comparar o agendamento online com o ato de pré agendar um procedimento, dizendo que ambos são iguais. Nesse texto, explicaremos as diferenças entre eles e mostraremos qual é o mais aconselhado para cada instituição de saúde.

Isso porque a afirmação de que pré-agendamento e agendamento online são a mesma coisa não é verdadeira. Mas, afinal, o que os difere?

Antes de falarmos do funcionamento dos produtos, é importante entender a atual relevância da tecnologia dentro do mercado de saúde.

Como discutido numa edição da Jornada Paulista de Radiologia em São Paulo, as instituições precisam aumentar a produtividade e eficiência. Atualmente o setor de saúde brasileiro não se paga! 

Portanto, as instituições de saúde precisam se aliar a tecnologia para que a organização tenha um retorno financeiro positivo.

Pré-agendamento

Entendida a premissa anterior, descreveremos agora os serviços de agendamento e pré-agendamento, como eles funcionam, suas vantagens e desvantagens.

O serviço de pré-agendamento tem se tornado uma alternativa bem popular no mercado brasileiro. Entretanto, sua eficiência tem (comprovadamente) deixado a desejar… continue com a gente para entender.

O que é pré-agendamento?

Pré-agendamento é um formulário onde o paciente coloca seus dados e manifesta um interesse em realizar algum procedimento (consulta ou exame) em uma instituição. Isso pode ser feito dentro de uma página no site ou por e-mail.

Após manisfestar o interesse (efetuar o preenchimento e envio dos dados), será necessário que uma pessoa faça a triagem. Depois a instituição precisará informar se foi possível agendar, em caso negativo, é necessário responder com outra sugestão de horário.

Quando o horário não está adequado ao paciente ele precisará reenviar seus horários disponíveis a fim de conseguir realizar a consulta ou exame na instituição. Isso estende e retarda o processo de marcação, que deveria ser simples e rápido. O que não é nada bom para o paciente, porque demandará muito tempo e não será nada prático.

Para a instituição, também, não é uma boa situação, afinal ficará dependente de um funcionário para executar e operar o serviço.

Por ter esse andamento mais lento, muitos pacientes desistem de utilizar a ferramenta e acabam preferindo ligar para o estabelecimento para agendar seu procedimento. O que, na visão do paciente, é mais rápido e lhe dará menos trabalho.

Fica nítido que o pré-agendamento não é uma boa solução para a clínica, hospital, laboratório ou consultório que deseja trazer ganhos para o seu dia a dia. Porque o retorno tem sido muito baixo com uma solução desse tipo.

Agendamento Online

O agendamento online consiste em fornecer um canal para o paciente agendar seus procedimentos de maneira fácil, rápida e ágil. Consiste em um sistema que faz todo o agendamento e remarcação de maneira automatizada, sem a necessidade de um operador por trás do processo.

Essa é uma tecnologia ainda recente no mercado brasileiro, o que justifica que sua adesão ainda está em estágios iniciais por parte das instituições. Nesses últimos meses, contudo, tem tido um crescimento significativo e um aumento na adesão, tanto por parte dos pacientes quanto dos negócios que oferecem o serviço.

O grande ganho para a instituição é que devido ao seu funcionamento ser totalmente automatizado e seu funcionamento ser em nuvem, não existe a necessidade de uma pessoa para executar o serviço, gerando uma redução de até 80% nos custos com agendamento.

O paciente encontra um serviço disponível muito amigável e totalmente voltado para suas necessidades. Um levantamento feito pela nossa equipe, constatou que o paciente gasta em média 2 minutos e 14 segundos para a realização do agendamento online.

Além de ser rápido é também prático, fácil e não tem restrição de horários, ou seja, pode ser feito 24 horas por dia e 7 dias por semana, inclusive aos finais de semana.

Onde entramos nessa história

A CM Tecnologia é a atual líder de mercado em agendamento online integrado no mercado brasileiro. Para se ter uma ideia, temos milhares de clientes espalhados em todo o país, que se mostram satisfeitos com a plataforma e reconhecem a entrega.

É o caso da Unimed Volta Redonda, da cidade de Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro, que tem conseguido melhorias em seu processo de agendamento e um aumento no número de pacientes agendando.

Ficou com vontade de conhecer como podemos te ajudar? Não hesite em entrar em contato conosco. Para facilitar, basta clicar nesse link e preencher algumas informações. Em breve, um de nossos especialistas em agendamento online entrará em contato com você.

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API Gateway, o que é? Entenda sua importância na saúde

API é a sigla para Application Programming Interface, que pode ser traduzido como Interface de Programação de Aplicativos. Este sistema está cada vez mais presente nas instituições de saúde, principalmente por ser um recurso que facilita a comunicação de novas aplicações tecnológicas nas entidades.

Precisar optar por soluções de gestão não é uma tarefa fácil, e uma das principais dúvidas dos gestores é: qual de fato é o melhor API para o meu hospital e qual o seu papel no dia a dia da organização?

O objetivo deste post é explicar conceitos que ainda pairam na cabeça dos profissionais, sobretudo os que não atuam diretamente com Tecnologia da Informação, mas precisam entender a função de determinadas ferramentas para melhorar a jornada do paciente.

Qual a finalidade de um API?

Um API funciona como uma espécie de base para os aplicativos, isto é, ele é uma interface que trabalha por “trás” dos programas. Enquanto utilizamos algum site, por exemplo, o API provavelmente está proporcionando em tempo real uma conexão entre esse site e outros sistemas.

Esta solução funciona basicamente por meio da interação entre códigos predefinidos. Dessa forma, um software integra inúmeras funções em um único portal.

O que é o API Gateway?

O API Gateway é um tipo de suporte que se destaca por proporcionar segurança aos usuários. Na prática, ele atua como um filtro de entrada que possui o intuito de direcionar os dados ao ponto mais adequado possível.

O Gateway possui 5 diferentes aplicabilidades, como:

  • filtrar o tráfego no momento da integração dos meios: mobile, web, sistemas cloud, entre outros;
  • porta de entrada única: o Gateway é a única porta de entrada para os APIs e para a organização dos mesmos;
  • roteador: o sistema também funciona como um roteador de tráfego dos APIs;
  • seguro: este software garante proteção por possuir acesso autenticado e limitação de conexão dos usuários.

Essa variedade de funções do Gateway o torna significativamente importante para as unidades de saúde, uma vez que, além de automatizar os serviços, ainda mantém o controle de tudo em somente um local na web. Local este que atua como uma base de dados que concentra todas as informações que o hospital desejar.

A complexidade na união de vários programas diminui com este API, afinal, é ele quem passa a ser o responsável por cuidar dos sistemas anexados.

Além do já citado, existem outras várias vantagens em se implantar um Gateway na sua empresa. A seguir, confira alguns destes benefícios:

Possibilita visualizar o essencial

O API Gateway separa os serviços de outros APIs e os microsserviços que são implementados. O objetivo dessa separação é que os utilizadores acessem somente aquilo que é realmente útil para eles em uma determinada aplicação.

Melhora os desenvolvimentos

A otimização que este software permite faz com que as ferramentas no cotidiano dos hospitais e clínicas desenvolvam mais sua performance, otimizando as rotinas e os processos da entidade.

Controla possíveis ataques

Ao coordenar vários serviços, o API Gateway está, sim, suscetível a qualquer ataque. Contudo, em sua aplicação, o sistema não será afetado como um todo, apenas um serviço específico.

Aperfeiçoamento das tarefas

Com o API Gateway, é possível que o desenvolvedor documente aquilo que é necessário para si, otimizando seu tempo. Isso tudo deixa a documentação muito mais específica, facilitando o trabalho.

O que é o CM Valid?

Um de nossos produtos, o CM Valid é um serviço do API Gateway. Essa solução trabalha como um robô que tem a finalidade de ser a interseção entre os operadores de saúde e a instituição. No momento do paciente efetuar seu check-in em uma clínica, por exemplo, o CM Valid verifica em tempo real se o usuário realmente está ou não autorizado e elegível para realizar o procedimento… tudo isso em questão de segundos!

Com o Valid, sua instituição:

  • verifica a elegibilidade e autorização dos exames automaticamente;
  • interliga operadora e prestador em tempo preciso e de forma efetiva;
  • elimina a necessidade de guias e espera para aprovação das operadoras de saúde.

Na prática, os benefícios:

  • redução de custos operacionais;
  • diminuição no tempo em recepção;
  • automatização completa do processo de elegibilidade e autorização;
  • rapidez, comodidade e praticidade para o paciente;
  • processo semelhante a autorização de compras em cartões de crédito;
  • redução ou inexistência de filas.

Por que utilizar a tecnologia na gestão hospitalar?

O uso da inovação na saúde é essencial. Além de beneficiar os pacientes, contribui diretamente para a melhoria da atuação dos profissionais da área.

Os softwares, quando integrados aos processos hospitalares, facilitam bastante a rotina das instituições. E vale lembrar que mecanismos de inovação proporcionam maior segurança aos usuários, já que, quando aplicados à saúde, podem estar presentes em toda a jornada do paciente.

Ferramentas de API Gateway como o CM Valid podem agregar muito em uma instituição, mas, antes de implementar qualquer mecanismo como esses, é preciso conhecer as métricas indispensáveis da gestão hospitalar.

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7 erros mais comuns na recepção de clínicas hospitalares

Assim como os demais ambientes de trabalho, não é novidade para ninguém que a recepção de clínicas e hospitais às vezes trazem consigo uma série de erros. Isso porque, além de questões de infraestrutura, áreas de atendimento são compostas por muitas pessoas – por sua vez passíveis de falhas rotineiras. Por isso é tão importante dedicar uma atenção especial à “porta de entrada” da instituição, já que os pacientes esperam  ser bem recebidos e saírem satisfeitos.

Na prática, porém, não é isso o que geralmente acontece. Na maioria das vezes, o paciente não consegue nem completar a ligação, principalmente devido à linha telefônica congestionada. Quando ele é atendido, é redirecionado várias vezes e pode ser recebido por uma atendente estressada por ter uma alta carga de trabalho.

Já sabe o que acontece depois disso, certo? Insatisfeito, o paciente não consegue agendar o procedimento e acaba por procurar seu concorrente para ser melhor atendido. Mas isso está longe de significar um caso perdido, desde que sua instituição se atente para alguns detalhes-chave dentro desse processo. Por falar nisso, que tal conferir os 7 erros mais cometidos na recepção dos pacientes que a CM preparou para te ajudar a reverter uma situação ruim?

Atendimento telefônico

Ah, as ligações ao telefone… Essa certamente é uma das etapas do atendimento que mais trazem dor de cabeça para as instituições, independente de seu tamanho. Mas, afinal, por que será que isso acontece?

Aqui, lembramos que a rotina dentro de um call center costuma ser estressante para muitos atendentes, já que é comum haver despreparo dos profissionais, rotatividade alta da equipe (em decorrência disso) e, para piorar, demandas maiores do que o efetivo consegue dar conta. Aliados, fatores como esses o tornam altamente problemático.

Para complexificar ainda mais esse ambiente, eis que chega o paciente. Sem culpa nenhuma dentro desse contexto, ele simplesmente deseja agendar, cancelar ou tirar alguma dúvida em relação ao serviço prestado. O contato entre ambas as partes, dessa forma, pode ser catastrófico: linhas sempre ocupadas, atendentes grosseiros e, ao final, avaliações negativas por parte do usuário.

Buscar estratégias para facilitar a produtividade da equipe, portanto, deixa de ser apenas um plus e se torna uma necessidade diária. Caso sua instituição esteja passando por isso no momento, te indicamos este artigo, no qual tratamos de um método de otimização de processos bem especial.

Má organização da agenda

Um ponto que muitas clínicas têm dificuldade é conseguir fazer uma gestão eficiente da agenda. Isso acontece porque, no dia a dia, informações se perdem facilmente se não houver um sistema de controle eficiente, ou melhor, a sabedoria de como administrá-la. E dá para acreditar que algumas clínicas ainda preferem investir em agendas não virtuais?

Para evitar sumiços repentinos, o primeiro passo é investir em uma agenda eletrônica. Junto a isso, esteja atento ao tempo médio de atendimento, às confirmações de consulta (bem como as ausências) e envie lembretes aos pacientes antes de cada prosseguimento. Com o CM Confirma, você faz isso rapidamente.

Longo tempo de espera

Dentro desse tópico, vale citar duas situações em que o paciente pode perder a paciência ao longo da sua jornada de atendimento. A primeira é quando ele liga para a clínica para agendar o horário para a realização do procedimento. Normalmente, ele demora em média cerca de 15 minutos para conseguir ser atendido por algum atendente.

Muitas vezes as linhas estão congestionadas e o usuário precisa aguardar para conseguir falar com alguém. Ainda, com a quantidade de redirecionamentos que acontecem em uma ligação telefônica comum, o paciente acaba esperando mais para ser atendido na área que deseja.

Outra situação em que ele precisa esperar para ser atendido é dentro das instalações físicas da clínica. Conhecido no mercado como “chá de cadeira”, o procedimento é atrasado por uma má gestão do tempo e do atendimento. São duas situações muito chatas e  que ninguém gosta de passar por elas, não é mesmo? E se fosse você que estivesse nessa situação? Com certeza ficaria muito impaciente e insatisfeito.

Desorganização

Caso estivéssemos falando de uma hierarquia, elegeríamos a desorganização como o problema pelo qual os pacientes mais reclamam. Quem nunca ligou a TV e se deparou com cidadãos indignados com a bagunça do ambiente, unida ao descaso dos profissionais?

Mas não precisa de tanto: basta pensar em como fichas fora de ordem ou atendentes perdidos podem atrasar o atendimento, tornando a situação desagradável porque o paciente já está esperando há muito tempo e possivelmente estará com agenda apertada no futuro.

Por outro lado, funcionários treinados, um local cuidadosamente organizado, consideração e simpatia são fatores que farão com que a clínica realize um atendimento capaz de fidelizar os pacientes.

Não deixar claro os próximos passos do atendimento

Uma situação não muito corriqueira, mas vários profissionais não deixam claro quais são os próximos passos do paciente dentro do atendimento. Logo, o usuário se sente meio perdido em seu tratamento e, por consequência, percebe que seu problema não está sendo resolvido. O natural é que ele vá procurar outra clínica para conseguir uma explicação melhor do que está acontecendo consigo.

Portanto, o profissional de saúde deve se atentar à satisfação do paciente e conseguir um diagnóstico correto de sua situação. Em ocasiões difíceis, caso seja necessário, vale buscar a ajuda de um outro profissional.

Perda de informações do paciente

A desorganização de informações do paciente pode causar um grande transtorno no momento do atendimento. Na mudança de turno e troca de médicos, as informações podem se perder e, consequentemente, provocar possíveis erros.

Por isso, é essencial a utilização do prontuário eletrônico, uma vez que ele  permite aos próprios funcionários o compartilhamento das informações de quem está sendo atendido. Sendo responsável por agilizar os processos internos de forma segura, o médico facilmente poderá encontrar desde dados socioeconômicos até registros diários em relação ao paciente.

Falta de atendimento humanizado

É muito comum, quando os funcionários estão sobrecarregados, esquecerem-se da necessidade de um atendimento humanizado.  Todos os colaboradores — recepcionistas, secretários, enfermeiros, técnicos em enfermagem, médicos e outros profissionais — precisam ter em mente o cuidado necessário para lidar com um paciente.

A forma de agir, a comunicação verbal e não verbal são pontos que contam muito na satisfação do paciente até o final do processo.

Veja abaixo alguns comportamentos que podem indicar a falta de humanização da equipe:

  • Frieza e indiferença diante da situação do paciente ou da  família.
  • Não há o fornecimento das informações necessárias ou as dúvidas não são esclarecidas.
  • Não há inclusão da família na jornada do paciente.
  • Manter a atenção somente no diagnóstico e esquecer-se do paciente.

Vale ressaltar que investir na formação e na qualidade de trabalho de cada profissional é imprescindível para a satisfação de ambas as partes.

Atendimento satisfatório

A busca recorrente para corrigir os erros cometidos por nós, humanos, é essencial para um atendimento satisfatório e o desenvolvimento da sociedade. Esse é um dos princípios da melhoria contínua: sempre buscar as falhas e, posteriormente, corrigi-las.

Dentro da recepção de clínicas, não pode ser diferente, visto que o mercado está se tornando cada dia mais competitivo. Por isso, você deve se destacar frente aos demais; caso contrário, há grandes chances de ficar para trás.

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7 estratégias para melhorar a experiência do paciente em sua instituição

Prestar um atendimento de qualidade com base na experiência do paciente é uma realidade que todas as instituições de saúde pretendem alcançar. Entretanto, colocar esse foco em prática pode ser um grande desafio.

Um estudo realizado pelo Institute Of Medicine (IOM) mostra que a questão mais importante quando se mede a qualidade nas instituições de saúde deve ser focada no paciente. Com isso, entende-se que devem ser prestados serviços que respeitem atenda às necessidades de cada um de acordo com suas preferências.

Neste artigo, iremos abordar algumas estratégias que te ajudarão a fazer com que o paciente tenha sempre a melhor experiência dentro de sua instituição, para que desta forma ele possa indicá-la para amigos e familiares.

Crie uma atmosfera onde toda a equipe preza pela experiência do paciente

Toda a equipe da instituição deve estar ciente da responsabilidade em promover a melhor experiência possível ao paciente.

Isso porque, na maioria das vezes, estes estão em uma situação delicada, e com a saúde debilitada pode-se criar um desconforto psicológico.

Pacientes que são atendidos com maior humanização passam a ter mais confiança na equipe e respondem melhor aos recursos clínicos, por terem sua experiência dentro da instituição consideravelmente melhorada.

Utilize o SMS como meio de comunicação

Qualquer tipo de contato que seja extremamente invasivo pode gerar mal-estar no paciente. Ninguém gosta de ser interrompido por uma ligação quando está em casa em momento de lazer, por exemplo.

Sabemos também que serviços de telemarketing possuem mais efetividade apenas na relação entre empresas, enquanto no relacionamento da instituição com o cliente, costuma ser mal visto.

Já o WhatsApp, quando usado como meio de divulgação de material institucional, não possui muito engajamento, já que os usuários do sistema estão ali normalmente a lazer e, no máximo, fazem parte de algum grupo de trabalho.

Essa mudança de perfil do consumidor, que substituiu o envio de SMS pelo uso de aplicativos de comunicação em situações de lazer, possibilitou que as mensagens de texto fossem melhor usadas como meio B2C e promovessem maior engajamento do consumidor.

Com isso, queremos dizer que agora que nossas caixas de mensagens não ficam tão cheias como antigamente, passamos a dar um pouco mais de atenção ao conteúdo que chega e filtrá-lo melhor.

Prontuário eletrônico

Informatizar os prontuários é uma necessidade de qualquer instituição de saúde preocupada com a segurança dos dados de seus pacientes e com a melhoria de seu serviço de atendimento.

O importante é utilizar todas as possibilidades deste mecanismo, tornando o acesso aos dados mais rápido e eficaz.

A perda de tempo para buscar fichas e exames de um paciente será um trabalho evitado. Hoje, o médico trabalha com um grande conjunto de informações que melhoram e agilizam a produção do prognóstico.

Otimizar o tempo de espera do paciente

A pontualidade deve receber atenção em todos os setores da instituição e não apenas para a consulta em si. O telefone deverá ser atendido e o mais rápido possível e, uma vez na linha com um paciente, evite deixá-lo esperando por mais de 30 segundos.

Estabeleça um tempo limite para responder e-mails e ligações, sempre registrando as pendências para garantir que todos os contatos recebidos obtenham resposta. Quando o paciente já está na sala de espera da instituição, o compromisso com a pontualidade deve ser ainda maior.

O cadastro deve ser rápido e realizado assim que o paciente chega. Neste momento, é importante dar uma previsão de quanto tempo ele irá esperar até que seja atendido.

Também pode ser considerada a implantação de um sistema de gestão específico para isso.

Sistema de gestão é um software inteligente que auxilia no cuidado das atividades de sua empresa. Ele tem como objetivo facilitar as atividades do dia a dia, automatizando o máximo de processos possíveis.

Por isso, o sistema de gestão passa a ser um item fundamental para o aumento da produtividade de instituição. Com relação ao custo, isso pode valer a pena se considerarmos o volume de pacientes.

A maioria dos sistemas disponíveis atualmente permitem desde a utilização de totens de autoatendimento e controle de métricas de produtividade, até funções mais simples como disponibilizar informações e dados do paciente (cadastro, pedidos médicos e exames anteriores) para serem consultados no momento do exame ou consulta, sempre otimizando o seu tempo de espera.

Construa relações mais próximas com seus pacientes

Ainda falando sobre humanização, criar relações mais afetivas e próximas com o paciente fará com que ele se sinta mais à vontade durante as consultas ou procedimentos, e desta maneira, terá uma experiência muito melhor.

O caminho é bem simples:

  • Cultive uma comunicação mais amigável;
  • Compartilhe informações importantes sobre seu quadro;
  • Envolva-o em seu próprio tratamento ou queixa, para que ele sinta que suas opiniões são consideradas.

Medicina preventiva

Sistemas de saúde de todo o mundo defendem que o foco do atendimento precisa estar na prevenção. Entretanto, são poucas as instituições que realmente conseguem trabalhar esse ideal!

Essa atitude pode começar com o envio de lembretes em forma de SMS para informar aos pacientes que já é hora de fazer seu check-up anual, ou que ele precisa tomar a segunda dose de alguma vacina, por exemplo.

Assim, ele será melhor acolhido pela instituição, e não se sentirá mais um paciente qualquer.

Possua uma ferramenta de agendamento online

O número de adesão de instituições de saúde e pacientes que estão utilizando o serviço tem crescido significativamente nos últimos tempos. O agendamento online  é uma nova possibilidade que o paciente e a instituição têm para agendar seus procedimentos de maneira mais agradável e eficiente do que com o call center.

Todo agendamento realizado por um de nossos produtos, o CMO, é feito 4 vezes mais rápido do que no call center.

As atendentes do call center terão mais tempo para executar seu trabalho diário, e isso significa melhoria em outras áreas. O paciente poderá agendar seu procedimento no dia e hora em que preferir de onde estiver. Basta ter uma conexão de internet para entrar no site da instituição através de qualquer dispositivo:

  • Computador;
  • Tablet;
  • Smartphone.

O que aumenta consideravelmente o conforto para agendar. 

Quando a clínica, hospital ou laboratório trabalham com um sistema de marcação online, é possível desafogar o atendimento telefônico, reduzindo, desta forma, o número de reclamações do call-center e aumentando a credibilidade da instituição.

CMO (Central de Marcação Online)

A CM Tecnologia nasceu para facilitar o dia a dia dos pacientes e profissionais ligados às instituições de saúde.

Empresa líder em agendamento online integrado no Brasil, nós desenvolvemos soluções para a área de atendimento, desde o agendamento online até o acesso ao resultado de exames.

Aliás, estas soluções são plataformas totalmente integradas ao sistema de gestão de hospitais, clínicas ou laboratórios.

Se você ficou curioso para saber mais sobre elas, temos um vídeo super explicativo em nosso canal do Youtube. Agora, se o que deseja é saber mais sobre humanização, você precisa ler o e-book que dedicamos inteiramente ao tema clicando no banner abaixo.

audiobook 6 dicas

Software médico: saiba qual é o melhor para sua instituição!

A gestão de um centro clínico pode se tornar muito mais fácil com o suporte de um software médico. Ao usar o sistema é possível, entre outras coisas, oferecer aos pacientes o agendamento on-line de consultas e procedimentos e gerir vários departamentos em um único programa.

Um futuro digital do atendimento em saúde parecia estar bem distante há algumas décadas, mas já se tornou uma necessidade presente na vida de grande parte da população. Independente do segmento, ter e oferecer um acesso remoto é essencial para acompanhar rotinas cada vez mais agitadas.

Na área de saúde não é diferente. Informatizar hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios é a solução que vários gestores estão encontrando para otimizar processos diários, aumentar a produtividade e reduzir custos.

Uma pesquisa realizada em 2015 pela agência Cello Health Insight, especializada no setor de saúde, consultou 1040 médicos de 8 países diferentes e constatou que 82% deles têm acesso a um smartphone no trabalho.

Do total, 77% usa o aparelho regularmente para resolver questões profissionais. O estudo mostrou ainda que o Brasil é o país onde os médicos fazem maior uso contínuo do smartphone no trabalho, somando 90% dos entrevistados.

Por isso ter um software de gestão centralizada é tão importante. Ele supre uma necessidade atual e agrupa em um só lugar todas as informações, apoiando o desenvolvimento das atividades realizadas.

Tudo isso melhora muito o fluxo de trabalho dentro de uma instituição. Já que toda a comunicação é feita no sistema, o armazenamento de informações possibilita a disponibilização imediatamente quando necessário.

Outras vantagens são:

  • otimização do espaço físico, já que as informações ficam armazenadas na nuvem;
  • padronização e organização dos processos;
  • segurança dos dados do paciente;
  • agendamento e cancelamento de consultas de modo instantâneo;
  • maior facilidade para gerir o financeiro e consequente aumento no faturamento;
  • fidelização de pacientes.

Para aproveitar toda essa comodidade é preciso escolher o software que melhor se ajusta à realidade de cada instituição, levando em conta o custo benefício. A seguir, leia sobre os principais sistemas do segmento:

Conheça também quais são os melhores ERPs para a área de saúde.

Softwares médicos disponíveis no mercado

Um sistema de gestão eficiente é mais que apenas um local de registro de informações. Com um software eficiente o médico realiza um atendimento mais ágil, o paciente recebe informações imediatas e a instituição pode gerir várias áreas simultaneamente.

Para isso é preciso saber quanto se pode investir, qual a infraestrutura disponível, quais processos precisam ser informatizados, quantos usuários terão acesso ao sistema e quais informações serão exportadas.

É preferível optar por um que ofereça suporte, assistência técnica, interface interativa e seja responsivo. Os principais softwares do mercado são:

iMedicina

O iMedicina oferece, prontuários eletrônicos, gerenciamento de finanças, estatísticas, tabelas de pagamento e cadastro de convênios. O diferencial está na disponibilização de templates e a opção de contratação de marketing especializado para saúde.

iClinic

O iClinic oferece, prontuários eletrônicos, relatórios gerenciais, faturamento TISS e controle financeiro da clínica.

O diferencial está em consultar a bula dos medicamentos cadastrados no sistema, saber mais sobre as enfermidades do CID10 e verificar logs do sistema.

Shosp

O shosp oferece agenda médica, prontuário eletrônico, faturamento TISS, controle financeiro, e pesquisa de satisfação. O diferencial está em fazer a gestão de orçamento e enviar aos pacientes, além de contar com controle do estoque e fila de espera.

4Medic

O 4Medic conta com prontuário eletrônico, chat interno, receituário inteligente e controle financeiro. O diferencial está em uma sala de espera virtual, para controle do TMA (tempo médio de atendimento).

CM Tecnologia

A CM Tecnologia é uma empresa que oferece softwares personalizados para solucionar os problemas específicos de cada centro clínico. Com soluções para automatizar o atendimento, trata desde o agendamento on-line de consultas até o pagamento.

Além disso, também oferece uma plataforma de agendamento voltada para call centers, confirmação automática de consultas por e-mail e SMS, autorização junto ao plano de saúde para a realização de procedimentos e o check-in, que avisa ao médico que o paciente chegou à instituição.

A empresa é especializada na jornada do paciente e faz seu trabalho com excelência, prezando pela satisfação do cliente. Saiba como funciona o software e conheça todas as soluções.

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Indicadores fundamentais para a saúde

Quando tratamos de assuntos como os indicadores de saúde, podemos ter duas visões bem claras: a de indicadores a nível macroeconômico e os de dentro de uma instituição, como uma clínica, por exemplo.

Seja qual for o caso, o conhecimento desses indicadores dentro da sua instituição é imprescindível.

Indicadores de saúde: quais são?

Indicadores são parâmetros pré-definidos para que se tenha o maior controle possível sobre o que acontece dentro de um negócio, com o intuito de que as melhores atitudes sejam tomadas para que a situação se aproxime do esperado. Um indicador de saúde é de extrema importância para manter o controle de qualquer processo.

Primeiramente, conversaremos sobre os indicadores de saúde dentro de um sistema em um nível macroeconômico, como é o caso do sistema de saúde de um país, por exemplo.

A nível macro

Aqui, basta pensar na forma como o sistema brasileiro engloba o SUS, os planos de saúde e os particulares.

No Brasil, o Indicadores e Dados Básicos da Saúde (IDB), são medidos  pelo Governo Federal, que faz uma revisão anual dos dados a fim de atualizá-los.

Esses indicadores têm como objetivo principal medir o desempenho do país dentro do segmento de saúde e prover as melhores condições para a sua população.

Além disso, vale lembrar que eles são obtidos através de informações de medidas de síntese, atributos e dimensões e são utilizados para mensurar como está nosso estado de saúde e o seu desempenho, refletindo na situação sanitária do país.

Assim, parece óbvio dizer que tais parâmetros são de extrema importância e necessidade para qualquer sociedade, porque é necessário o conhecimento de onde as coisas vão bem e onde estão mal.

A nível micro

A segunda abordagem dos indicadores de saúde são aqueles necessários para gerenciar com sucesso um estabelecimento (como é o caso de clínicas, hospitais, consultórios ou laboratórios).

De forma geral, os principais indicadores de saúde dentro de uma clínica são: financeiro, administrativo, atendimento, qualidade, marketing.

Eles são de extrema importância para qualquer gestor dentro da área, tanto a nível macro quanto dentro da sua instituição, porque influenciam diretamente em como o negócio irá planejar seus próximos passos.

Abaixo, entraremos com detalhes em três dos mais essenciais para qualquer estabelecimento do segmento da saúde que objetiva o sucesso.

Vamos discutir seus papeis e importância dentro de uma entidade que deseja ser a primeira escolha para o paciente dentro do competitivo mercado brasileiro: marketing, financeiro e atendimento.

Indicadores de saúde relacionados ao marketing

Segundo o American Marketing Association, a definição de marketing é “uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

Ou seja, o marketing é uma prática fundamental para qualquer instituição que deseja obter sucesso independente do segmento.

O setor é o responsável pela imagem da instituição frente ao mercado e pela aquisição de clientes. Se divide em vários segmentos como o direto, indireto, digital, de conteúdo, pessoal, entre outros. Com tantas opções, fica até difícil mencionar qual a melhor prática a se usar em sua clínica devido à realidade e especifidade do seu público e mercado local.

É nítida a importância que o marketing tem dentro das instituições, principalmente graças à disputa com a concorrência.

Se essa é uma de suas preocupações, comece agora mesmo a pensar em quais canais você usa para se conectar ao paciente e, posteriormente, crie estratégias para melhorar como é visto por ele.

Indicadores de saúde relacionados a finanças

Os resultados que são mensurados dentro dessa seção são os que trazem maior felicidade ou tristeza para o gestor.

Mesmo sem uma especialização na área, é possível que o profissional faça um diagnóstico sobre a saúde financeira da empresa. Com estes dados, é possível tomar decisões mais focadas em melhorar as contas da empresa.

Os principais indicadores dentro desse tópico são o faturamento, recebimentos, custo fixo, ticket médio, nível de endividamento, lucratividade, margem operacional, valor médio dos exames entre os convênios e percentual de perda (glosa).

Para qualquer estabelecimento que queira crescer, é importantíssimo que se conheça todos esses números, para que seja possível mudar seu posicionamento caso alguma coisa vá mal.

É de total responsabilidade do gestor avaliar se os números obtidos são bons ou não para a clínica.

Indicadores de saúde relacionados ao atendimento

O setor de atendimento engloba todo o processo desde que o paciente realiza algum contato com sua organização. Por exemplo, pode ser quando ele liga para marcar uma consulta ou quando chega para realizá-la e fica aguardando o atendimento.

Pelo histórico dos nossos clientes, essa é uma das áreas que dão mais problemas dentro de hospitais, clínicas e laboratórios. Algumas dessas questões giram em torno de pacientes que marcam uma consulta e não comparecem, bem como a alta rotatividade do quadro de funcionários.

Alguns indicadores precisam ser conhecidos para que a instituição funcione bem e posteriormente traga os resultados esperados: taxa de rotatividade, taxa de clientes recorrentes, índice de satisfação, procedimentos desmarcados ou pacientes que agendam o procedimento e não comparecem.

A importância de um indicador

Feita de forma conjunta, a avaliação de todos esses fatores facilita o trabalho dos gestores e contribui para avaliar a situação da instituição.

É importante que as análises sejam feitas periodicamente, comparando períodos diferentes, com intuito de avaliar quais ações estão sendo eficazes e quais precisam mudar.

Mas e você, utiliza algum indicador de saúde que não foi citado ao longo do texto? Conte pra gente nos comentários!

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Hospital digital: entenda esse conceito

Primeiramente, é preciso esclarecer que um hospital digital não é um produto, um perfil ou um tipo específico de empresa.

Hospital Digital: uma breve introdução

Um hospital digital é um conceito moderno de assistência à saúde, que permite otimizar tempo, processos e recursos.

Essa ideia inclui acesso a dados que tornam mais fácil para os gestores hospitalares a tomada de decisão e a escolha por ações que aproveitem ao máximo os recursos já existentes sem mudar a estrutura do cenário, por exemplo.

Imagine um ambiente hospitalar em que o prontuário dos pacientes é físico, as contas são impressas e os exames ainda são entregues em lâminas.

Junte a isso um sistema de cadastro e gestão de pacientes que não conversa com o sistema de faturamento nem com o software que controla os estoques. Para completar, essa empresa não tem um sistema único de cadastro e controle da mão de obra.

Quais as chances de um hospital como esse permanecer no mercado competitivo que vivemos atualmente? Considerando que essa instituição não tem uma premissa básica para alcançar o sucesso, pode-se dizer, sem medo de errar, que as chances são muito pequenas.

Um hospital digital garante que todas as suas informações sejam devidamente armazenadas em um sistema de gestão principal que conversa o tempo todo com os demais sistemas  que a instituição utiliza e que são necessários para o pleno funcionamento do hospital.

Para ficar claro como o hospital digital se norteia e pode ser usado, falaremos sobre 5 pontos em que ele beneficia as instituições de saúde.

Gestão do corpo clínico

A gestão do corpo clínico é uma tarefa complexa que os gestores hospitalares lidam em seu dia a dia.

Essa complexidade existe em primeiro lugar por envolver diretamente a gestão de pessoas.

Nesse sentido, o conceito de hospital digital vai ao encontro da gestão quando disponibiliza que os dados sobre os atendimentos fiquem disponíveis em uma mesma plataforma. Dessa forma, os gestores conseguem ver quais clínicas dão mais movimento e são mais rentáveis.

Nesse cenário, é possível adotar políticas que incentivem a participação de mais médicos, o que poderá contribuir para um melhor aproveitamento de áreas e equipamentos ociosos.

Prontuário Eletrônico

Para atingir a excelência na gestão do corpo clínico, o prontuário eletrônico é essencial para alcançar esse objetivo. As informações passadas aos pacientes ficaram armazenadas e poderão ser usadas a qualquer momento para alguma análise.

Pode, ainda, ser feita uma análise de desempenho da equipe médica através das informações passadas ao paciente ao longo do tratamento.

Conhecimento pleno sobre o perfil dos pacientes

Uma das premissas do marketing é que você deve conhecer bem o seu potencial cliente ou, no caso hospitalar, o paciente.

Muitas vezes as instituições acabam negligenciando isso. Por consequência, acabam oferecendo serviços para o paciente que acabam não agregando em nada para o seu consumidor final.

Por isso, é bom sempre ter essas informações na mão. Elas ajudam a tomar melhores decisões, além de facilitar o caminho a ser percorrido para alcançar o que foi planejado e metas.

Não é só isso que essas informações trazem de benefícios para o hospital. Ficará muito mas fácil prever sobrecarga de algum setor, sendo possível atuar para que a instituição consiga suprir a demanda com previsibilidade.

Quando o sistema aponta uma sobrecarga no setor de otorrino do atendimento de emergência em um determinado período, por exemplo, é possível que essa informação sinalize um grande problema ou uma grande oportunidade.

Nesse caso, é preciso analisar o contexto e as informações epidemiológicas da população local para conseguir evitar, por exemplo, algum surto viral causado pelo tempo seco.

Logo, ter conhecimento pleno sobe o perfil dos pacientes facilitará e muito a sua vida.

Otimização de recursos

Um sistema digital pode reunir todas essas informações, ajudar a instituição a economizar dinheiro e evitar o desperdício.

Pela integração existente em um hospital digital, quando você consulta a escala de plantões no sistema online, vai conseguir ter o conhecimento de quais unidades produtivas necessitam de mais pessoal, sem achismos.

Assim, você consegue fechar a escala de profissionais de forma mais enxuta. Se, por outro lado, uma unidade está sobrecarregada, é possível mexer no fluxo de atendimento para que um serviço fique mais tranquilo enquanto o outro ganha, aos poucos, força.

Esses dois exemplos foram relacionados à gestão de pessoas, porém o mesmo se aplica aos outros setores do hospital que necessitam de gestão.

A integração propiciada por essa prática faz até com que seja possível que uma atendente marque uma consulta em outra unidade da rede, que trabalhe com banco de dados separados.

Eficiência no agendamento de consultas e exames

O setor de atendimento, que é responsável pela totalidade ou maioria das marcações, é em sua essência ineficiente.

Isso acaba ocorrendo por diversos fatores, tais como: alta rotatividade da equipe, alto nível de stress da equipe, congestionamento de ligações telefônicas, baixa taxa de satisfação do paciente com o atendimento, tempo médio de atendimento elevado.

Enfim, são inúmeros problemas. E ainda é possível listar vários outros.

Uma solução para que se ganhe eficiência nesse setor é o agendamento online das consultas e exames, que nada mais é que disponibilizar um canal online para que o paciente tenha mais conforto, tranquilidade e praticidade na marcação do seu procedimento.

“77% dos pacientes consideram positiva a prática de agendamento, confirmação e cancelamento online” segundo pesquisa feita pela Accenture.

Além de propiciar um ganho de eficiência, a solução também reduz custos com o atendimento.

A marcação online permite que o tempo gasto no telefone, pelas atendentes, seja investido em um bom atendimento presencial, além de facilitar a percepção do fluxo, evitando a sobrecarga dos setores.

Tomada de decisões

Um hospital digital faz com que os gestores hospitalares tomem decisões num tempo mais curto e ao mesmo tempo com uma maior eficacia.

Em vez de ficar esperando relatórios imensos de cada setor, cada gerente pode gerar seus próprios relatórios e tomar a decisão que achar mais acertada de acordo com o contexto apresentado.

Se a decisão exigir que várias pessoas se envolvam no processo decisório, os relatórios podem ser compartilhados entre os responsáveis.

O importante é não haver limitações geográficas no hospital digital.

Outro fator fundamental é que as decisões são tomadas com base em informações de acesso restrito, que só pessoas devidamente autorizadas terão acesso as informações.

Pois, por questão de segurança, tudo deve ser planejado e codificado para que as pessoas certas recebam as informações certas.

Portanto…

O hospital digital já é uma realidade no mercado brasileiro, gerando um bom retorno para as instituições ao proporcionar uma melhor experiência para o paciente dentro do seu tratamento.

Ficou com alguma dúvida? Fique a vontade para batermos um papo! Ficaremos muito felizes em poder te ajudar.

Aproveitamos para deixar uma sugestão de material que pode te ajudar a levar sua organização ao patamar de hospital digital.

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Sistemas MV e Tasy – O que são e para que servem?

Você provavelmente já conhece ou já ouviu falar no sistema hospitalar MV, Tasy, Benner e SPData. Elas são empresas de TI que desenvolvem softwares de gestão ou ERPs. Explicaremos mais detalhes abaixo!

Tudo o que você precisa saber sobre ERP (Enterprise Resourse Planning)

ERP é uma sigla originária do inglês (Enterprise Resource Planning), e pode ser traduzida para o português como “planejamento de recursos executivos”.

Na década de 50 e no início dos anos 60, com a recém-chegada percepção moderna de controle tecnológico, veio também a necessidade de uma gestão corporativa que apresentasse uma visão tecnológica.

Nessa época, as tecnologias ainda eram baseadas no mainframe, e o significado desta palavra você entenderá no tópico seguinte.

O que são os Mainframes?

Mainframes são aqueles computadores enormes destinados ao processamento de informações. Eles são utilizados em tarefas que exigem grande fluxo de entrega interna e externa de dados para o sistema.

Entretanto, por se tratar de um equipamento mais caro e de inferior desempenho, essa tecnologia foi substituída pelo MRP.

O MRP (Material Requirement Planning), é outro mecanismo de planejamento de recursos que surgiu já em forma de sistema, e já possibilitaria a integração e a organização de matérias-primas, bem como as etapas do processo.

Logo em seguida veio o MRP II (Manufacturing Resources Planning), que apresentava, além das funções já descritas anteriormente, a possibilidade de controlar outras atividades.

Nessa época, já poderíamos considerar que o MRP II era, na verdade, o início do ERP, considerando a abrangência de funções que ele compreendia. Entretanto, foi só nos anos 90 que a nomenclatura “ERP” ganhou força.

Com a evolução das redes de comunicação e da popularização nos preços dos microcomputadores, as ferramentas da gestão corporativa começaram a ganhar mais força e serem mais requisitadas por empresas de diversos segmentos que tinham foco na produção ágil e organizada.

Como é a atual estrutura de um ERP como a MV?

Atualmente, o sistema ERP é composto por módulos integrados, com uma base de dados única e não redundante. Isso significa que ele funciona basicamente como se fossem vários departamentos de uma empresa que se comunicam o tempo inteiro de modo independente.

Cada módulo do sistema pode contemplar uma área ou setor da empresa, e a integração de todos os setores, permite a tomada de decisão baseada nos dados e nas informações geradas.

No mercado atual é possível encontrar ERP’s como o Tasy, MV e Benner, que possibilitam a customização de funções para satisfazer as particularidades dos clientes com estruturas que conseguem atender empresas de vários segmentos, como o setor da saúde.

Uma vez que, uma empresa desenvolvedora de softwares como a Philips, que possui uma equipe com especialistas em cada área do sistema, dedicados a suprir as necessidades do cliente, é apresentada ao mercado, a chance dela se destacar e ser referência é muito grande.

Os grandes diferenciais buscados pelos clientes que procuram por um ERP hoje são: o custo, a rapidez e a eficiência com que as customizações e as demandas são desenvolvidas e implementadas.

Um dos benefícios em aderir a um sistema de gestão empresarial está ligado ao poder de tomada de decisão de uma empresa, fazendo a mesma economizar tempo e reduzir o retrabalho.

Empresas como a MV e a Philips já desenvolvem sistemas padrões para atender também as demandas do setor da saúde. Esses softwares são muito utilizados principalmente por hospitais, laboratórios e clínicas.

Qual o melhor ERP Padrão para uma instituição de saúde?

ERP padrão é o serviço “comum” prestado pelas empresas já citadas (sistema hospitalar MV, Benner, SP DATA, Tasy, entre outras). Ele é um software sem alteração ou customização, mas se adapta bem às necessidades básicas de um hospital, operadora de saúde, clínica ou laboratório.

Essas empresas também fornecem ERPs personalizados, para atender às demandas e às prioridades específicas de cada instituição de saúde.

É exatamente sobre isso que falaremos no próximo tópico.

Configurar X Customizar 

Configurar o ERP significa ajustar alguns detalhes do software para atender as necessidades da empresa que contratou o serviço.

Para customizar um ERP, é necessário adequar totalmente o sistema às necessidades do cliente, de modo que a empresa responsável pelo software, faça alterações específicas utilizando as regras da instituição.

Um exemplo do que falamos, para a configuração, seria quando você compra uma roupa e precisa ajustá-la a suas medidas. A customização seria como mudar outras coisas para além das medidas, acrescentando ou tirando algo. 

Entretanto, a maior dúvida entre essas empresas que desejam usar uma “roupa customizada”, é: como escolher a melhor opção.

Quais são os ERPs mais conhecidos no mercado nacional?

Com as inúmeras possibilidades disponíveis, fizemos um apanhado das empresas de software de gestão mais conhecidas e deixamos algumas dicas para ajudar instituições de pequeno, médio ou grande porte.

   MV

A MV é uma empresa bastante representativa no setor. Ela desenvolve sistemas de gestão para hospitais, clínicas e operadoras de saúde. A MV é uma empresa brasileira, com foco exclusivo na área da saúde.

O MV Soul (ERP) facilita o fluxo de dados entre os setores e gerencia informações das áreas:

  • Administrativas;
  • Financeiras;
  • Estratégicas.

O que como consequência, proporciona uma visão mais ampla para os gestores. 

A empresa oferece alguns outros serviços além do ERP como, por exemplo, o prontuário eletrônico que reúne, em um único local, as informações clínicas e assistenciais dos atendimentos, facilitando o armazenamento de dados, além de garantir a segurança do paciente.

   TASY

O Tasy é um software de gestão hospitalar da empresa Philips, sendo este o mais completo do mercado. Com resoluções amplas cuja finalidade é ajudar e disponibilizar soluções e procedimentos aos usuários. O Tasy é uma solução para hospitais, bancos de sangue e operadoras de planos de saúde.

O seu sistema auxilia no gerenciamento dos processos de entrada no hospital, assim como nas funções de suporte. Ele contribui para que os prestadores de serviços e operadoras de planos de saúde, tenham maior integração e simplificação de processos, permitindo um controle efetivo de todos os fluxos de trabalho clínico e administrativo.

    BENNER

Benner é uma empresa que atua no Brasil desde 1997. Eles estão presentes no mercado de software de gestão com serviços que beneficiam vários setores.

A proposta da empresa é ajudar a gestão corporativa dos seus clientes e proporcionar resultados efetivos aos seus negócios.

Atualmente é possível encontrar soluções da Benner para:

  • Educação corporativa (EAD);
  • ERP;
  • Gestão Jurídica;
  • Gestão Logística e supply chain;
  • Gestão de viagens e turismos;
  • Gestão de recursos humanos;
  • SAAS e DATA center;
  • Gestão de saúde;
  • Tecnologia e performance;
  • eSocial.

O ERP deles atende vários segmentos, incluindo Hospitais e Operadoras de Saúde. Recentemente a Benner anunciou o ERP 360. Uma solução para pequenas e médias empresas em fase de expansão que buscam formas de agilizar e facilitar o processo. O ERP 360 é totalmente digital e tem o armazenamento 100% em nuvem.

    SPDATA

A SPDATA é uma empresa voltada totalmente para o setor da saúde. Ela desenvolve soluções completas para instituições de todos os portes, englobando áreas assistenciais, clínicas, administrativas, estratégicas e Business Intelligence.

Escolher um software de gestão é tão importante quanto saber sua procedência! Entretanto, é necessário que o diretor ou responsável pela tomada de decisão, enxergue todos os benefícios em adotar sistemas para a instituição.

Quer conhecer os benefícios? Leia o tópico abaixo!

Os benefícios de aderir a um ERP na sua instituição!

Para entender os benefícios da implantação de um ERP como Tasy, Benner, SPDATA e MV, entre outros, é preciso ter uma visão total do que acontece nas clínicas, laboratórios e hospitais.

Os ganhos adquiridos na implantação e na manutenção deles são nítidos! Devido à agilidade e ao aumento da produtividade, os grandes fluxos de informações serão reportados com eficiência superior ao processo manual.

A facilidade de acessar as informações, é outro ganho, pois é possível gerar relatórios, que podem simplificar uma gestão de projetos e até mesmo reduzir custos.

Fora os benefícios já descritos acima, ainda podemos listar:

  • Maior controle no fluxo de caixa;
  • Redução dos erros humanos;
  • Internalizar a contabilidade;
  • Diminuição de estoques;
  • Apuração fiscal;
  • Aprimorar os processos da empresa;
  • Criação de métricas;
  • Segurança no armazenamento dos dados com o uso de banco eletrônico;
  • Satisfação aos pacientes.

Será que isso tudo vale o investimento?

Cada empresa dentro de seu faturamento anual deve determinar uma quantia em porcentagem para investir em Tecnologia da Informação.  Normalmente são reservados de 3% a 5%, do faturamento para investimento na área, junto à implantação do ERP.

Os preços entre os sistemas hospitalares MV, Benner, Tasy, SP DATA e outros ERPs variam muito! Esse é um dos fatores, que impulsionam a escolha das empresas acerca de um sistema que melhor se encaixa em sua situação atual.

No entanto, muitas vezes, apenas o ERP não consegue suprir todas as necessidades da instituição de saúde. Mesmo realizando customizações e configurações (como citamos lá em cima), o objetivo destes sistemas é gerenciar as informações.

É por isso que, algumas empresas como a CM Tecnologia, já desenvolvem soluções que atendem campos que os ERPs não alcançam, sendo uma espécie de “braço”, para atender outras demandas, como a gestão do atendimento ao paciente. Para isso basta realizar a integração da solução com esses sistemas.

É sobre isso que falaremos nos próximos tópicos.

Integrações –  Como são feitas? Onde vivem? De que se alimentam?

A integração de sistemas acontece quando dois ou mais produtos que funcionam como uma solução utilizam o mesmo banco de dados para compartilhar as informações. O objetivo é ter uma visão unificada e atualizada sobre os dados.

Percebemos que ainda existem mitos sobre os processos de integração e um deles é que ela impossibilita que o sistema, já existente, funcione de maneira correta. Contudo, esse mito pode ser uma realidade quando a integração não é realizada por uma empresa confiável e especializada no assunto.

Para que a sua integração tenha sucesso, é preciso escolher um sistema (Tasy, MV, etc) que já tenha experiência com integrações de outras empresas. Só assim as adaptações feitas ao longo do processo de melhoria funcionarão com todo o potencial.

Uma das maiores vantagens da integração é poder melhorar a gestão, através de soluções que complementam o processo da instituição.

Soluções como o Agendamento Online, Check-in e NPS (Net Promoter Score),  são sistemas desenvolvidos pela CM Tecnologia que se integram à ERPs como a MV, Tasy, entre outros no mercado.

Sistema tasy e MV: cursos

Se você chegou até aqui procurando por cursos relacionados ao sistema Tasy e MV, abaixo, separamos uma lista de conteúdos que podem te ajudar:

Compreendeu?

A importância dos ERPs não apenas para o mundo empresarial, mas especialmente para a gestão da saúde é inegável.

A prova disso é a quantidade de softwares existentes no mercado, e os vários complementos desenvolvidos para eles! Frutos da real necessidade de melhorias na saúde do Brasil e na gestão de informações de empresas.

A CM Tecnologia é a empresa líder nacional em agendamento online integrado e ajuda a melhorar tanto a jornada do paciente quanto o funcionamento dos sistemas de gestão do país.

Responsável por plataformas que otimizam a jornada do paciente, a empresa revolucionou o mercado da saúde.

Se quiser saber mais sobre a gente, clique aqui. Caso tenha ficado com alguma dúvida ou queira entrar em contato conosco, sinta-se a vontade para nos escrever pelo campo de comentários! MetricasGestao (2)

Conheça 9 indicadores hospitalares que irão melhorar a gestão de sua instituição

Os indicadores hospitalares são ferramentas indispensáveis para uma boa gestão. Podendo ser usados como recursos estratégicos, fazem uso dos dados da instituição para criar estruturas de trabalho.

De modo geral, os indicadores examinam o desempenho do centro clínico, tendo por base sua logística, gastos e modo operacional. Eles apresentam um reflexo real da situação da organização, incluindo métricas parciais e indiretas das situações mais complicadas.

Quando as situações são calculadas sequencialmente e de modo correto, norteiam a criação de um planejamento estratégico eficaz. Ao comparar como diferentes áreas ou pessoas reagem às mesmas situações, é possível estabelecer ações de mudança ou aperfeiçoamento.

Se você quer saber mais sobre o assunto, nós te contamos quais os indicadores que precisam de atenção para alavancar o sucesso de uma instituição de saúde!

Principais indicadores hospitalares

Os indicadores podem ser determinados de acordo com as necessidades específicas de cada instituição. Isso oferece mais vantagens e maior confiabilidade às informações, favorecendo a monitoração de setores, ampliação das qualidades e resolução da falha.

Depois de definir o que será analisado, é preciso decidir se usará um índice, percentual, número absoluto, taxa ou fato. Em seguida, atribui-se a um setor a responsabilidade pela apuração, cálculo e análise dos dados levantados.

O uso desses sinais auxilia a busca por níveis de qualidade elevados, fazendo com que os recursos sejam otimizados. Assim, a instituição se prepara para crescer de forma sustentável.

Os nove principais indicadores hospitalares são:

1. Taxa de ocupação

A taxa de ocupação traça o percentual do total de pacientes atendidos pela quantidade de leitos disponíveis por dia, sempre levando em conta um período pré-determinado.

Para esta conta, são considerados até os leitos de recuperação pós-anestésica, de observação, de berçário e pré-parto. Já os leitos bloqueados, por manutenção ou isolamento por doença, são excluídos.

É possível saber o tipo de leito que é mais usado, qual a faixa etária, sexo e convênio que mais gera demanda. De posse dessas informações o gestor pode reorganizar este recurso.

Se o percentual de ocupação for pequeno, demonstra que a estrutura da instituição vai além da necessária. Entretanto, se costuma passar da capacidade total, é preciso investir em expansão.

2. Intervalo de substituição

O intervalo de substituição corresponde ao tempo médio que o centro cirúrgico fica desocupado. Refere-se, então, ao tempo de ociosidade de um leito.

Para fazer o cálculo, multiplica-se a média de permanência pelo percentual de desocupação e divide-se o resultado pela porcentagem de ocupação.

Um índice alto interfere na assistência dos pacientes que esperam por cirurgias. Além disso, leito vazio não gera receita para a instituição.

3. Tempo médio de permanência

Para calcular o tempo médio de permanência, é preciso considerar o total de pessoas atendidas por dia. Assim, considera-se um intervalo de tempo e divide-se o número de pacientes que passaram pela instituição dentro do período estipulado.

Isso inclui o total de altas, transferências e óbitos, sendo preciso levar em conta o tipo de procedimento, já que o perfil clínico influencia diretamente no tempo de permanência.

4. Indicadores de rentabilidade

Indica o quanto a instituição arrecadou em relação ao montante de recursos investidos. Ou seja, revela o retorno financeiro.

Este cálculo pode ser feito de várias maneiras, como, por exemplo, por procedimento, convênio, especialidade, médico e setor. Para a apuração geral usa-se o Return on Investiment (ROI):

ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL

Quanto maior a produtividade, maior o aproveitamento dos recursos. Assim, inclui a rentabilidade geral e a eficiência administrativa.

5. Faturamento

O faturamento faz parte da gestão administrativa, determina as contas a pagar e receber e percentual de glosas. É responsável pela avaliação eficaz da capacidade que a instituição tem de faturar sem perdas graves.

O cálculo considera registros de procedimentos em conjunto com um padrão específico, que pode ser um procedimento, especialidade ou convênio. Com isso, descobre-se quais contratos são mais benéficos e devem ser mantidos.

6. Satisfação do paciente

A satisfação dos usuários está diretamente relacionada à humanização do atendimento e pode ser medida por questionários de avaliação. Esse índice revela a qualidade da assistência e influencia diretamente na gestão de pacientes.

Para estabelecer um nível, pode-se criar uma questionamento padrão, como, por exemplo, se o usuário indicaria o serviço. A partir daí, o cálculo é feito pelo número de respostas positivas, dividido pelo total de respostas e multiplicado por cem.

Com o resultado em mãos, o gestor avalia a necessidade de investir ou não no atendimento. Assim, ele pode estabelecer mudanças estruturais ou nas rotinas de trabalho.

7. Avaliação da produtividade clínica

Os indicadores de produtividade clínica estão disponíveis em sistemas de gestão ou em formulários. É papel do gestor avaliar os serviços que dão mais retorno financeiro, considerando procedimentos complexos, cirurgias e consultas especializadas.

Atividades com pouca produtividade devem ser avaliadas; se for viável continuar fornecendo este serviço deve-se buscar mais agilidade e qualidade. O investimento financeiro deve oferecer retornos, mesmo que a longo prazo.

As áreas que já apresentam boa produtividades devem ser consideradas para investimento de mão de obra e novos equipamentos. Para isso, é preciso considerar cenários externos, concorrentes e o engajamento da equipe.

8. Avaliação da produtividade da equipe

Conhecer bem os profissionais envolvidos no trabalho dos centros de saúde é parte fundamental da tomada de decisões. É nesta força de produção que está toda a capacidade de funcionamento da instituição.

É preciso quantificar o número de colaboradores por setor, porcentagem de faltas, afastamentos temporários, rotatividade e folha de pagamento. Outro ponto importante é a avaliação do clima organizacional. Tudo isso reflete diretamente na satisfação da equipe.

Essas informações revelam a necessidade de contratações, remanejamento ou desligamento de funcionários.

9. Taxa de mortalidade

A taxa de mortalidade corresponde ao número de óbitos em um período determinado. Ajuda a determinar as mortes em atos cirúrgicos e por diagnósticos. Com isso é possível estabelecer ações que diminuam o índice.

O papel dos indicadores no planejamento estratégico situacional

Todos os indicadores que foram citados determinam a elaboração do planejamento estratégico hospitalar. O processo é contínuo e precisa de atualizações constantes que objetivem metas em curto, médio e longo prazo.

É por meio destas análises que se tem acesso ao quadro situacional da instituição, sendo possível então tomar decisões que façam a diferença na rotina clínica.

As decisões relevantes são planejadas com calma, dentro de prazos possíveis para alcançar os objetivos da missão organizacional. Isso sem deixar de lado a lucratividade.

Assim, é possível organizar o caixa para investir em tecnologias que automatizem processos, como é o caso dos softwares de saúde. Além disso, comprar maquinários mais modernos e aplicar novos procedimentos se torna viável.

Neste novo contexto, os gestores passam a considerar métricas para estabelecer comportamentos e ações. Com uma base fundamentada em indicadores hospitalares, o sucesso da instituição se torna palpável e considerável.

Esse artigo foi útil? Temos vários como ele em nosso blog!

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Entenda qual a importância da administração em saúde

Afinal, pensando na área médica, o que é e qual a importância da administração? Administrar é adaptar técnicas de gestão para dirigir uma instituição, tendo por objetivo integrar conhecimentos de vários setores. Logo, quando se fala no tema pensando na saúde, atribui-se ao setor a responsabilidade de otimizar rotinas e melhorar a experiência dos pacientes.

Por isso, a administração hospitalar é voltada à melhora do resultado dos serviços e produtos oferecidos no centro clínico. Isso exige do profissional a capacidade de coordenar pessoas e criar um planejamento que seja aplicável e replicável.

O caminho para chegar aos objetivos organizacionais é criar metas possíveis, que aumentem a produtividade e o lucro. Desse modo, consegue-se otimizar processos manuais, reduzir gastos, evitar desperdícios e fidelizar usuários.

Geralmente, o administrador assume diversas funções, que envolvem o controle de equipamentos, materiais e pessoas. Para assumi-las com eficiência, é preciso ter a capacidade de identificar e solucionar problemas, além de tomar decisões importantes.

Administração em saúde em nível acadêmico

A formação acadêmica voltada à administração em saúde tem o objetivo de preparar o profissional para ocupar cargos complexos de posições gerenciais. Para isso, são fornecidos conhecimento direcionado e auxílio no desenvolvimento, qualificação e competências de gestão em saúde.

Para ingressar em um curso como este, é preciso ter uma formação prévia em medicina, enfermagem, cinesiologia, nutrição ou odontologia. Outras opções são para aqueles que já têm uma formação voltada para a administração se especializarem.

As disciplinas da grade curricular envolvem diversas áreas do conhecimento, o que inclui economia, contabilidade, marketing, qualidade de serviços e gestão estratégica.

Com isso, futuros administradores terão domínio sobre as condições operacionais que envolvem o campo, podendo assumir cargos estratégicos e gerenciais em clínicas, projetos de pesquisa, universidades e demais áreas relacionadas.

A importância da Acreditação Hospitalar

Um bom administrador sabe que cumpriu com excelência seu trabalho quando consegue a Acreditação Hospitalar. A certificação de qualidade é feita com base em padrões pré-estabelecidas para melhorar o gerenciamento de instituições de saúde.

Envolve desde a garantia de uma assistência de qualidade até a governança corporativa. Por exigir o cumprimento de diversas normas, quando a organização consegue este reconhecimento, obtém naturalmente maior retorno positivo.

Podendo apresentar-se como um diferencial competitivo, ainda é uma poderosa ferramenta de gestão, uma vez que estimula o progresso estratégico. O processo força, de forma positiva, a instituição a manter-se atualizada.

Tecnologia a favor da administração em saúde

Para potencializar a administração, existem ferramentas de gestão que otimizam os processos manuais. Adotar um sistema que integre as diferentes áreas e agrupe informações agiliza a rotina e melhora o tempo dos colaboradores.

Conhecidos como ERPs, os sistemas operacionais podem ser integrados a outros softwares que personalizam o atendimento. As vantagens incluem questões de ordem financeira, organizacional e de prestação de serviços.

Uma urgência que pode ser resolvida pela tecnologia é a experiência do paciente. Toda a jornada pode ser aperfeiçoada para resolver a demora no atendimento e diminuir a taxa de absenteísmo.

Contratar um sistema responsivo e interativo fará uma grande diferença nos resultados finais. É possível implantar agendamento online, confirmação de procedimentos e pagamento automático, por exemplo.

O uso de métricas na administração hospitalar

Para saber exatamente quais pontos precisam de melhora ou investimento, o administrador pode usar métricas. Elas o ajudarão a permanecer fiel à estratégia inicial, aprimorando o desempenho dos funcionários e guiando os caminhos a serem seguidos.

O bom indicador é o que mensura com precisão as coisas que necessitam de avaliação. Isso varia de acordo com a instituição, que deve ter métricas exclusivas e alinhadas com o tipo de serviço prestado aos pacientes.

Usar corretamente essas informações terá impacto positivo na competitividade dentro do setor de saúde, o que contribui para uma gestão eficiente e favorável.

Ao longo deste post, você descobriu, além de qual a importância da administração, como ela pode melhorar as métricas fundamentais da gestão hospitalar. Que tal aplicar o que você aprendeu no dia a dia do seu hospital? Ele terá resultados surpreendentes. Isso só depende das competências do administrador.

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